População de Estância recorre à Defensoria Pública para regularizar documentos

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Moradores de Estância e região aproveitaram o mutirão para regularizar documentação
Moradores de Estância e região aproveitaram o mutirão para regularizar documentação

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Publicada em 07/06/2018 às 06:53:00

 

Nomes que não são localizados nos livros de registros de pessoas, prazo vencido para requerer certidão de óbito e erros nas certidões de nascimento foram as questões mais recorrentes durante o primeiro Mutirão de Atendimento de Documentos Pessoais da Defensoria Pública do Estado de Sergipe, realizado na terça-feira, 5, no Fórum Ministro Heitor de Souza, no  município de Estância.
A ação - que faz parte da campanha nacional "Defensoras e Defensores Públicos pelo direito à documentação pessoal: Onde existem pessoas, nós enxergamos cidadãos",  uma iniciativa da Associação Nacional dos Defensores Públicos (Anadep), Defensorias Públicas, Associações Estaduais  e Colégio Nacional de Defensores Gerais (Condege) - tem o objetivo de mostrar à sociedade que a Defensoria Pública pode ajudar o cidadão a obter e/ou retificar a documentação básica.
 A feirante, Nondes Batista Santos, relatou que sua filha de 13 anos, J.K.S, foi registrada com o sexo masculino.  "Só percebi que o registro dela estava errado quando a professora da escola me ligou pedindo que eu comparecesse para informar que o sexo de minha filha no registro é masculino. Fiquei surpresa, pois nunca prestei atenção. Ela me orientou que procurasse a Defensoria Pública, pois só poderia alterar com uma ação judicial", contou.
Já o borracheiro, Rafael Fontes Evaristo, disse que ficou surpreso com a informação do Cartório após requerer a segunda-via da sua Certidão de Nascimento. "Eles procuraram e não encontraram meu nome no Livro de Registro de Pessoas. Sou natural de Salgado, mas o Cartório informou que consta um Miguel com meu sobrenome e minha filiação, mas meu nome não está no livro. Minha identidade é de 1980 e preciso atualizar urgente. Pode ser que meu nome esteja errado no livro, mas se está errado e minha identidade está certa como eles não localizaram meu nome?", contesta. "Agora é buscar ajuda da Defensoria para conseguir a segunda-via da minha certidão, pois só através dos defensores públicos que irei conseguir", acredita.
O mutirão contou com atendimento dos defensores públicos Aroldo Sávio Guimarães e Rodrigo Cavalcante; dos servidores cedidos pela Prefeitura de Estância, Shirleide Batista e Cleydson Machado e dos estagiários Geisa de Almeida, Sabrina de Almeida e Diva Gomes.

Nomes que não são localizados nos livros de registros de pessoas, prazo vencido para requerer certidão de óbito e erros nas certidões de nascimento foram as questões mais recorrentes durante o primeiro Mutirão de Atendimento de Documentos Pessoais da Defensoria Pública do Estado de Sergipe, realizado na terça-feira, 5, no Fórum Ministro Heitor de Souza, no  município de Estância.
A ação - que faz parte da campanha nacional "Defensoras e Defensores Públicos pelo direito à documentação pessoal: Onde existem pessoas, nós enxergamos cidadãos",  uma iniciativa da Associação Nacional dos Defensores Públicos (Anadep), Defensorias Públicas, Associações Estaduais  e Colégio Nacional de Defensores Gerais (Condege) - tem o objetivo de mostrar à sociedade que a Defensoria Pública pode ajudar o cidadão a obter e/ou retificar a documentação básica.
 A feirante, Nondes Batista Santos, relatou que sua filha de 13 anos, J.K.S, foi registrada com o sexo masculino.  "Só percebi que o registro dela estava errado quando a professora da escola me ligou pedindo que eu comparecesse para informar que o sexo de minha filha no registro é masculino. Fiquei surpresa, pois nunca prestei atenção. Ela me orientou que procurasse a Defensoria Pública, pois só poderia alterar com uma ação judicial", contou.
Já o borracheiro, Rafael Fontes Evaristo, disse que ficou surpreso com a informação do Cartório após requerer a segunda-via da sua Certidão de Nascimento. "Eles procuraram e não encontraram meu nome no Livro de Registro de Pessoas. Sou natural de Salgado, mas o Cartório informou que consta um Miguel com meu sobrenome e minha filiação, mas meu nome não está no livro. Minha identidade é de 1980 e preciso atualizar urgente. Pode ser que meu nome esteja errado no livro, mas se está errado e minha identidade está certa como eles não localizaram meu nome?", contesta. "Agora é buscar ajuda da Defensoria para conseguir a segunda-via da minha certidão, pois só através dos defensores públicos que irei conseguir", acredita.
O mutirão contou com atendimento dos defensores públicos Aroldo Sávio Guimarães e Rodrigo Cavalcante; dos servidores cedidos pela Prefeitura de Estância, Shirleide Batista e Cleydson Machado e dos estagiários Geisa de Almeida, Sabrina de Almeida e Diva Gomes.