GR brasileira inicia Jogos Sul-Americanos

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Publicada em 05/06/2018 às 06:21:00

 

Nesta segunda-feira, 4 teve início a participação da ginástica rítmica do Brasil nos Jogos Sul-Americanos de Cochabamba, na Bolívia. O Brasil, depois de conquistar 21 medalhas na ginástica artística e uma no trampolim, tem grandes expectativas para a modalidade.
O País disputará o campeonato com a Seleção de Conjunto e duas atletas pela Seleção Individual: Natália Gaudio e Bárbara Domingos. As ginastas chegaram à Bolívia e fizeram os treinos de adaptação ao clima e, principalmente, à altitude local. "Chegamos bem, a Vila Olímpica é bem estruturada. O primeiro treino foi um pouco mais difícil, porque elas estranharam bastante a altitude, mas agora já estão mais adaptadas a essa questão", contou a coordenadora do comitê técnico de ginástica rítmica da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Renata Teixeira.
- Temos as melhores expectativas. A competição individual deve ser bem acirrada. Há ginastas bem preparadas também de outros países como Argentina, Venezuela, mas estamos muito confiantes porque treinamos muito bem. E, as meninas do conjunto também. Acredito que vai dar tudo certo", acrescentou Renata.

Nesta segunda-feira, 4 teve início a participação da ginástica rítmica do Brasil nos Jogos Sul-Americanos de Cochabamba, na Bolívia. O Brasil, depois de conquistar 21 medalhas na ginástica artística e uma no trampolim, tem grandes expectativas para a modalidade.
O País disputará o campeonato com a Seleção de Conjunto e duas atletas pela Seleção Individual: Natália Gaudio e Bárbara Domingos. As ginastas chegaram à Bolívia e fizeram os treinos de adaptação ao clima e, principalmente, à altitude local. "Chegamos bem, a Vila Olímpica é bem estruturada. O primeiro treino foi um pouco mais difícil, porque elas estranharam bastante a altitude, mas agora já estão mais adaptadas a essa questão", contou a coordenadora do comitê técnico de ginástica rítmica da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Renata Teixeira.
- Temos as melhores expectativas. A competição individual deve ser bem acirrada. Há ginastas bem preparadas também de outros países como Argentina, Venezuela, mas estamos muito confiantes porque treinamos muito bem. E, as meninas do conjunto também. Acredito que vai dar tudo certo", acrescentou Renata.