Fórum de Economia Criativa estimula empreendedores culturais em São Cristóvão

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Publicada em 19/05/2018 às 05:59:00

 

Distinto pela sua carga histórica de quarta cidade mais antiga do País, o município de São Cristóvão se caracteriza, também, pela diversidade artística: artes plásticas, música, artesanato, artes visuais, gastronomia, dança, cultura popular. Esses e outros segmentos artísticos discutem formas de negócios baseados no capital intelectual, cultural e na criatividade a fim de gerar valor econômico no Fórum de Economia Criativa de São Cristóvão. 
Realizado em parceira com a Universidade Federal de Sergipe (UFS), o Fórum de Economia Criativa de São Cristóvão pretende desenvolver atividades como oficinas, workshops e fóruns para a capacitação e construção de uma rede de economia criativa. Em seu discurso, o prefeito destacou o caráter coletivo da ação.
"Não é uma questão de capacitação individual, mas de potencializar aqueles que já fazem negócio com economia criativa. Sempre dou o exemplo dos bricelets. Se a gente colocar uma embalagem personalizada, melhor, vamos agregar valor ao produto. Esse fórum é para despertar essa possibilidade em quem já empreende às vezes sem saber que está empreendendo", frisou o prefeito.
Economia Criativa - Economia Criativa é o conjunto de negócios baseados no capital intelectual, cultural e na criatividade que gera valor econômico. A indústria criativa estimula a geração de renda, cria empregos e produz receitas, enquanto promove a diversidade cultural e o desenvolvimento humano. 
Conforme o 'Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil' publicado pela Firjan em dezembro de 2016, a área criativa gerou uma riqueza de R$ 155,6 bilhões para a economia brasileira em 2015.
O coordenador de tecnologias sociais e ambientais e vice-coordenador do núcleo de empreendedorismo da UFS, Wellington Barros, explicou que o Fórum pretende estimular o empreendedorismo dos artistas, estimulando, assim, a economia local.
"A gente decidiu ter um espaço permanente, que discuta e formule proposta para a Economia Criativa. Pretendemos fomentar nesses artistas a veia do empreendedor, que é a característica da economia criativa, da economia da cultura contemporânea. Que eles percebam que a arte pode estar gerando pujança na economia do município".
O presidente da Fundação de Cultura e Turismo João Bebe-Água (Fundact), Gaspeu Fontes, informou que os encontros ocorrerão a cada dois meses para que os artistas possam discutir demandas e modelos de negócios. 
"Vamos ouvir e ter uma interação mais próxima com os atores culturais de nossa cidade. Queremos que eles se tornem empreendedores de sua própria arte. Para isso, o Fórum de Economia Criativa ocorrerá a cada dois meses e será intercalado com oficinas, capacitações, debates. Inicialmente, teremos oficinas de elaboração de projetos e de financiamento coletivo", disse.

Distinto pela sua carga histórica de quarta cidade mais antiga do País, o município de São Cristóvão se caracteriza, também, pela diversidade artística: artes plásticas, música, artesanato, artes visuais, gastronomia, dança, cultura popular. Esses e outros segmentos artísticos discutem formas de negócios baseados no capital intelectual, cultural e na criatividade a fim de gerar valor econômico no Fórum de Economia Criativa de São Cristóvão. 
Realizado em parceira com a Universidade Federal de Sergipe (UFS), o Fórum de Economia Criativa de São Cristóvão pretende desenvolver atividades como oficinas, workshops e fóruns para a capacitação e construção de uma rede de economia criativa. Em seu discurso, o prefeito destacou o caráter coletivo da ação.
"Não é uma questão de capacitação individual, mas de potencializar aqueles que já fazem negócio com economia criativa. Sempre dou o exemplo dos bricelets. Se a gente colocar uma embalagem personalizada, melhor, vamos agregar valor ao produto. Esse fórum é para despertar essa possibilidade em quem já empreende às vezes sem saber que está empreendendo", frisou o prefeito.
Economia Criativa - Economia Criativa é o conjunto de negócios baseados no capital intelectual, cultural e na criatividade que gera valor econômico. A indústria criativa estimula a geração de renda, cria empregos e produz receitas, enquanto promove a diversidade cultural e o desenvolvimento humano. 
Conforme o 'Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil' publicado pela Firjan em dezembro de 2016, a área criativa gerou uma riqueza de R$ 155,6 bilhões para a economia brasileira em 2015.
O coordenador de tecnologias sociais e ambientais e vice-coordenador do núcleo de empreendedorismo da UFS, Wellington Barros, explicou que o Fórum pretende estimular o empreendedorismo dos artistas, estimulando, assim, a economia local.
"A gente decidiu ter um espaço permanente, que discuta e formule proposta para a Economia Criativa. Pretendemos fomentar nesses artistas a veia do empreendedor, que é a característica da economia criativa, da economia da cultura contemporânea. Que eles percebam que a arte pode estar gerando pujança na economia do município".
O presidente da Fundação de Cultura e Turismo João Bebe-Água (Fundact), Gaspeu Fontes, informou que os encontros ocorrerão a cada dois meses para que os artistas possam discutir demandas e modelos de negócios. 
"Vamos ouvir e ter uma interação mais próxima com os atores culturais de nossa cidade. Queremos que eles se tornem empreendedores de sua própria arte. Para isso, o Fórum de Economia Criativa ocorrerá a cada dois meses e será intercalado com oficinas, capacitações, debates. Inicialmente, teremos oficinas de elaboração de projetos e de financiamento coletivo", disse.