A História registra o que ficou na História

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Publicada em 31/05/2018 às 10:23:00

 

* Rômulo Rodrigues
A história antiga registra uma prática que pode estar sendo recorrente hoje e responsável pelo caos instalado no Brasil com o objetivo de fazer o País retroceder décadas na sua importância econômica, no desenvolvimento social e na estabilidade política.
No período compreendido entre,  509-31 a.C, destacou-se  a figura de um Pretor, equivalente a Ministro da Suprema Corte, que tinha o nome pomposo de Lucius Antonius Rufus Appius, que ganhou notoriedade por ser um contumaz vendedor de sentenças a quem lhe paga-se o melhor preço.
A História não registra, mas não é difícil desconfiar, que antes da sentença houvesse o expediente de obter delação premiada para corroborar a decisão do Juiz.
A contemporaneidade desta prática, é que o Juiz deixou suas pegadas registradas na História, talvez, pela soberba, ao assinar suas sentenças com a abreviação destacada assim; L.A.R Appius, que logo a irreverência popular alcunhou de Larapius, vindo o Neologismo servir de sinônimo para Ladrão, Gatuno e equivalentes.
Uso o termo contemporaneidade, porque tal prática está muito identificada com o que tem sido dito por Tacla Duran e Figueiredo Bastos que afirmam a existência de uma organização criminosa nas, cada vez, menos acreditadas delações de Curitiba, que chegam a contaminar as relações de muita proximidade entre o Advogado Zucolloto e o Pretor Mor da Lava Jato e sua exibida Primeira Dama.
Até aqui, pairam dúvidas; uma sentença condenatória como a aplicada contra Lula, cujo objetivo central é retirá-lo da disputa eleitoral, quanto teria rendido ao Juiz L.A.R. APPIUS?
Como reagiria o povo daquelas parcas eras ao saber que o magistrado condenou o Réu, líder absoluto em todas as pesquisas eleitorais, por um crime que, segundo as suas convicções ele iria cometer?
Como ficaria a aceitação do Pretor se ele, nos dias atuais, viajasse à capital do País que faz uma guerra de ocupação na sua República, às custas do ocupante, com hospedagens pagas para ele e sua esposa, no Hotel mais caro de lá, com a consorte ostentando luxuosa bolsa cujo valor corresponde a quase metade do seu salário e vestimentas que consumiriam seu salário integral e ainda posando para fotos ao lado de Traidores?
Por tudo isso, não é surpresa que tais questionamentos estejam sendo respondidos pelo constante crescimento da aprovação e de intenções de votos em quem está preso e no aumento constante da desaprovação de quem condenou e mandou prender um inocente; do seu partido e dos partidos que lhe dão sustentação.
Para confirmar que o povo repudia o golpe é só ler os resultados das últimas pesquisas dos Institutos IPSOS, MDA, VOX POPULLI e IBOPE, onde o povo impulsiona a popularidade de Lula e indica que ele poderá vencer as eleições no primeiro turno e esvazia a antes glamorosa aceitação do Juiz de Curitiba e seus candidatos do antipetismo.
O próprio Pretor curitibano contribui para sua desaprovação ao ter sido flagrado em convescote com Aécio, exibindo sua arrogância ao fazer campanha para João Dória ao governo de São Paulo, em Nova York, curvando-se em reverência a Michel Temer, abraçado a Carpez, Rei do roubo da Merenda Escolar de São Paulo e fazendo salamaleque para Geraldo Alckmin.
Ao ser questionado sobre as fotos com Dória, foi sarcástico; Lula também tirou fotos com políticos, o que prova que Lula é o seu fetiche. Porém, esqueceu que Lula foi Presidente da República por oito anos e aparecia em fotos protocolares, enquanto ele aparece em fotos com corruptos, em convescotes, coisa que Juiz que se respeita, não deve fazer.
A perseguição desenfreada a Lula e sua prisão, acordaram milhões de adormecidos, fazendo-os enxergar as mentiras diárias da grande mídia: o golpe fracassou e só conseguirá sobrevida, mesmo precariamente, se as artimanhas da Ministra Carmem Lucia e do Ministro Luiz Fux tiverem sucesso na jogada suja de suspensão do processo eleitoral, que jogará o Brasil num inferno tal, que nem Dante imaginaria.
Diante do óbvio, a grande mídia reconhece em seus jornalões que o insucesso do golpe se dá pela absoluta falta de lideranças, ao mesmo tempo em que insiste na insanidade de manter preso, sem crime e com provas falsas, o único homem capaz de tirar o País do buraco em que eles enfiaram.
A pesquisa Vox Populli do final de semana traz números inquestionáveis; enquanto lula continua subindo nas intenções de votos, chegando a 39%, a soma de todos os outros pesquisados só chega a 30%, o que dá vitória no primeiro turno.
A mídia insista em não enxergar a realidade: o Governo Temer acabou de acabar e no movimento "suspeito" dos caminhoneiros, quem governou de fato foi Pedro Parente, que recebia ordens vindas diretamente das petroleiras, através de Miriam Leitão.
A política imposta por Parente objetiva distribuir lucros aos acionistas e empobrecer a já pobre classe média, que apoiou o golpe. O que soa estranho no movimento, dito grevista, é que não tem Pauta tipo: aumento de salário; recuperação de perdas salariais; jornada de trabalho; plano de saúde; percentual sobre horas extras, comuns em qualquer pauta de reivindicação, de qualquer categoria.
Um alerta aos que caem no engodo das privatizações: quando tudo for privado, você será privado de tudo.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

