Zero a zero

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Publicada em 16/05/2018 às 05:45:00

 

A reforma trabalhista é fato con-
sumado. Embora a Medida Pro-
visória 808, que regulamentava os pontos polêmicos da Lei 13.467 tenha caducado, perdendo efeito prático, todos os contratos de trabalhos regidos pela CLT estão subordinados à regras eleitas pelo governo Temer. Apesar de ter ficado no zero a zero, incapaz de criar os postos de trabalho prometidos, a "modernização" promovida pelo governo é ainda a única norma vigente.
A reforma trabalhista, principal feito do governo Temer, não deu ainda conta de aumentar o número de vagas no mercado formal de trabalho. Mesmo considerando o saldo ligeiramente positivo, no acumulado do ano passado, é preciso admitir que o emprego ganhou status de privilégio para o trabalhador brasileiro. E a reforma de Temer autorizou um embate desigual entre patrões e empregados.
Após dois anos no comando do País, o presidente tem insistido na declaração de um legado fantasioso. De acordo com o Planalto, o governo criou 56 mil empregos em março e, no acumulado do ano, já promoveu a criação de 204.064 postos de trabalho, em números do CAGED. Mas, ao sublinhar tais dados, o presidente deixa transparecer a intenção de ocultar os quase 14 milhões de desempregados.
Para todos os efeitos, a reforma trabalhista está em pleno vigor, portanto, mas a verdade é que o governo Temer é um fracasso. Embora tenha assumido a obrigação de lidar com a pior recessão da história, como sempre faz questão de lembrar, o presidente se mostrou incapaz de tirar o País do atoleiro. Temer não passou na prova dos nove. 

A reforma trabalhista é fato con- sumado. Embora a Medida Pro- visória 808, que regulamentava os pontos polêmicos da Lei 13.467 tenha caducado, perdendo efeito prático, todos os contratos de trabalhos regidos pela CLT estão subordinados à regras eleitas pelo governo Temer. Apesar de ter ficado no zero a zero, incapaz de criar os postos de trabalho prometidos, a "modernização" promovida pelo governo é ainda a única norma vigente.
A reforma trabalhista, principal feito do governo Temer, não deu ainda conta de aumentar o número de vagas no mercado formal de trabalho. Mesmo considerando o saldo ligeiramente positivo, no acumulado do ano passado, é preciso admitir que o emprego ganhou status de privilégio para o trabalhador brasileiro. E a reforma de Temer autorizou um embate desigual entre patrões e empregados.
Após dois anos no comando do País, o presidente tem insistido na declaração de um legado fantasioso. De acordo com o Planalto, o governo criou 56 mil empregos em março e, no acumulado do ano, já promoveu a criação de 204.064 postos de trabalho, em números do CAGED. Mas, ao sublinhar tais dados, o presidente deixa transparecer a intenção de ocultar os quase 14 milhões de desempregados.
Para todos os efeitos, a reforma trabalhista está em pleno vigor, portanto, mas a verdade é que o governo Temer é um fracasso. Embora tenha assumido a obrigação de lidar com a pior recessão da história, como sempre faz questão de lembrar, o presidente se mostrou incapaz de tirar o País do atoleiro. Temer não passou na prova dos nove.