Petroleiros entram em greve e pedem saída de Parente

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Publicada em 31/05/2018 às 10:11:00

 

Os petroleiros de Sergipe aderiram à greve nacional de 72 horas, deflagrada ontem. Durante a manhã, eles fizeram protestos na porta da sede da Petrobras, na rua Acre (zona oeste); no Tecarmo (zona de expansão), e na unidade do município de Carmopólis, onde fica o campo de exploração mais antigo do país. Segundo o Sindipetro, alguns serviços foram mantidos, mas a adesão da categoria foi quase total, de cerca de 90%. 
No Campo Terrestre de Sergipe, 90% dos petroleiros próprios do regime administrativo aderiram à greve na Base de Carmópolis. Na Estação de Bom Sucesso houve adesão do turno, com corte de rendição. No Polo Atalaia-SE houve adesão de todos os petroleiros próprios, exceto os gerentes. E na sede da Rua Acre, entidades sindicais, movimentos e partidos compareceram para declarar apoio à greve. Cerca aderiram à greve.
Os servidores protestam contra a política de preços estabelecida pela Petrobras e a possível não privatização da estatal. Eles também questionam o fechamento da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen), em Laranjeiras, que foi anunciado em abril e adiado para outubro. A paralisação dos petroleiros no estado ocorre também em solidariedade ao movimento dos caminhoneiros. A categoria quer ainda a revogação da reforma trabalhista, a saída de Pedro Parente da presidência da Petrobras e a diminuição da jornada de trabalho para 36 horas semanais. 

Os petroleiros de Sergipe aderiram à greve nacional de 72 horas, deflagrada ontem. Durante a manhã, eles fizeram protestos na porta da sede da Petrobras, na rua Acre (zona oeste); no Tecarmo (zona de expansão), e na unidade do município de Carmopólis, onde fica o campo de exploração mais antigo do país. Segundo o Sindipetro, alguns serviços foram mantidos, mas a adesão da categoria foi quase total, de cerca de 90%. 
No Campo Terrestre de Sergipe, 90% dos petroleiros próprios do regime administrativo aderiram à greve na Base de Carmópolis. Na Estação de Bom Sucesso houve adesão do turno, com corte de rendição. No Polo Atalaia-SE houve adesão de todos os petroleiros próprios, exceto os gerentes. E na sede da Rua Acre, entidades sindicais, movimentos e partidos compareceram para declarar apoio à greve. Cerca aderiram à greve.
Os servidores protestam contra a política de preços estabelecida pela Petrobras e a possível não privatização da estatal. Eles também questionam o fechamento da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen), em Laranjeiras, que foi anunciado em abril e adiado para outubro. A paralisação dos petroleiros no estado ocorre também em solidariedade ao movimento dos caminhoneiros. A categoria quer ainda a revogação da reforma trabalhista, a saída de Pedro Parente da presidência da Petrobras e a diminuição da jornada de trabalho para 36 horas semanais.