Secretário reúne diretores e avalia impacto da greve dos caminhoneiros na Saúde

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Publicada em 29/05/2018 às 03:34:00

 

O Secretário de Estado da Saúde, Valberto de Oliveira Lima, reuniu a sua equipe de diretores na manhã desta segunda-feira, para avaliar o impacto da greve dos caminhoneiros nos serviços de saúde. O objetivo foi traçar um diagnósticos em tempo real de como o Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), hospitais regionais, Maternidade Nossa Senhora de Lourdes , hospitais, maternidades conveniadas e  Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão em relação à escala de profissionais e abastecimento de medicamentos, insumos e equipamentos.
Para se chegar ao diagnóstico, os setores responsáveis pela Atenção Hospitalar e de Urgências realizou nas primeiras horas desta segunda-feira um levantamento junto a todos s unidades, seja próprias ou conveniadas, observando todos os aspectos que poderiam ser afetados pela crise nos postos de combustíveis em decorrência dos protestos dos caminhoneiros.
"Reunimos diretores e alguns coordenadores para uma avaliação desse final e semana e a conclusão é que a gente não teve grandes problemas que pudesse por em risco o nosso plano estratégico. Algumas intercorrências pontuais foram resolvidas, de forma que considero que todo planejamento feito foi cumprido à risca e foi muito positivo para chegar ao dia de hoje", declarou o secretário de Estado da saúde, Valberto de Oliveira Lima.
O diretor Operacional da Fundação Hospitalar de Saúde, Marcos Chou, falou sobre problemas nas escalas de médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e outros trabalhadores da Rede Hospitalar de Saúde. "As falhas nas escalas têm sido mais fortes no interior do Estado, por conta do deslocamento dos profissionais", enfatizou Chou, acrescentando que, quanto a insumos e materiais a situação está sob controle por enquanto, sem alteração no cenário das unidades próprias.
O diretor de Atenção Integral à Saúde, João Lima Júnior, fez um relato da situação das unidades hospitalares administradas pela Secretaria de Estado da Saúde e entidades conveniadas, retratando como principal preocupação a dificuldade de abastecimento da frota de ambulâncias. "Em Aracaju, nas UPAs Nestor Piva e Fernando Franco o ponto mais crítico foi o abastecimento de insumos", destacou João Lima, salientando o receio de que a parada obrigatória de parte da frota de ambulância sobrecarregue o Serviço de Atendimento Móvel de  Urgência (Samu).
A superintendente do Samu, Lúcia Maria Santos, apresentou um relato do desempenho do Serviço durante o período de crise e afirmou que, embora tenha sofrido algumas baixas nas escalas por conta dos profissionais que residem do outro lado dos limites sergipanos (Alagoas e Bahia), a situação foi controlada com algumas manobras. "Atendemos aos 75 municípios, temos 35 bases e atendemos todas as demandas sem perder o nosso padrão de excelência", atestou a superintendente.

O Secretário de Estado da Saúde, Valberto de Oliveira Lima, reuniu a sua equipe de diretores na manhã desta segunda-feira, para avaliar o impacto da greve dos caminhoneiros nos serviços de saúde. O objetivo foi traçar um diagnósticos em tempo real de como o Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), hospitais regionais, Maternidade Nossa Senhora de Lourdes , hospitais, maternidades conveniadas e  Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão em relação à escala de profissionais e abastecimento de medicamentos, insumos e equipamentos.
Para se chegar ao diagnóstico, os setores responsáveis pela Atenção Hospitalar e de Urgências realizou nas primeiras horas desta segunda-feira um levantamento junto a todos s unidades, seja próprias ou conveniadas, observando todos os aspectos que poderiam ser afetados pela crise nos postos de combustíveis em decorrência dos protestos dos caminhoneiros.
"Reunimos diretores e alguns coordenadores para uma avaliação desse final e semana e a conclusão é que a gente não teve grandes problemas que pudesse por em risco o nosso plano estratégico. Algumas intercorrências pontuais foram resolvidas, de forma que considero que todo planejamento feito foi cumprido à risca e foi muito positivo para chegar ao dia de hoje", declarou o secretário de Estado da saúde, Valberto de Oliveira Lima.
O diretor Operacional da Fundação Hospitalar de Saúde, Marcos Chou, falou sobre problemas nas escalas de médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e outros trabalhadores da Rede Hospitalar de Saúde. "As falhas nas escalas têm sido mais fortes no interior do Estado, por conta do deslocamento dos profissionais", enfatizou Chou, acrescentando que, quanto a insumos e materiais a situação está sob controle por enquanto, sem alteração no cenário das unidades próprias.
O diretor de Atenção Integral à Saúde, João Lima Júnior, fez um relato da situação das unidades hospitalares administradas pela Secretaria de Estado da Saúde e entidades conveniadas, retratando como principal preocupação a dificuldade de abastecimento da frota de ambulâncias. "Em Aracaju, nas UPAs Nestor Piva e Fernando Franco o ponto mais crítico foi o abastecimento de insumos", destacou João Lima, salientando o receio de que a parada obrigatória de parte da frota de ambulância sobrecarregue o Serviço de Atendimento Móvel de  Urgência (Samu).
A superintendente do Samu, Lúcia Maria Santos, apresentou um relato do desempenho do Serviço durante o período de crise e afirmou que, embora tenha sofrido algumas baixas nas escalas por conta dos profissionais que residem do outro lado dos limites sergipanos (Alagoas e Bahia), a situação foi controlada com algumas manobras. "Atendemos aos 75 municípios, temos 35 bases e atendemos todas as demandas sem perder o nosso padrão de excelência", atestou a superintendente.