Mulheres são acusadas de espancar um rapaz até a morte

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Publicada em 02/06/2018 às 05:50:00

 

Duas mulheres foram presas em flagrante na noite desta quinta-feira, acusadas pela morte de Cleudeves Bispo dos Santos, 26 anos. Ele morreu depois de ter sido possivelmente agredido em uma escada de cimento na Avenida Matadouro, Bairro Olaria (zona oeste de Aracaju). O caso foi registrado por volta das 19h pela Polícia Militar, que foi acionada para apurar sobre uma briga em via pública e encontrou um corpo caído no chão, próximo à linha de trem e aparentemente desacordado.
A principal suspeita é de que Cleudeves teria sido morto pela ex-mulher, Layane Conceicao dos Santos, 27, durante uma luta corporal que ela travou com ele e com uma prima da acusada, Andrezza Thaise Cruz Custodio, 28. Segundo o registro da ocorrência na Delegacia Plantonista Norte, as duas admitiram ter agredido a vítima, mas não informaram o motivo. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a ação de duas mulheres que espancam o indivíduo, sendo que uma o agarra pelo pescoço e outra bate nele com um objeto, em meio a gritos e xingamentos. 
O SAMU foi acionado pela suspeita da agressão física que ao chegar no local constatou que o indivíduo já encontrava-se em óbito, não sendo necessário a remoção para unidade hospitalar. Em seguida o Instituto Médico-Legal (IML) e uma equipe do Instituto de Criminalística foram acionados. Um inquérito foi instaurado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). 
Segundo a SSP, as duas foram presas pelo crime de homicídio e apresentadas em audiência de custódia ontem à tarde. Layane e Andrezza foram liberadas pela juíza Maria Diorlanda Castro Nóbrega, que entendeu não haver indícios suficientes para comprovar a participação delas no crime. "Inexistem, por ora, pelos depoimentos colhidos no auto de prisão em flagrante, a certeza necessária quanto ao cometimento de crime, bem como quanto ao suficiente indício de autoria, sendo certo que as acusadas chegaram a chamar a equipe do SAMU ao local, inexistindo ainda o laudo do exame cadavérico da suposta vítima", diz a decisão da juíza. As duas responderão ao processo em liberdade. 

Duas mulheres foram presas em flagrante na noite desta quinta-feira, acusadas pela morte de Cleudeves Bispo dos Santos, 26 anos. Ele morreu depois de ter sido possivelmente agredido em uma escada de cimento na Avenida Matadouro, Bairro Olaria (zona oeste de Aracaju). O caso foi registrado por volta das 19h pela Polícia Militar, que foi acionada para apurar sobre uma briga em via pública e encontrou um corpo caído no chão, próximo à linha de trem e aparentemente desacordado.
A principal suspeita é de que Cleudeves teria sido morto pela ex-mulher, Layane Conceicao dos Santos, 27, durante uma luta corporal que ela travou com ele e com uma prima da acusada, Andrezza Thaise Cruz Custodio, 28. Segundo o registro da ocorrência na Delegacia Plantonista Norte, as duas admitiram ter agredido a vítima, mas não informaram o motivo. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a ação de duas mulheres que espancam o indivíduo, sendo que uma o agarra pelo pescoço e outra bate nele com um objeto, em meio a gritos e xingamentos. 
O SAMU foi acionado pela suspeita da agressão física que ao chegar no local constatou que o indivíduo já encontrava-se em óbito, não sendo necessário a remoção para unidade hospitalar. Em seguida o Instituto Médico-Legal (IML) e uma equipe do Instituto de Criminalística foram acionados. Um inquérito foi instaurado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). 
Segundo a SSP, as duas foram presas pelo crime de homicídio e apresentadas em audiência de custódia ontem à tarde. Layane e Andrezza foram liberadas pela juíza Maria Diorlanda Castro Nóbrega, que entendeu não haver indícios suficientes para comprovar a participação delas no crime. "Inexistem, por ora, pelos depoimentos colhidos no auto de prisão em flagrante, a certeza necessária quanto ao cometimento de crime, bem como quanto ao suficiente indício de autoria, sendo certo que as acusadas chegaram a chamar a equipe do SAMU ao local, inexistindo ainda o laudo do exame cadavérico da suposta vítima", diz a decisão da juíza. As duas responderão ao processo em liberdade.