O gigante acordou

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Publicada em 31/05/2018 às 10:18:00

 

Desde o inicio da paralisação dos 
caminhoneiros em protesto aos 
constantes aumentos no preço do diesel pela Petrobras, que a população está apoiando a reivindicação da categoria que conseguiu paralisar o país.
Mesmo sendo afetado pela falta de combustível, pelas filas quilométricas nos postos, pelo desabastecimento e redução do transporte público, o povo brasileiro seguiu firme no apoio aos caminhoneiros.  
Agora que começou a desmobilização paulatina dos caminhoneiros por conta da aplicação de multas e utilização das forças armadas determinadas pelo presidente Michel Temer, após publicação de medida provisória estabelecendo uma redução no preço do diesel de R$ 0,46 por 60 dias e a garantia de reajuste do diesel somente uma vez por mês, o povo começou a ir para as ruas pela redução no preço da gasolina e do gás de cozinha.
A revolta agora do povo, e também dos caminhoneiros que resistem a repressão e permanecem paralisados,  é maior por saber que a intenção do governo Temer é fazer com que a população pague a conta pela redução do preço do diesel, através de aumentos de tributos.
O povo finalmente entendeu que os aumentos abusivos no preço dos combustíveis - um total de 121 nos dois anos do governo Temer, com um percentual de reajuste de 69%, quando o salário mínimo aumento apenas R$ 17,00 - visa apenas favorecer os acionistas da Petrobras. Isso graças à política de dolarização do preço do combustível, quando a Petrobras é uma empresa brasileira e a moeda no país é o real.
Como fez com os caminhoneiros, o presidente Temer colocou a polícia nas ruas para coibir a manifestação da população. Está havendo conflitos e bombas de gás lacrimogêneo são disparadas contra os manifestantes. Sem falar que o governo está investigando e intimando para depoimento quem levou alimentos para os caminhoneiros, como se fosse um crime.  
Depois da manifestação espontânea dos caminhoneiros e do povo contra os aumentos dos combustíveis e do gás de cozinha, agora são os petroleiros que resolveram cruzar os braços por 72 horas em apoio às reivindicações, assim como a política de privatização da Petrobras com a venda de refinarias.
Como não poderia ser diferente, o governo se mobilizou para conseguir na justiça uma liminar estabelecendo a ilegalidade da greve e pagamento de multa pelo descumprimento.  Conseguiu a liminar, mas os petroleiros não se intimidaram. Decidiram manter a paralisação.
Virou uma bola de neve, pois muitas categorias devem paralisar suas atividades em protesto a extorsão sofrida pelo povo brasileiro com o preço pago pelo litro do combustível e do gás de cozinha.
Demorou dois anos para o povo acordar e se revoltar contra a política neoliberal do presidente Temer.
Antes tarde do que nunca!

Desde o inicio da paralisação dos  caminhoneiros em protesto aos  constantes aumentos no preço do diesel pela Petrobras, que a população está apoiando a reivindicação da categoria que conseguiu paralisar o país.
Mesmo sendo afetado pela falta de combustível, pelas filas quilométricas nos postos, pelo desabastecimento e redução do transporte público, o povo brasileiro seguiu firme no apoio aos caminhoneiros.  
Agora que começou a desmobilização paulatina dos caminhoneiros por conta da aplicação de multas e utilização das forças armadas determinadas pelo presidente Michel Temer, após publicação de medida provisória estabelecendo uma redução no preço do diesel de R$ 0,46 por 60 dias e a garantia de reajuste do diesel somente uma vez por mês, o povo começou a ir para as ruas pela redução no preço da gasolina e do gás de cozinha.
A revolta agora do povo, e também dos caminhoneiros que resistem a repressão e permanecem paralisados,  é maior por saber que a intenção do governo Temer é fazer com que a população pague a conta pela redução do preço do diesel, através de aumentos de tributos.
O povo finalmente entendeu que os aumentos abusivos no preço dos combustíveis - um total de 121 nos dois anos do governo Temer, com um percentual de reajuste de 69%, quando o salário mínimo aumento apenas R$ 17,00 - visa apenas favorecer os acionistas da Petrobras. Isso graças à política de dolarização do preço do combustível, quando a Petrobras é uma empresa brasileira e a moeda no país é o real.
Como fez com os caminhoneiros, o presidente Temer colocou a polícia nas ruas para coibir a manifestação da população. Está havendo conflitos e bombas de gás lacrimogêneo são disparadas contra os manifestantes. Sem falar que o governo está investigando e intimando para depoimento quem levou alimentos para os caminhoneiros, como se fosse um crime.  
Depois da manifestação espontânea dos caminhoneiros e do povo contra os aumentos dos combustíveis e do gás de cozinha, agora são os petroleiros que resolveram cruzar os braços por 72 horas em apoio às reivindicações, assim como a política de privatização da Petrobras com a venda de refinarias.
Como não poderia ser diferente, o governo se mobilizou para conseguir na justiça uma liminar estabelecendo a ilegalidade da greve e pagamento de multa pelo descumprimento.  Conseguiu a liminar, mas os petroleiros não se intimidaram. Decidiram manter a paralisação.
Virou uma bola de neve, pois muitas categorias devem paralisar suas atividades em protesto a extorsão sofrida pelo povo brasileiro com o preço pago pelo litro do combustível e do gás de cozinha.
Demorou dois anos para o povo acordar e se revoltar contra a política neoliberal do presidente Temer.
Antes tarde do que nunca!

