Jovem lança cordel na Biblioteca Municipal Clodomir Silva

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Publicada em 06/06/2018 às 06:34:00

 

Desde criança a sergipana Érika Santos escreve poesias. Aos 12 anos, ela teve a oportunidade de conhecer o universo das rimas e métricas do cordel, graças aos encontros e saraus promovidos na biblioteca municipal Clodomir Silva, unidade administrada pela Fundação Cultural de Aracaju (Funcaju). Lá, a jovem admiradora desse gênero literário popular recebeu os ensinamentos e suportes necessários para passar de apreciadora para cordelista.
Na noite desta segunda-feira, dia 4, aos 16 anos de idade recém completados, Érika reuniu amigos, parentes e colegas da arte para o lançamento de seu primeiro cordel, batizado de 'Nunca é tarde'. O lugar escolhido para coroar a sua poesia popular foi a Clodomir Silva, fazendo parte das comemorações dos 15 anos de criação da primeira biblioteca de Cordel do Brasil, a Cordelteca João Firmino.
"Neste ano, completamos 15 anos de existência e de disseminação de cultura. Hoje, além de ser um momento de reconhecer um novo talento desta arte trazida pelos portugueses séculos atrás, é um marco para a nossa biblioteca municipal, pois estamos falando do primeiro livreto de uma menina encantadora e apaixonada pelas palavras", destacou a coordenadora da Clodomir Silva, Fabiana Bispo.
O cordel lançado pela adolescente traz 16 estrofes que representam cada ano de sua vida. "Eu quis passar uma mensagem motivacional, pois estamos em um mundo que escutamos muita coisa ruim e existem poucas pessoas para nos incentivar. Por isso, idealizei um livreto que trouxesse uma mensagem positiva e que os jovens tivessem a oportunidade de renascer, de que sua esperança fosse renovada e que ele lutasse pelos seus sonhos. Essa é a grande lição que tiro de minha vida. Ser fiel aos seus sonhos e trabalhar para concretizá-los", disse Érika.
Para a jovem cordelista, o apoio da família também é muito essencial. "É gratificante prestigiar minha irmã fazer o que gosta e ir em busca de realizar os seus sonhos. O papel da família é orientar e aplaudir de pé esse fenômeno das letras", comentou o irmão de Érika, Gustavo Henrique.
A estudante e blogueira, Tawane Alves, confessou estar extremamente feliz com a realização da amiga Érika. "Já estou com o meu livreto. Guardarei em um cantinho especial. Essa noite é a realização de nosso sonho, pois sonhamos juntas também. Amei as poesias do cordel e espero que o cordel seja transformador na vida dela e de outras pessoas", concluiu.

Desde criança a sergipana Érika Santos escreve poesias. Aos 12 anos, ela teve a oportunidade de conhecer o universo das rimas e métricas do cordel, graças aos encontros e saraus promovidos na biblioteca municipal Clodomir Silva, unidade administrada pela Fundação Cultural de Aracaju (Funcaju). Lá, a jovem admiradora desse gênero literário popular recebeu os ensinamentos e suportes necessários para passar de apreciadora para cordelista.
Na noite desta segunda-feira, dia 4, aos 16 anos de idade recém completados, Érika reuniu amigos, parentes e colegas da arte para o lançamento de seu primeiro cordel, batizado de 'Nunca é tarde'. O lugar escolhido para coroar a sua poesia popular foi a Clodomir Silva, fazendo parte das comemorações dos 15 anos de criação da primeira biblioteca de Cordel do Brasil, a Cordelteca João Firmino.
"Neste ano, completamos 15 anos de existência e de disseminação de cultura. Hoje, além de ser um momento de reconhecer um novo talento desta arte trazida pelos portugueses séculos atrás, é um marco para a nossa biblioteca municipal, pois estamos falando do primeiro livreto de uma menina encantadora e apaixonada pelas palavras", destacou a coordenadora da Clodomir Silva, Fabiana Bispo.
O cordel lançado pela adolescente traz 16 estrofes que representam cada ano de sua vida. "Eu quis passar uma mensagem motivacional, pois estamos em um mundo que escutamos muita coisa ruim e existem poucas pessoas para nos incentivar. Por isso, idealizei um livreto que trouxesse uma mensagem positiva e que os jovens tivessem a oportunidade de renascer, de que sua esperança fosse renovada e que ele lutasse pelos seus sonhos. Essa é a grande lição que tiro de minha vida. Ser fiel aos seus sonhos e trabalhar para concretizá-los", disse Érika.
Para a jovem cordelista, o apoio da família também é muito essencial. "É gratificante prestigiar minha irmã fazer o que gosta e ir em busca de realizar os seus sonhos. O papel da família é orientar e aplaudir de pé esse fenômeno das letras", comentou o irmão de Érika, Gustavo Henrique.
A estudante e blogueira, Tawane Alves, confessou estar extremamente feliz com a realização da amiga Érika. "Já estou com o meu livreto. Guardarei em um cantinho especial. Essa noite é a realização de nosso sonho, pois sonhamos juntas também. Amei as poesias do cordel e espero que o cordel seja transformador na vida dela e de outras pessoas", concluiu.