Greve dos caminhoneiros altera rotina dos órgãos municipais

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Publicada em 26/05/2018 às 06:26:00

 

O bloqueio efetu
ado nas rodovias 
federais por caminhoneiros que protestam contra o aumento do óleo diesel segue pelo quinto dia consecutivo, alterando a normalidade na prestação de serviços de órgãos da Prefeitura de Aracaju. Por conta da dificuldade para abastecimento de veículos, órgãos como a Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb) e Guarda Municipal de Aracaju (GMA) estão executando suas prerrogativas em ritmo menos acelerado, na busca de resguardar-se para eventual prolongamento da atual situação. 
A coleta de lixo domiciliar e de pontos de descarte, por exemplo, responsabilidade da Emsurb, está acontecendo de maneira mais lenta, em um atraso de três ou quatro horas em relação ao período de normalidade, pois o bloqueio efetuado na BR-101, no trecho que dá acesso ao município de Rosário do Catete, dificulta o acesso ao aterro sanitário. As viaturas da Guarda Municipal também estão operando de maneira mais contida, com o objetivo de poupar combustível para uma emergência. 
O transporte público também está sendo afetado pelas manifestações. A dificuldade para obtenção do óleo diesel ocasionou uma redução 150 veículos na frota que circula pela cidade. O número corresponde a 30% do total disponível. O intuito é otimizar o estoque de combustível das empresas e, desta forma, garantir o serviço à população durante os dias de paralisação e desabastecimento.
A falta de combustível para abastecimento aos veículos pessoais também afeta o trânsito da cidade. As filas nos postos de combustíveis estão influenciando diretamente na lentidão do tráfego pelas ruas da capital. 
A Emurb também teve seus serviços prejudicados. A empresa não recebeu brita e o estoque da matéria prima para o asfalto  (CAP) está pequeno. Por isso, os serviços de recapeamento ficarão inviabilizados, sendo efetuadas apenas as ações de tapa-buraco.  Caso o abastecimento volte ao normal, o recapeamento voltará à programação normal.
Minimizar consequências - O prefeito Edvaldo Nogueira elencou, em entrevista à imprensa, na manhã desta sexta-feira, 25, as ações que estão sendo desenvolvidas pela administração municipal para minimizar as consequências da paralisação dos caminhoneiros, que tem afetado a oferta de combustível e impedido o tráfego de veículos nas rodovias federais. Em Aracaju, o transporte público e a coleta do lixo foram os serviços mais prejudicados. O recapeamento das vias da cidade também sofreu descontinuidade.
"A Prefeitura tem trabalhado muito nestes dias para minimizar os efeitos desta paralisação. Foi necessário reduzir em 30% o quantitativo do transporte público, para que o serviço continue sendo prestado. Também tem a questão da limpeza pública, que foi afetada porque a barreira dos caminhoneiros na BR impede a passagem dos veículos com os resíduos. O presidente da Emsurb, Luiz Roberto, chegou a conversar com os representantes do movimento, para tentar a liberação da passagem. Não conseguiu e nós temos feito o trajeto até o aterro por outro caminho, o que tem representado um atraso de três horas na coleta", informou o prefeito.

O bloqueio efetu ado nas rodovias  federais por caminhoneiros que protestam contra o aumento do óleo diesel segue pelo quinto dia consecutivo, alterando a normalidade na prestação de serviços de órgãos da Prefeitura de Aracaju. Por conta da dificuldade para abastecimento de veículos, órgãos como a Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb) e Guarda Municipal de Aracaju (GMA) estão executando suas prerrogativas em ritmo menos acelerado, na busca de resguardar-se para eventual prolongamento da atual situação. 
A coleta de lixo domiciliar e de pontos de descarte, por exemplo, responsabilidade da Emsurb, está acontecendo de maneira mais lenta, em um atraso de três ou quatro horas em relação ao período de normalidade, pois o bloqueio efetuado na BR-101, no trecho que dá acesso ao município de Rosário do Catete, dificulta o acesso ao aterro sanitário. As viaturas da Guarda Municipal também estão operando de maneira mais contida, com o objetivo de poupar combustível para uma emergência. 
O transporte público também está sendo afetado pelas manifestações. A dificuldade para obtenção do óleo diesel ocasionou uma redução 150 veículos na frota que circula pela cidade. O número corresponde a 30% do total disponível. O intuito é otimizar o estoque de combustível das empresas e, desta forma, garantir o serviço à população durante os dias de paralisação e desabastecimento.
A falta de combustível para abastecimento aos veículos pessoais também afeta o trânsito da cidade. As filas nos postos de combustíveis estão influenciando diretamente na lentidão do tráfego pelas ruas da capital. 
A Emurb também teve seus serviços prejudicados. A empresa não recebeu brita e o estoque da matéria prima para o asfalto  (CAP) está pequeno. Por isso, os serviços de recapeamento ficarão inviabilizados, sendo efetuadas apenas as ações de tapa-buraco.  Caso o abastecimento volte ao normal, o recapeamento voltará à programação normal.
Minimizar consequências - O prefeito Edvaldo Nogueira elencou, em entrevista à imprensa, na manhã desta sexta-feira, 25, as ações que estão sendo desenvolvidas pela administração municipal para minimizar as consequências da paralisação dos caminhoneiros, que tem afetado a oferta de combustível e impedido o tráfego de veículos nas rodovias federais. Em Aracaju, o transporte público e a coleta do lixo foram os serviços mais prejudicados. O recapeamento das vias da cidade também sofreu descontinuidade.
"A Prefeitura tem trabalhado muito nestes dias para minimizar os efeitos desta paralisação. Foi necessário reduzir em 30% o quantitativo do transporte público, para que o serviço continue sendo prestado. Também tem a questão da limpeza pública, que foi afetada porque a barreira dos caminhoneiros na BR impede a passagem dos veículos com os resíduos. O presidente da Emsurb, Luiz Roberto, chegou a conversar com os representantes do movimento, para tentar a liberação da passagem. Não conseguiu e nós temos feito o trajeto até o aterro por outro caminho, o que tem representado um atraso de três horas na coleta", informou o prefeito.