 

Estatística

Pesquisa do Datafolha divulgada ontem mostra que 87% dos brasileiros apoiam a paralisação dos caminhoneiros, que chega hoje ao 11º dia em boa parte do país, inclusive Sergipe. Revelou também que o mesmo percentual dos brasileiros rejeita cortes no orçamento e aumento de imposto para atender às reivindicações da categoria.

 

Cara de pau

No auge da crise no país, por conta dos constantes aumentos dos combustíveis, a Petrobras anunciou ontem mais um reajuste. O 122º aumento no governo Temer foi de 0, 74%. Muita ousadia e cara de pau deste governo nefasto ao povo brasileiro.     

 

Com o povo

Do ex-governador Jackson Barreto (MDB) sobre a crise no país: "O Brasil não pode aceitar esta política que destrói os direitos dos trabalhadores e expõe o país aos altos índices de fome e miséria. A greve dos caminhoneiros foi apenas um reflexo e temos que nos unir para dar um freio na situação. Eu sei de que lado estou e é junto do povo".

 

Esperando a unidade

O pré-candidato a Senador, deputado federal André Moura (PSC), continua afirmando que espera o PRB por inteiro no grupo da oposição e não rachado como está - apenas com as presenças dos líderes Heleno Silva, pré-candidato ao Senado, e do deputado federal Jony Marcos - e que se não ocorrer a unidade poderá haver questionamentos do agrupamento mais na frente. Reafirmou isso ontem no programa de Gilmar Carvalho.

 

Com Belivaldo

Continuam apoiando o governador Belivaldo Chagas (PSD), que é pré-candidato ao governo, as lideranças do PRB: deputado estadual Jairo de Glória, a vice-prefeita Adriana Leite (Estância), o ex-prefeito Ivan Leite (Estância) e o vereador de Aracaju pastor Carlito Alves, entre outros líderes do partido do interior.

 

Otimista

Em conversa com a coluna, Heleno declarou não ter dúvidas que o deputado Jairo de Glória vai está com ele nas eleições deste ano. "Jairo não vai faltar com Heleno. Somos irmãos, somos amigos. A consciência dele vai falar".

 

Encantado

Heleno disse está impressionado com o crescimento da sua pré-candidatura e com a união do seu novo agrupamento político. "Bloco de Eduardo [Amorim] e André [Moura] fechado com Heleno. Impressionante a união".

 

Ponto de vista

De Heleno ao ser questionado como ver o fato de vários prefeitos declararem que vão votar para o Senado em Jackson Barreto (MDB) e André Moura (PSC) e se isso não prejudica sua pré-candidatura: "No governo tem 30 prefeitos que votam em André. Da parte do grupo Eduardo e André não. Até agora não vi nenhum prefeito daqui falar que vota em JB. Os três principais, os de Itabaiana, Estância e Lagarto, por exemplo, nada de JB!", afirmou.

