MinC incentiva acesso do mercado cristão a mecanismos de fomento

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Publicada em 30/05/2018 às 05:50:00

 

O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, assegurou a profissionais do segmento cultural cristão que o Ministério da Cultura (MinC) não promoverá qualquer forma de discriminação a projetos do setor que recorram a mecanismos de fomento à cultura, como a Lei Rouanet e o Fundo setorial do Audiovisual (FSA). A declaração foi feita no Encontro Cultural de Economia Criativa Cristã, evento que reuniu, no Rio de Janeiro, cerca de 200 profissionais do segmento cultural cristão atuantes em cinema, televisão, rádio e indústria fonográfica.
"O Estado não pode discriminar ninguém, o Estado não pode praticar o preconceito. Vocês serão sempre bem-vindos e acolhidos no Ministério da Cultura, pois o que vocês fazem no seu dia a dia como artistas, como produtores culturais, é arte, é cultura".
Além do tratamento não excludente da economia criativa cristã e das demais formas de produção cultural existentes no país por parte do MinC, Sá Leitão destacou as oportunidades oferecidas por mecanismos públicos de fomento ao audiovisual, incluindo os R$ 471 milhões oferecidos por meio do programa #AudiovisualGeraFuturo - que consiste em editais para cinema e televisão destinados a ampliar a performance do produto brasileiro no mercado interno e externo.
"Temos R$ 1,43 bilhão na Lei Rouanet este ano e estamos empenhadíssimos em atingir essa marca. Parte dessa expansão pode se dar justamente no segmento cristão, onde temos um potencial de crescimento imenso", projetou o ministro.

O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, assegurou a profissionais do segmento cultural cristão que o Ministério da Cultura (MinC) não promoverá qualquer forma de discriminação a projetos do setor que recorram a mecanismos de fomento à cultura, como a Lei Rouanet e o Fundo setorial do Audiovisual (FSA). A declaração foi feita no Encontro Cultural de Economia Criativa Cristã, evento que reuniu, no Rio de Janeiro, cerca de 200 profissionais do segmento cultural cristão atuantes em cinema, televisão, rádio e indústria fonográfica.
"O Estado não pode discriminar ninguém, o Estado não pode praticar o preconceito. Vocês serão sempre bem-vindos e acolhidos no Ministério da Cultura, pois o que vocês fazem no seu dia a dia como artistas, como produtores culturais, é arte, é cultura".
Além do tratamento não excludente da economia criativa cristã e das demais formas de produção cultural existentes no país por parte do MinC, Sá Leitão destacou as oportunidades oferecidas por mecanismos públicos de fomento ao audiovisual, incluindo os R$ 471 milhões oferecidos por meio do programa #AudiovisualGeraFuturo - que consiste em editais para cinema e televisão destinados a ampliar a performance do produto brasileiro no mercado interno e externo.
"Temos R$ 1,43 bilhão na Lei Rouanet este ano e estamos empenhadíssimos em atingir essa marca. Parte dessa expansão pode se dar justamente no segmento cristão, onde temos um potencial de crescimento imenso", projetou o ministro.