Cirurgias cardíacas são suspensas no HC

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A Crise no Cirurgia agora atinge setor cardiológico
A Crise no Cirurgia agora atinge setor cardiológico

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Publicada em 16/05/2018 às 05:15:00

 

Gabriel Damásio
O Hospital de Cirurgia 
suspendeu ontem 
todas as cirurgias do seu setor de cardiologia, incluindo as de emergência. A partir de agora, as operações eletivas para pacientes do SUS serão remarcadas para outras datas e os casos de emergência e urgência serão enviados ao Hospital do Coração. A medida é por tempo indeterminado e, segundo a assessoria do Cirurgia, deve durar até que a Secretaria Estadual de Saúde (SES) normalize um repasse de R$ 5 milhões, referente ao contrato firmado no início do ano entre o Estado e a Fundação Beneficente Hospital de Cirurgia (FBHC). 
O porta-voz da entidade, Júnior Valadares, não soube informar quantas operações deverão ser afetadas pela suspensão, mas assegurou que as cirurgias de outras especialidades estão mantidas normalmente. Os procedimentos chegaram a ser suspensos no começo do ano, após problemas envolvendo o pagamento dos salários dos médicos anestesistas, que acabaram causando um acúmulo de pacientes que esperavam por vagas de cirurgia eletiva no Hospital de Cirurgia. No fim do mês passado, um acordo do governador Belivaldo Chagas com a direção da FBHC permitiu o adiantamento de repasses dos contratos para a regularização das cirurgias, o que agilizou as transferências dos pacientes. 
A assessoria da SES informou ontem que o repasse reclamado pelo Cirurgia é o adiantamento que ficou acordado pelo governador, mas ainda não foi realizado porque a concessão do recurso ainda passa por avaliações da Procuradoria Geral do Estado (PGE). Segundo o porta-voz Ferreira Filho, o repasse será feito tão logo seja aprovado pela PGE e que o objetivo desta etapa é dar segurança jurídica à operação de crédito e obter o aval dos órgãos fiscalizadores. 

O Hospital de Cirurgia  suspendeu ontem  todas as cirurgias do seu setor de cardiologia, incluindo as de emergência. A partir de agora, as operações eletivas para pacientes do SUS serão remarcadas para outras datas e os casos de emergência e urgência serão enviados ao Hospital do Coração. A medida é por tempo indeterminado e, segundo a assessoria do Cirurgia, deve durar até que a Secretaria Estadual de Saúde (SES) normalize um repasse de R$ 5 milhões, referente ao contrato firmado no início do ano entre o Estado e a Fundação Beneficente Hospital de Cirurgia (FBHC). 
O porta-voz da entidade, Júnior Valadares, não soube informar quantas operações deverão ser afetadas pela suspensão, mas assegurou que as cirurgias de outras especialidades estão mantidas normalmente. Os procedimentos chegaram a ser suspensos no começo do ano, após problemas envolvendo o pagamento dos salários dos médicos anestesistas, que acabaram causando um acúmulo de pacientes que esperavam por vagas de cirurgia eletiva no Hospital de Cirurgia. No fim do mês passado, um acordo do governador Belivaldo Chagas com a direção da FBHC permitiu o adiantamento de repasses dos contratos para a regularização das cirurgias, o que agilizou as transferências dos pacientes. 
A assessoria da SES informou ontem que o repasse reclamado pelo Cirurgia é o adiantamento que ficou acordado pelo governador, mas ainda não foi realizado porque a concessão do recurso ainda passa por avaliações da Procuradoria Geral do Estado (PGE). Segundo o porta-voz Ferreira Filho, o repasse será feito tão logo seja aprovado pela PGE e que o objetivo desta etapa é dar segurança jurídica à operação de crédito e obter o aval dos órgãos fiscalizadores.