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Publicada em 02/06/2018 às 06:12:00

 

De pouco adiantam as lágrimas 
derramadas em memória dos 
policiais abatidos no cumprimento do dever. A falência das políticas de segurança pública, atestada por todas as estatísticas relacionadas à incidência de crimes violentos cometidos em Sergipe, foi tomada por um fato pronto e acabado e, como tal, já não enseja qualquer reação.
Anteontem, a servidora pública Eliana Costa da Silva, sargento da Polícia Militar, foi morta a poucos metros de casa. As circunstâncias do episódio pouco importam. Certo é que mais um policial foi abatido. A bem da verdade, ninguém está seguro.
Os gargalos da segurança pública são conhecidos de todos, diferente das medidas adotadas para enfrentar o problema. O número de homens encarregados da segurança dos sergipanos, por exemplo, ainda é um dos principais óbices das políticas públicas voltadas para o setor. O desamparo do interior do Estado é a evidência mais eloquente. Mas diversos episódios, a morte de policiais em confronto com a bandidagem, provam que não há privilégio em matéria de insegurança no estado de Sergipe.
Sergipe virou a terra do salve-se quem puder. Se nem mesmo os agentes da Lei estão a salvo da tocaia grande armada pelos criminosos, o grosso da população ergue as mãos para o céu, na esperança de voltar para casa sã e salva. Uma garantia que a polícia militar sergipana, responsável pelo policiamento ostensivo, se mostra incapaz de assegurar aos servidores da própria corporação.

De pouco adiantam as lágrimas  derramadas em memória dos  policiais abatidos no cumprimento do dever. A falência das políticas de segurança pública, atestada por todas as estatísticas relacionadas à incidência de crimes violentos cometidos em Sergipe, foi tomada por um fato pronto e acabado e, como tal, já não enseja qualquer reação.
Anteontem, a servidora pública Eliana Costa da Silva, sargento da Polícia Militar, foi morta a poucos metros de casa. As circunstâncias do episódio pouco importam. Certo é que mais um policial foi abatido. A bem da verdade, ninguém está seguro.
Os gargalos da segurança pública são conhecidos de todos, diferente das medidas adotadas para enfrentar o problema. O número de homens encarregados da segurança dos sergipanos, por exemplo, ainda é um dos principais óbices das políticas públicas voltadas para o setor. O desamparo do interior do Estado é a evidência mais eloquente. Mas diversos episódios, a morte de policiais em confronto com a bandidagem, provam que não há privilégio em matéria de insegurança no estado de Sergipe.
Sergipe virou a terra do salve-se quem puder. Se nem mesmo os agentes da Lei estão a salvo da tocaia grande armada pelos criminosos, o grosso da população ergue as mãos para o céu, na esperança de voltar para casa sã e salva. Uma garantia que a polícia militar sergipana, responsável pelo policiamento ostensivo, se mostra incapaz de assegurar aos servidores da própria corporação.