Aluguel comercial tem recorde de valorização

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Publicada em 04/10/2012 às 15:22:00

Com o setor imobiliário aquecido, os investimentos em estruturas comerciais estão a todo vapor. Há uma grande demanda por empreendimentos focados em soluções inovadoras para o ambiente corporativo, principalmente pelo crescimento e valorização na área de prestação de serviços. Há quem adquira o imóvel para seu próprio trabalho e há uma parcela significativa de investidores que compram salas comerciais com o objetivo de alugá-las.

Recentemente, a empresa de consultoria imobiliária americana Cushman & Wakefield realizou uma pesquisa que apontou crescimento relevante no valor dos aluguéis de salas comerciais. O estudo demonstrou que o aluguel do metro quadrado de escritórios de alto padrão em São Paulo atingiu recordes nos últimos três meses. O eixo inclui 15 regiões, entre elas as avenidas Paulista, Berrini e Faria Lima. Nelas, o valor pedido por metro quadrado chegou a R$ 132,7 por mês (entre abril e junho). A valorização foi impulsionada pela escassez de ofertas nessas áreas cobiçadas.

Otimista com este cenário que reflete em todo o país, a Cosil, incorporadora sergipana com ramificações em Recife e São Paulo, lança o Gentil Barbosa Neo Office, em Aracaju (SE), no bairro Jardins, próximo ao Shopping Jardins - o maior da cidade. Jean Piçarra, gerente comercial e marketing da Cosil, explica que o empreendimento irá disponibilizar modernidade, segurança e infraestrutura completa de serviços.

Para Piçarra, essa valorização chega com muito fôlego na região Nordeste. "Aracaju está em pleno desenvolvimento econômico. Por isso, a cidade vem atraindo empresas como a Vale e a Petrobrás. Logo, os investidores do Neo Office devem permanecer bem otimistas", completa.

É o caso do Dr. Victor Fruges Júnior, ortopedista do hospital Albert Einstein, em São Paulo. "Investi no Neo Office porque o projeto é diferenciado, original. Acredito que, por estar em amplo crescimento, Aracaju pode se tornar futuramente um novo polo econômico do país", comenta.

Outra novidade também está movimentando o mercado de empreendimentos comerciais em Aracaju. O CDI (Conselho de Desenvolvimento Industrial de Sergipe) aprovou a chegada em Sergipe de empresas dos ramos de embalagens plásticas, metalurgia, produtos alimentícios, fabricação de especiarias, fabricação de motocicletas, fabricação de artefatos de cimento, entre diversos outros setores.

Magaiver Correia, economista da Sedetec - Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia - expôs o panorama do setor de comércio e serviços de Sergipe, citando os setores mais dinâmicos dessas atividades, sua evolução do ponto de vista percentual e a capacidade desse segmento de geração de emprego e renda. Concluiu-se que o segmento terciário abarcou 74,40% dos empregos formais em 2010 e respondeu por 62% do PIB estadual em 2009.

"Os estudos demonstram que o alto índice do desenvolvimento de profissionais autônomos e liberais, que fomentam a terceirização da economia de Aracaju, está em ritmo acelerado. Dessa forma, a demanda por salas comerciais está em pleno crescimento e a valorização desses imóveis é consequência imediata. É exatamente esse o caso do Neo Office da Cosil", pontua Piçarra.