Enfermeiros fazem reivindicações à PMA

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Secretários municipais durante reunião com profissionais da Saúde de Aracaju
Secretários municipais durante reunião com profissionais da Saúde de Aracaju

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Publicada em 16/05/2018 às 05:19:00

 

Enfermeiros municipais das 44 unidades de saúde administradas pela Prefeitura de Aracaju, reiniciam nesta manhã os serviços assistenciais. A medida ocorre após a categoria - juntamente com agentes comunitários e de combate à endemias, ter suspendido 70% dos serviços prestados a usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A mobilização, conforme aprovado em assembleia e comunicado ao poder executivo municipal, ocorreu por 24 horas em virtude de os profissionais permanecerem desde a gestão do ex-prefeito João Alves Filho sem usufruir de reajustes salariais.
Reunidos na manhã de ontem em frente ao Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos, os servidores buscaram pressionar o prefeito Edvaldo Nogueira para que ele atenda ao pleito da classe trabalhadora e evite possíveis novas paralisações no sistema. De acordo com a direção do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Sergipe (SEESE), caso as reivindicações não sejam devidamente atendidas, uma greve geral por tempo indeterminado pode ser deflagrada nos próximos meses. O grupo denúncia ainda a falta de medicamentos, materiais básicos e baixo efetivos profissional.
Sobre a probabilidade de greve na saúde municipal, Gabriela Pereira, membro do SEESE, informou que uma nova rodada de diálogos internos será realizada na noite da próxima segunda-feira, 21. "Contabilizamos nossos retrocessos e percebemos que desde os anos em que recebemos reajuste abaixo da inflação, chegamos a 25% de perdas salariais. Mas já sinalizamos que o conceder o reajuste do índice da inflação já é um começo, desde que seja retroativo", declarou. Enfermeiros e agentes lamentam ainda uma possível constante falta de diálogo entre os servidores e o prefeito. Eles pedem mais atenção e convites para se debater o SUS ofertado pela capital sergipana.
Ao Jornal do Dia, o agente comunitário Roberto Messias lamentou que, apesar das sucessivas tentativas de audiência junto ao chefe do poder executivo municipal, desde o ano passado as promessas de trabalho administrativo, os quais visam atender aos pleitos dos trabalhadores, sigam apenas no discurso abstrato. Apesar de se unificarem em atos públicos, ao contrário da ideologia adotada pelos enfermeiros, os agentes já oficializaram o indicativo de greve. Roberto garante que os profissionais não aturam mais permanecer enfrentando o mesmo cenário, e, por este motivo, podem deflagrar greve já na próxima semana.
"Há vários meses estamos buscando promover um diálogo pacífico com o prefeito, a vice e com os secretários, mas tem uma hora que a paciência se esgota e a única forma de intensificam nossas luta é mesmo partindo para a greve. Esse era o último caminho desejado pelos servidores, mas sem avanços reais não avistamos nenhuma outra alternativa a não ser cruzar os braços até que progressos sejam realmente repassado para os trabalhadores", informou. A secretária municipal de saúde, Waneska Barboza, informou na tarde de ontem que aguarda a apresentação financeira do primeiro quadrimestre do ano para estudar a concessão de reajuste salarial.

Enfermeiros municipais das 44 unidades de saúde administradas pela Prefeitura de Aracaju, reiniciam nesta manhã os serviços assistenciais. A medida ocorre após a categoria - juntamente com agentes comunitários e de combate à endemias, ter suspendido 70% dos serviços prestados a usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A mobilização, conforme aprovado em assembleia e comunicado ao poder executivo municipal, ocorreu por 24 horas em virtude de os profissionais permanecerem desde a gestão do ex-prefeito João Alves Filho sem usufruir de reajustes salariais.
Reunidos na manhã de ontem em frente ao Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos, os servidores buscaram pressionar o prefeito Edvaldo Nogueira para que ele atenda ao pleito da classe trabalhadora e evite possíveis novas paralisações no sistema. De acordo com a direção do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Sergipe (SEESE), caso as reivindicações não sejam devidamente atendidas, uma greve geral por tempo indeterminado pode ser deflagrada nos próximos meses. O grupo denúncia ainda a falta de medicamentos, materiais básicos e baixo efetivos profissional.
Sobre a probabilidade de greve na saúde municipal, Gabriela Pereira, membro do SEESE, informou que uma nova rodada de diálogos internos será realizada na noite da próxima segunda-feira, 21. "Contabilizamos nossos retrocessos e percebemos que desde os anos em que recebemos reajuste abaixo da inflação, chegamos a 25% de perdas salariais. Mas já sinalizamos que o conceder o reajuste do índice da inflação já é um começo, desde que seja retroativo", declarou. Enfermeiros e agentes lamentam ainda uma possível constante falta de diálogo entre os servidores e o prefeito. Eles pedem mais atenção e convites para se debater o SUS ofertado pela capital sergipana.
Ao Jornal do Dia, o agente comunitário Roberto Messias lamentou que, apesar das sucessivas tentativas de audiência junto ao chefe do poder executivo municipal, desde o ano passado as promessas de trabalho administrativo, os quais visam atender aos pleitos dos trabalhadores, sigam apenas no discurso abstrato. Apesar de se unificarem em atos públicos, ao contrário da ideologia adotada pelos enfermeiros, os agentes já oficializaram o indicativo de greve. Roberto garante que os profissionais não aturam mais permanecer enfrentando o mesmo cenário, e, por este motivo, podem deflagrar greve já na próxima semana.
"Há vários meses estamos buscando promover um diálogo pacífico com o prefeito, a vice e com os secretários, mas tem uma hora que a paciência se esgota e a única forma de intensificam nossas luta é mesmo partindo para a greve. Esse era o último caminho desejado pelos servidores, mas sem avanços reais não avistamos nenhuma outra alternativa a não ser cruzar os braços até que progressos sejam realmente repassado para os trabalhadores", informou. A secretária municipal de saúde, Waneska Barboza, informou na tarde de ontem que aguarda a apresentação financeira do primeiro quadrimestre do ano para estudar a concessão de reajuste salarial.