Temer, Maia e Eunício pedem que caminhoneiros voltem ao trabalho

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Publicada em 30/05/2018 às 05:54:00

 

Marcelo Brandão
Agência Brasil
 
O presidentes da República, Michel Temer, da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), divulgaram nota conjunta em que conclamam os caminhoneiros a voltarem ao trabalho. A nota foi divulgada na tarde desta terça-feira pela assessoria do Palácio do Planalto.
"Em face do acordo firmado para pôr fim à greve dos caminhoneiros, que tiveram as suas reivindicações acolhidas, os presidentes da República, Michel Temer, do Senado Federal, Eunício Oliveira, e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, conclamam todos os envolvidos nas manifestações a retornarem ao trabalho e propiciar normalidade à vida de todos os brasileiros", diz a nota.
Na última quinta-feira (24) o governo fechou acordo com parte das entidades representantes dos caminhoneiros. Foram acordados 12 itens, entre eles a redução do preço do diesel em 10% nas refinarias por 30 dias. Mesmo após esse acordo, os caminhoneiros continuaram a paralisação. No último domingo (27), Temer voltou a negociar com a categoria e acertou uma queda de R$ 0,46 no valor do combustível nas bombas por 60 dias.
O acordo firmado no domingo, e anunciado por Temer em um pronunciamento no mesmo dia, também estabelece o fim da cobrança de pedágio para caminhões que trafegarem com eixo suspenso em todo território nacional. Mas uma das principais reivindicações da categoria é a isenção do PIS/Cofins sobre o óleo diesel, que ainda segue em discussão no Congresso.
A nota afirma que Executivo e Legislativo se comprometem a "aprovar e colocar em prática, no menor tempo possível, todos os itens do acordo".
Temer, Eunício e Maia também falam na "necessidade de abastecer todos os setores da economia" e pedem que a manifestação não adote tom político. "Importante ainda evitar que, tendo alcançado seus objetivos, esse movimento venha a ser usado com objetivos políticos. Temos certeza de que o desejo de toda família brasileira é garantir a normalidade do abastecimento e assegurar a retomada da economia".

O presidentes da República, Michel Temer, da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), divulgaram nota conjunta em que conclamam os caminhoneiros a voltarem ao trabalho. A nota foi divulgada na tarde desta terça-feira pela assessoria do Palácio do Planalto.
"Em face do acordo firmado para pôr fim à greve dos caminhoneiros, que tiveram as suas reivindicações acolhidas, os presidentes da República, Michel Temer, do Senado Federal, Eunício Oliveira, e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, conclamam todos os envolvidos nas manifestações a retornarem ao trabalho e propiciar normalidade à vida de todos os brasileiros", diz a nota.
Na última quinta-feira (24) o governo fechou acordo com parte das entidades representantes dos caminhoneiros. Foram acordados 12 itens, entre eles a redução do preço do diesel em 10% nas refinarias por 30 dias. Mesmo após esse acordo, os caminhoneiros continuaram a paralisação. No último domingo (27), Temer voltou a negociar com a categoria e acertou uma queda de R$ 0,46 no valor do combustível nas bombas por 60 dias.
O acordo firmado no domingo, e anunciado por Temer em um pronunciamento no mesmo dia, também estabelece o fim da cobrança de pedágio para caminhões que trafegarem com eixo suspenso em todo território nacional. Mas uma das principais reivindicações da categoria é a isenção do PIS/Cofins sobre o óleo diesel, que ainda segue em discussão no Congresso.
A nota afirma que Executivo e Legislativo se comprometem a "aprovar e colocar em prática, no menor tempo possível, todos os itens do acordo".
Temer, Eunício e Maia também falam na "necessidade de abastecer todos os setores da economia" e pedem que a manifestação não adote tom político. "Importante ainda evitar que, tendo alcançado seus objetivos, esse movimento venha a ser usado com objetivos políticos. Temos certeza de que o desejo de toda família brasileira é garantir a normalidade do abastecimento e assegurar a retomada da economia".