Sergipe registra saldo positivo de emprego

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Publicada em 25/05/2018 às 06:46:00

 

Análise realizada pelo 
Boletim Sergipe 
Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), indicou que, no quarto mês do ano, houve saldo positivo de 266 empregos formais no estado. O saldo é fruto da diferença entre admissões (6.485) e desligamentos (6.219), no período.
No mês de abril do ano corrente, os setores de Serviços e da Construção Civil destacaram-se na geração de empregos. O setor de Serviços teve o melhor desempenho, com a criação de 271 novos postos de trabalho, apenas os serviços de Limpeza em Prédios e em Domicílios, que geraram 295 novas vagas de emprego.
O setor da Construção Civil registrou saldo positivo, pelo quarto mês consecutivo, gerando 77 novos empregos, principalmente na em Obras de montagem industrial, que teve saldo de 152 novos empregos.
Desde o início do ano, já foram geradas 1.735 e 458 novas vagas de emprego, no setor de serviços e no setor da construção civil, respectivamente.
A Indústria de Transformação também contabilizou saldo positivo, no mês de abril, sendo gerado 68 empregos novos em Sergipe. A atividade que mais se destacou foi a Fabricação de Material Elétrico e Eletrônico para Veículos Automotores, Exceto Baterias, que teve saldo de 140 novos empregos, no mês em análise.
Entre os setores que apresentaram saldos negativos, no mês analisado, destacaram-se, a Agropecuária e o Comércio. Na Agropecuária houve redução de 76 postos de trabalho, com destaque para o Cultivo da cana-de-açúcar, que fechou o mês com 85 vagas de empregos a menos. Enquanto isso, o Comércio registrou redução de 46 vagas de emprego, principalmente nas atividades do comércio varejista.
O setor Extrativo Mineral registrou a redução de apenas 2 vagas de emprego e o setor de Serviços Industriais de Utilidade Pública (grupo que inclui as empresas responsáveis pela distribuição de serviços essenciais, como água e energia elétrica) fechou o mês de abril com 21 postos de trabalho a menos. Já, a Administração pública, teve redução de cinco postos de trabalho, no mês de abril do corrente ano.
Emprego nos municípios - Dentre todos os municípios sergipanos, Laranjeiras apresentou o pior resultado no mercado de trabalho, com a redução de 80 postos de trabalho, sendo que a principal redução de vínculos ocorreu na agropecuária, com destaque para a redução da mão de obra empregada no cultivo da cana de açúcar.  Enquanto isso, o município de Carmópolis, se destacou na geração de emprego, sendo criadas 127 novas vagas de emprego, principalmente no setor de serviços, no mês de abril de 2018.
Entre os municípios sergipanos com mais de 30 mil habitantes, a cidade de Estância apresentou o pior resultado, com redução de 71 postos de trabalho, influenciado pelo mau desempenho da indústria de transformação. Entretanto, Nossa Senhora do Socorro e Lagarto apresentaram bons resultados, com a criação de 209 e 119 novos empregos, respectivamente. Sendo que em Nossa Senhora do Socorro o maior número de empregos foi criado pela Indústria de Transformação (124), e em Lagarto a maior quantidade de vagas foi criada na construção civil (34) e no setor de serviços (30).

Análise realizada pelo  Boletim Sergipe  Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), indicou que, no quarto mês do ano, houve saldo positivo de 266 empregos formais no estado. O saldo é fruto da diferença entre admissões (6.485) e desligamentos (6.219), no período.
No mês de abril do ano corrente, os setores de Serviços e da Construção Civil destacaram-se na geração de empregos. O setor de Serviços teve o melhor desempenho, com a criação de 271 novos postos de trabalho, apenas os serviços de Limpeza em Prédios e em Domicílios, que geraram 295 novas vagas de emprego.
O setor da Construção Civil registrou saldo positivo, pelo quarto mês consecutivo, gerando 77 novos empregos, principalmente na em Obras de montagem industrial, que teve saldo de 152 novos empregos.
Desde o início do ano, já foram geradas 1.735 e 458 novas vagas de emprego, no setor de serviços e no setor da construção civil, respectivamente.
A Indústria de Transformação também contabilizou saldo positivo, no mês de abril, sendo gerado 68 empregos novos em Sergipe. A atividade que mais se destacou foi a Fabricação de Material Elétrico e Eletrônico para Veículos Automotores, Exceto Baterias, que teve saldo de 140 novos empregos, no mês em análise.
Entre os setores que apresentaram saldos negativos, no mês analisado, destacaram-se, a Agropecuária e o Comércio. Na Agropecuária houve redução de 76 postos de trabalho, com destaque para o Cultivo da cana-de-açúcar, que fechou o mês com 85 vagas de empregos a menos. Enquanto isso, o Comércio registrou redução de 46 vagas de emprego, principalmente nas atividades do comércio varejista.
O setor Extrativo Mineral registrou a redução de apenas 2 vagas de emprego e o setor de Serviços Industriais de Utilidade Pública (grupo que inclui as empresas responsáveis pela distribuição de serviços essenciais, como água e energia elétrica) fechou o mês de abril com 21 postos de trabalho a menos. Já, a Administração pública, teve redução de cinco postos de trabalho, no mês de abril do corrente ano.
Emprego nos municípios - Dentre todos os municípios sergipanos, Laranjeiras apresentou o pior resultado no mercado de trabalho, com a redução de 80 postos de trabalho, sendo que a principal redução de vínculos ocorreu na agropecuária, com destaque para a redução da mão de obra empregada no cultivo da cana de açúcar.  Enquanto isso, o município de Carmópolis, se destacou na geração de emprego, sendo criadas 127 novas vagas de emprego, principalmente no setor de serviços, no mês de abril de 2018.
Entre os municípios sergipanos com mais de 30 mil habitantes, a cidade de Estância apresentou o pior resultado, com redução de 71 postos de trabalho, influenciado pelo mau desempenho da indústria de transformação. Entretanto, Nossa Senhora do Socorro e Lagarto apresentaram bons resultados, com a criação de 209 e 119 novos empregos, respectivamente. Sendo que em Nossa Senhora do Socorro o maior número de empregos foi criado pela Indústria de Transformação (124), e em Lagarto a maior quantidade de vagas foi criada na construção civil (34) e no setor de serviços (30).