"É hora da greve geral e de tomar as ruas"

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Vera Lúcia
Vera Lúcia

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Publicada em 26/05/2018 às 06:27:00

 

* Vera Lúcia
O jogo de cena do Temer vampiro com alguns falsos representantes dos trabalhadores caminhoneiros não deu certo.  A greve segue em todo o país. Reforçamos nosso apoio e solidariedade à greve e fazemos um chamado ao conjunto da classe trabalhadora brasileira a se unir: é hora da greve geral e de tomar as ruas.
Essa mobilização dos caminhoneiros se soma a várias lutas que estão ocorrendo. É hora de unificar essas lutas, construir uma pauta comum que some as justas reivindicações dos caminhoneiros com às dos demais trabalhadores e chamar uma Greve Geral que pare o Brasil. Para baixar o preço do combustível, mas também para baixar o preço do gás de cozinha.
A crise que está sendo jogada nas costas dos trabalhadores faz com que muitas famílias tenham que voltar aos fogões a lenha para cozinhar. Isso é reflexo da política de privatização da Petrobrás, levada a cabo pelos governos do PT e aprofundada pelo governo-zumbi Temer.
A alta dos preços é causada pela política de privatização da Petrobrás. O governo tenta privatizar e desnacionalizar o refino, vendendo só óleo cru para fora. Quatro refinarias estão na mira da privatização. A serviço dessa política, a direção da empresa, do PSDB, estabeleceu uma política de reajustes diários de acordo com a variação do câmbio e dos preços internacionais.
É preciso reestatizar a Petrobrás e coloca-la sob o controle dos trabalhadores e não de políticos corruptos, que produza para a população e não um punhado de acionistas da bolsa de Nova Iorque.
A greve geral está na ordem do dia. As centrais sindicais, em particular a CUT e a Força Sindical, devem atender ao chamado da CSP Conlutas para a construção da greve, que paute o fim do desemprego em massa, que lute pela redução da jornada de trabalho sem a redução dos salários; que revogue a reforma trabalhista que só precariza direitos e aumenta o desemprego; contra qualquer tipo de reforma da Previdência; que revogue o teto dos gastos públicos. E para botar pra fora Temer já!
Nas lutas dos trabalhadores em defesa de seus direitos e reivindicações, continuaremos fazendo um chamado à rebelião e defendendo um projeto socialista. Para mudar de vez essa situação, impedir a entrega do país, acabar com o desemprego, com a violência, com a corrupção e garantir condições dignas de vida para a maioria, será preciso derrotar os de cima (os banqueiros e as grandes empresas multinacionais e nacionais) e conquistar um governo socialista dos trabalhadores que governo por conselhos populares.
* Vera Lúcia, sindicalista, é pré-candidata a Presidente da República pelo PSTU

* Vera Lúcia

O jogo de cena do Temer vampiro com alguns falsos representantes dos trabalhadores caminhoneiros não deu certo.  A greve segue em todo o país. Reforçamos nosso apoio e solidariedade à greve e fazemos um chamado ao conjunto da classe trabalhadora brasileira a se unir: é hora da greve geral e de tomar as ruas.
Essa mobilização dos caminhoneiros se soma a várias lutas que estão ocorrendo. É hora de unificar essas lutas, construir uma pauta comum que some as justas reivindicações dos caminhoneiros com às dos demais trabalhadores e chamar uma Greve Geral que pare o Brasil. Para baixar o preço do combustível, mas também para baixar o preço do gás de cozinha.
A crise que está sendo jogada nas costas dos trabalhadores faz com que muitas famílias tenham que voltar aos fogões a lenha para cozinhar. Isso é reflexo da política de privatização da Petrobrás, levada a cabo pelos governos do PT e aprofundada pelo governo-zumbi Temer.
A alta dos preços é causada pela política de privatização da Petrobrás. O governo tenta privatizar e desnacionalizar o refino, vendendo só óleo cru para fora. Quatro refinarias estão na mira da privatização. A serviço dessa política, a direção da empresa, do PSDB, estabeleceu uma política de reajustes diários de acordo com a variação do câmbio e dos preços internacionais.
É preciso reestatizar a Petrobrás e coloca-la sob o controle dos trabalhadores e não de políticos corruptos, que produza para a população e não um punhado de acionistas da bolsa de Nova Iorque.
A greve geral está na ordem do dia. As centrais sindicais, em particular a CUT e a Força Sindical, devem atender ao chamado da CSP Conlutas para a construção da greve, que paute o fim do desemprego em massa, que lute pela redução da jornada de trabalho sem a redução dos salários; que revogue a reforma trabalhista que só precariza direitos e aumenta o desemprego; contra qualquer tipo de reforma da Previdência; que revogue o teto dos gastos públicos. E para botar pra fora Temer já!
Nas lutas dos trabalhadores em defesa de seus direitos e reivindicações, continuaremos fazendo um chamado à rebelião e defendendo um projeto socialista. Para mudar de vez essa situação, impedir a entrega do país, acabar com o desemprego, com a violência, com a corrupção e garantir condições dignas de vida para a maioria, será preciso derrotar os de cima (os banqueiros e as grandes empresas multinacionais e nacionais) e conquistar um governo socialista dos trabalhadores que governo por conselhos populares.
* Vera Lúcia, sindicalista, é pré-candidata a Presidente da República pelo PSTU