A história antiga registra uma prática que pode estar sendo recorrente hoje e responsável pelo caos instalado no Brasil com o objetivo de fazer o País retroceder décadas na sua importância econômica, no desenvolvimento social e na estabilidade política.
No período compreendido entre,  509-31 a.C, destacou-se  a figura de um Pretor, equivalente a Ministro da Suprema Corte, que tinha o nome pomposo de Lucius Antonius Rufus Appius, que ganhou notoriedade por ser um contumaz vendedor de sentenças a quem lhe paga-se o melhor preço.
A História não registra, mas não é difícil desconfiar, que antes da sentença houvesse o expediente de obter delação premiada para corroborar a decisão do Juiz.
A contemporaneidade desta prática, é que o Juiz deixou suas pegadas registradas na História, talvez, pela soberba, ao assinar suas sentenças com a abreviação destacada assim; L.A.R Appius, que logo a irreverência popular alcunhou de Larapius, vindo o Neologismo servir de sinônimo para Ladrão, Gatuno e equivalentes.
Uso o termo contemporaneidade, porque tal prática está muito identificada com o que tem sido dito por Tacla Duran e Figueiredo Bastos que afirmam a existência de uma organização criminosa nas, cada vez, menos acreditadas delações de Curitiba, que chegam a contaminar as relações de muita proximidade entre o Advogado Zucolloto e o Pretor Mor da Lava Jato e sua exibida Primeira Dama.
Até aqui, pairam dúvidas; uma sentença condenatória como a aplicada contra Lula, cujo objetivo central é retirá-lo da disputa eleitoral, quanto teria rendido ao Juiz L.A.R. APPIUS?
Como reagiria o povo daquelas parcas eras ao saber que o magistrado condenou o Réu, líder absoluto em todas as pesquisas eleitorais, por um crime que, segundo as suas convicções ele iria cometer?
Como ficaria a aceitação do Pretor se ele, nos dias atuais, viajasse à capital do País que faz uma guerra de ocupação na sua República, às custas do ocupante, com hospedagens pagas para ele e sua esposa, no Hotel mais caro de lá, com a consorte ostentando luxuosa bolsa cujo valor corresponde a quase metade do seu salário e vestimentas que consumiriam seu salário integral e ainda posando para fotos ao lado de Traidores?
Por tudo isso, não é surpresa que tais questionamentos estejam sendo respondidos pelo constante crescimento da aprovação e de intenções de votos em quem está preso e no aumento constante da desaprovação de quem condenou e mandou prender um inocente; do seu partido e dos partidos que lhe dão sustentação.
Para confirmar que o povo repudia o golpe é só ler os resultados das últimas pesquisas dos Institutos IPSOS, MDA, VOX POPULLI e IBOPE, onde o povo impulsiona a popularidade de Lula e indica que ele poderá vencer as eleições no primeiro turno e esvazia a antes glamorosa aceitação do Juiz de Curitiba e seus candidatos do antipetismo.
O próprio Pretor curitibano contribui para sua desaprovação ao ter sido flagrado em convescote com Aécio, exibindo sua arrogância ao fazer campanha para João Dória ao governo de São Paulo, em Nova York, curvando-se em reverência a Michel Temer, abraçado a Carpez, Rei do roubo da Merenda Escolar de São Paulo e fazendo salamaleque para Geraldo Alckmin.
Ao ser questionado sobre as fotos com Dória, foi sarcástico; Lula também tirou fotos com políticos, o que prova que Lula é o seu fetiche. Porém, esqueceu que Lula foi Presidente da República por oito anos e aparecia em fotos protocolares, enquanto ele aparece em fotos com corruptos, em convescotes, coisa que Juiz que se respeita, não deve fazer.
A perseguição desenfreada a Lula e sua prisão, acordaram milhões de adormecidos, fazendo-os enxergar as mentiras diárias da grande mídia: o golpe fracassou e só conseguirá sobrevida, mesmo precariamente, se as artimanhas da Ministra Carmem Lucia e do Ministro Luiz Fux tiverem sucesso na jogada suja de suspensão do processo eleitoral, que jogará o Brasil num inferno tal, que nem Dante imaginaria.
Diante do óbvio, a grande mídia reconhece em seus jornalões que o insucesso do golpe se dá pela absoluta falta de lideranças, ao mesmo tempo em que insiste na insanidade de manter preso, sem crime e com provas falsas, o único homem capaz de tirar o País do buraco em que eles enfiaram.
A pesquisa Vox Populli do final de semana traz números inquestionáveis; enquanto lula continua subindo nas intenções de votos, chegando a 39%, a soma de todos os outros pesquisados só chega a 30%, o que dá vitória no primeiro turno.
A mídia insista em não enxergar a realidade: o Governo Temer acabou de acabar e no movimento "suspeito" dos caminhoneiros, quem governou de fato foi Pedro Parente, que recebia ordens vindas diretamente das petroleiras, através de Miriam Leitão.
A política imposta por Parente objetiva distribuir lucros aos acionistas e empobrecer a já pobre classe média, que apoiou o golpe. O que soa estranho no movimento, dito grevista, é que não tem Pauta tipo: aumento de salário; recuperação de perdas salariais; jornada de trabalho; plano de saúde; percentual sobre horas extras, comuns em qualquer pauta de reivindicação, de qualquer categoria.
Um alerta aos que caem no engodo das privatizações: quando tudo for privado, você será privado de tudo.
* Rômulo Rodrigues é militante político