Fake News

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Publicada em 15/05/2018 às 05:32:00

 

O seguro morreu de velho. Não é ou
tra a razão da vistoria realizada pela 
Defesa Civil na ponte Godofredo Diniz, entre a Coroa do Meio e o bairro 13 de julho. O colapso dos boatos disseminados pelas redes sociais é risco assumido pela consciência de cada um. A construção, um bem comum, está firme e forte.
O brasileiro é um povo hiper conectado. O brasileiro jovem, fatia considerável da população, mais ainda. Segundo pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil, divulgada há dois anos, 80% da população brasileira com idade entre 9 e 17 anos acessa a rede mundial de computadores no dia a dia, um dado que só aumenta a responsabilidade individual de cada usuário.
Pasto para a difusão de todo o tipo de informação - notícia de fato, opinião e calúnia - as redes sociais vem sendo exploradas como uma grande arena de debates. Movimentos sociais, Organizações Não Governamentais, artistas e militantes políticos estão praticamente obrigados a alimentar uma interface de interação na plataforma criada por Mark Zuckerberg. Ferramenta tão poderosa, no entanto, jamais esteve a salvo dos interesses e embates travados no mundo real.
O colapso iminente de uma ponte na capital sergipana, um boato irresponsável, não pode ser confundido com uma brincadeira de criança. As consequências de uma informação falsa, disseminada por ingenuidade ou motivação torpe, são imprevisíveis. Se a tecnologia transformou a relação das pessoas com a notícia, uma interferência mais das vezes negativa, é preciso abrir os olhos e procurar fontes confiáveis de informação. Em tempo de Fake News, todo cuidado é pouco.

O seguro morreu de velho. Não é ou tra a razão da vistoria realizada pela  Defesa Civil na ponte Godofredo Diniz, entre a Coroa do Meio e o bairro 13 de julho. O colapso dos boatos disseminados pelas redes sociais é risco assumido pela consciência de cada um. A construção, um bem comum, está firme e forte.
O brasileiro é um povo hiper conectado. O brasileiro jovem, fatia considerável da população, mais ainda. Segundo pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil, divulgada há dois anos, 80% da população brasileira com idade entre 9 e 17 anos acessa a rede mundial de computadores no dia a dia, um dado que só aumenta a responsabilidade individual de cada usuário.
Pasto para a difusão de todo o tipo de informação - notícia de fato, opinião e calúnia - as redes sociais vem sendo exploradas como uma grande arena de debates. Movimentos sociais, Organizações Não Governamentais, artistas e militantes políticos estão praticamente obrigados a alimentar uma interface de interação na plataforma criada por Mark Zuckerberg. Ferramenta tão poderosa, no entanto, jamais esteve a salvo dos interesses e embates travados no mundo real.
O colapso iminente de uma ponte na capital sergipana, um boato irresponsável, não pode ser confundido com uma brincadeira de criança. As consequências de uma informação falsa, disseminada por ingenuidade ou motivação torpe, são imprevisíveis. Se a tecnologia transformou a relação das pessoas com a notícia, uma interferência mais das vezes negativa, é preciso abrir os olhos e procurar fontes confiáveis de informação. Em tempo de Fake News, todo cuidado é pouco.