Funcaju promove capacitação para museólogos e pesquisadores da área

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Publicada em 23/05/2018 às 07:07:00

 

Nesta segunda-feira, dando continuidade a extensa programação alusiva a 16ª Semana Nacional de Museus, foi realizada a oficina 'Intervenção em exposições: hiperconectando o museu e seu público', no Centro Cultural da capital. A ação é uma iniciativa da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), em parceria com a Universidade Federal de Sergipe e o Museu Artístico e Histórico de Itabaiana, e prossegue até sexta-feira, 25.
"Estamos hiperconectatos 24 horas por dia e esta é uma forma de mudar os museus, tornando-os interativos. Somos condicionados a enxergá-lo como algo ultrapassado, mas o curso tem o objetivo de mostrar que é permitido usar as inovações tecnológicas a nosso favor, principalmente, quando falamos em modernizar e permitir que o visitante tenha acesso a todas as informações de uma obra no museu a partir de um clique do seu smartphone", detalhou a mediadora da oficina, museóloga e gestora do Museu Artístico e Histórico de Itabaiana, Ludmilla Oliveira. 
De acordo com Ludmilla, a oficina ensina a criar o 'QR Code', que é um código de barra interativo para quem tem smartphone. "Esse código vai conter todas as informações daquela peça, substituindo as etiquetas utilizadas há anos. É um passo importante para modernização desses espaços antes tidos como antigos e ultrapassados. Espero que seja o início de uma nova história para os museus. É uma tecnologia barata, de fácil acesso, e que pode ser utilizada por todos os museus sejam eles de grande ou pequena estrutura", explicou.
Ao total, a oficina conta com 20 inscritos. Para o coordenador do Centro Cultural, Mario Dias, implantar este sistema é pensar no futuro a curto prazo. "As novas tecnologias já estão inseridas no nosso dia a dia. Não podemos perder espaço para elas e, sim, agregá-las para a nossa realidade, a fim de modernizar um espaço e criar contextos interativos para que o visitante e o espaço se interliguem", comentou.
"Aqui, durante esta semana, vamos aprender a implantar um sistema inovador e a desenvolver o QR Code que constará todas as informações das obras encontradas pela população na hora da visitação. Além de ser um marco na vida de cada um que está participando, pois está em nossas mãos o momento de mudar toda essa questão tradicional quando o assunto é museu", afirmou a universitária Mayanna Pinheiro.

Nesta segunda-feira, dando continuidade a extensa programação alusiva a 16ª Semana Nacional de Museus, foi realizada a oficina 'Intervenção em exposições: hiperconectando o museu e seu público', no Centro Cultural da capital. A ação é uma iniciativa da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), em parceria com a Universidade Federal de Sergipe e o Museu Artístico e Histórico de Itabaiana, e prossegue até sexta-feira, 25.
"Estamos hiperconectatos 24 horas por dia e esta é uma forma de mudar os museus, tornando-os interativos. Somos condicionados a enxergá-lo como algo ultrapassado, mas o curso tem o objetivo de mostrar que é permitido usar as inovações tecnológicas a nosso favor, principalmente, quando falamos em modernizar e permitir que o visitante tenha acesso a todas as informações de uma obra no museu a partir de um clique do seu smartphone", detalhou a mediadora da oficina, museóloga e gestora do Museu Artístico e Histórico de Itabaiana, Ludmilla Oliveira. 
De acordo com Ludmilla, a oficina ensina a criar o 'QR Code', que é um código de barra interativo para quem tem smartphone. "Esse código vai conter todas as informações daquela peça, substituindo as etiquetas utilizadas há anos. É um passo importante para modernização desses espaços antes tidos como antigos e ultrapassados. Espero que seja o início de uma nova história para os museus. É uma tecnologia barata, de fácil acesso, e que pode ser utilizada por todos os museus sejam eles de grande ou pequena estrutura", explicou.
Ao total, a oficina conta com 20 inscritos. Para o coordenador do Centro Cultural, Mario Dias, implantar este sistema é pensar no futuro a curto prazo. "As novas tecnologias já estão inseridas no nosso dia a dia. Não podemos perder espaço para elas e, sim, agregá-las para a nossa realidade, a fim de modernizar um espaço e criar contextos interativos para que o visitante e o espaço se interliguem", comentou.
"Aqui, durante esta semana, vamos aprender a implantar um sistema inovador e a desenvolver o QR Code que constará todas as informações das obras encontradas pela população na hora da visitação. Além de ser um marco na vida de cada um que está participando, pois está em nossas mãos o momento de mudar toda essa questão tradicional quando o assunto é museu", afirmou a universitária Mayanna Pinheiro.