01 ano de alegria no coração da cidade

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Do forró ao reggae
Do forró ao reggae

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Publicada em 06/06/2018 às 06:35:00

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
Quando Sílvio San-
tos foi nomeado 
presidente da Funcaju, logo nos primeiros dias da gestão Edvaldo Nogueira, o Jornal do Dia reclamou portas abertas no Centro Cultural de Aracaju, a ocupação criativa do coração da cidade, alegrias derramadas pelo centrão de todos os pecados, um pulso de vida, em suma, afugentando os perigos num dos pedaços de maior importância histórica e simbólica da capital sergipana. Assim tem sido.
O projeto 'Ocupe a praça' completa hoje o seu primeiro aniversário, consagrado como um exemplo de convivência criativa mediada pelo aparelho público. Promovido pela Funcaju, via Núcleo de Produção Digital, o evento realizado mensalmente, na primeira quarta-feira do mês, incentiva encontros os mais diversos na praça General Valadão. Exibição de filmes, música ao vivo e food trucks oferecem comida, diversão e arte a todos os interessados. 
O projeto foi concebido pela produtora cultural Ana Carolina Westrup, quando esteve à frente do NPD Orlando Vieira, com a proposta de oferecer uma alternativa cultural ao abandono no centro de Aracaju. "A ideia é movimentar a General Valadão, no período noturno, uma paisagem que combina muito com cultura e arte".
Grazielle Ferreira, atual coordenadora do NPD, assina embaixo. "Nós queremos provocar a reflexão. É importante destacar que o Ocupe a Praça não se trata de uma festa, mas de um projeto. Porque a gente tem viés da diversão, mas isso está embalado nas discussões. Nós estimulamos o público a refletir sobre questões culturais, cidadãs e a discutir nossa situação a partir, inclusive, do marco zero da cidade. As edições do projeto são sempre muito especiais, muito bem pensadas, planejadas e, na maioria das vezes, construídas com os movimentos sociais".
Vida longa ao projeto Ocupe a Praça, portanto. Alex Sant'anna, Samba do Arnesto e o grupo Guerrilheiras do Rap atestam que, do forró ao reggae, gente para subir no palco por aqui não falta.

Quando Sílvio San- tos foi nomeado  presidente da Funcaju, logo nos primeiros dias da gestão Edvaldo Nogueira, o Jornal do Dia reclamou portas abertas no Centro Cultural de Aracaju, a ocupação criativa do coração da cidade, alegrias derramadas pelo centrão de todos os pecados, um pulso de vida, em suma, afugentando os perigos num dos pedaços de maior importância histórica e simbólica da capital sergipana. Assim tem sido.
O projeto 'Ocupe a praça' completa hoje o seu primeiro aniversário, consagrado como um exemplo de convivência criativa mediada pelo aparelho público. Promovido pela Funcaju, via Núcleo de Produção Digital, o evento realizado mensalmente, na primeira quarta-feira do mês, incentiva encontros os mais diversos na praça General Valadão. Exibição de filmes, música ao vivo e food trucks oferecem comida, diversão e arte a todos os interessados. 
O projeto foi concebido pela produtora cultural Ana Carolina Westrup, quando esteve à frente do NPD Orlando Vieira, com a proposta de oferecer uma alternativa cultural ao abandono no centro de Aracaju. "A ideia é movimentar a General Valadão, no período noturno, uma paisagem que combina muito com cultura e arte".
Grazielle Ferreira, atual coordenadora do NPD, assina embaixo. "Nós queremos provocar a reflexão. É importante destacar que o Ocupe a Praça não se trata de uma festa, mas de um projeto. Porque a gente tem viés da diversão, mas isso está embalado nas discussões. Nós estimulamos o público a refletir sobre questões culturais, cidadãs e a discutir nossa situação a partir, inclusive, do marco zero da cidade. As edições do projeto são sempre muito especiais, muito bem pensadas, planejadas e, na maioria das vezes, construídas com os movimentos sociais".
Vida longa ao projeto Ocupe a Praça, portanto. Alex Sant'anna, Samba do Arnesto e o grupo Guerrilheiras do Rap atestam que, do forró ao reggae, gente para subir no palco por aqui não falta.