 

Vexame em cemitério 1

Durante sepultamento ontem do ex-vice-governador José Carlos Teixeira, o ex-vereador Marcélio Bomfim causou constrangimento pelo discurso que fez. Foi quando pediu perdão pelas traições contra Teixeira em 1986, quando disputou o governo e ele e os companheiros, a exemplo de Jackson Barreto, Edvaldo Nogueira e Wellington Mangueira, os traíram votando com Antônio Carlos Valadares para governador.

 

Vexame em cemitério 2

Enfatizou Marcélio que muitos, a exemplo dele, não foram presos, torturados e talvez até mortos durante a ditadura militar por causa de José Carlos Teixeira. Voltou a pedir perdão e reconheceu que estavam errados e que Sergipe seria outro estado se Teixeira ganhasse as eleições em 1986. O ex-vereador ainda tirou o prefeito Edvaldo Nogueira da relação de oradores.

 

Vexame no cemitério 3

Constrangido com o discurso de Marcélio, o ex-governador Jackson Barreto deixou o local do sepultamento do amigo e companheiro José Carlos Teixeira, que sempre esteve no PMDB, foi presidente do partido, lutou contra a ditadura, pelas diretas já e redemocratização do país.

 

Vexame no cemitério 4

Outros que sucederam Marcélio no discurso foram na mesma linha dele, a exemplo do advogado Nilton Vieira.

 

Registro

A coluna tem informações de que Marcélio Bomfim foi um dos que mais incentivou o grupo a marchar ao lado de Valadares em 1986, o que acabou ocorrendo. Naquela eleição, o PMDB elegeu os governadores de todos os estados do país, menos o de Sergipe, onde o vencedor foi o candidato do PFL, partido oriundo da Arena e PDS, o hoje senador Valadares.  

 

Canal Xingó

O presidente nacional da Codesvasf, Avelino Neiva, assinou ontem, em Aracaju, a ordem de serviço do projeto básico da primeira etapa do Canal do Xingó, cuja verba no valor de R$ 11 milhões foi assegurada pelo deputado federal André Moura (PSC).  "Acabou uma novela que se arrasta há 25 anos. Não vou descansar enquanto não der um final feliz a essa novela, que é o Canal Xingó", afirmou André, enfatizando que a ordem de serviço é o primeiro passo para levar alegria aos sertanejos com a ampliação da oferta de água no semiárido em Sergipe.

 

Reação

No programa do radialista Jason Neto, na Aperipê FM, a deputada estadual Silvia Fontes (PDT) reagiu aos ataques do padre Joélio à sua pessoa, feitos nas redes sociais e divulgado ontem pela coluna, motivados pela sua reação em se referir como "mal educados" os que a vaiaram em solenidade do governo no município. Disse a parlamentar: "Não caíam na armadilha desse padre que só sabe semear o mal". 

 

Veja essa ...

Ontem, ao final celebração da missa de despedida de Dom Luciano Cabral Duarte, na Igreja Jesus Ressuscitado, Dom Lessa pediu à comunidade que rezasse uma Ave Maria para José Carlos Teixeira, para Dom Luciano e para o próximo que morresse dos que lá estavam presentes. Tinham muitos políticos na missa, entre eles o ex-governador Albano Franco, o ex-deputado federal João Fontes e o suplente de vereador Pedrinho Barreto.  Ave Maria!

 

Curtas

No próximo dia 6 de junho a REDE estará lançando os pré-candidatos nas eleições deste ano, às 18h, na Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Sergipe (AEASE).

 

O ex-vereador Dr Emerson terá seu nome pré-lançado para o governo e o delegado Alessandro Vieira como pré-candidato a Senador.

 

Do pré-candidato a governador Mendonça Prado (DEM): "A chapa majoritária que estamos compondo contemplará itens como renovação, honestidade e competência para cumprir as atribuições dos respectivos cargos. Estamos atentos às exigências da sociedade para melhorarmos o sistema político".

 

Por conta do Dia Mundial da Luta Contra o Tabaco, comemorado hoje, 31 de maio, o deputado federal Adelson Barreto (PR) discursou na tribuna da Câmara destacando que o consumo do tabaco mata mais de sete milhões de pessoas por ano no mundo e é uma ameaça para todos por poluir o ar em ambientes fechados.

 

"Comparada com outras capitais, Aracaju é a cidade com menor prevalência do índice de fumantes", frisou o deputado, alertando que isso sirva de incentivo e de estímulo para outras capitais e para outros Estados do país.