Corredor Cultural realizará mostra alusiva ao ciclo junino

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Publicada em 06/06/2018 às 06:33:00

 

Culminando com o período dos festejos juninos, seguramente uma das maiores manifestações do povo nordestino, o "Corredor Cultural Wellington dos Santos", 'Irmão', espaço que há três anos ilustra a sede da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), prossegue valorizando a arte e a cultura sergipana, e nesta quarta edição do corrente ano vai exaltar o tema: "Bodegas: Memórias de Aracaju e o Ciclo Junino".
A exposição que será festivamente inaugurada nesta quinta-feira, 7 de junho, às 10h30, pelo secretário João Augusto Gama, vai fazer um resgate no modus vivendi da população, em tempos remotos, relembrando a importância que as quase extintas bodegas exerciam na vida dos aracajuanos, sem deixar de lado o ciclo junino, ressaltando que esses tradicionais estabelecimentos comerciais eram na sua maioria responsáveis pela venda de produtos inerentes aos festejos, o que certamente, colaboravam efetivamente na firmeza e manutenção das tradições. 
Apesar de estarem quase em extinção e de algumas ainda se manterem intactas resistindo ao tempo e às modernidades inerentes aos novos tempos, as bodegas sempre fizeram parte da vida dos aracajuanos e muitas delas se transformaram em mercearias, barzinhos ou botequins.
Mantendo firme o trabalho e o objetivo de sempre divulgar a arte e os artistas sergipanos em três modalidades: pintura, escultura e fotografia, podendo também fazer incursão da xilogravura, a cada edição o Corredor Cultural Wellington dos Santos, 'Irmão', aproveita o teor multicultural e festivo do evento para também prestar homenagens.

Culminando com o período dos festejos juninos, seguramente uma das maiores manifestações do povo nordestino, o "Corredor Cultural Wellington dos Santos", 'Irmão', espaço que há três anos ilustra a sede da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), prossegue valorizando a arte e a cultura sergipana, e nesta quarta edição do corrente ano vai exaltar o tema: "Bodegas: Memórias de Aracaju e o Ciclo Junino".
A exposição que será festivamente inaugurada nesta quinta-feira, 7 de junho, às 10h30, pelo secretário João Augusto Gama, vai fazer um resgate no modus vivendi da população, em tempos remotos, relembrando a importância que as quase extintas bodegas exerciam na vida dos aracajuanos, sem deixar de lado o ciclo junino, ressaltando que esses tradicionais estabelecimentos comerciais eram na sua maioria responsáveis pela venda de produtos inerentes aos festejos, o que certamente, colaboravam efetivamente na firmeza e manutenção das tradições. 
Apesar de estarem quase em extinção e de algumas ainda se manterem intactas resistindo ao tempo e às modernidades inerentes aos novos tempos, as bodegas sempre fizeram parte da vida dos aracajuanos e muitas delas se transformaram em mercearias, barzinhos ou botequins.
Mantendo firme o trabalho e o objetivo de sempre divulgar a arte e os artistas sergipanos em três modalidades: pintura, escultura e fotografia, podendo também fazer incursão da xilogravura, a cada edição o Corredor Cultural Wellington dos Santos, 'Irmão', aproveita o teor multicultural e festivo do evento para também prestar homenagens.