Justiça suspende audiência sobre desvio de combustíveis

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 07/06/2018 às 07:09:00

 

A última audiência de instrução do processo que investiga a denúncia de desvio de verbas para combustíveis na Polícia Militar foi suspensa na manhã de ontem, no Fórum Gumercindo Bessa. Ela tinha sido marcada para ouvir o depoimento de testemunhas de acusação arroladas no caso, sendo dois policiais militares e uma frentista que trabalhava em um posto de combustíveis no bairro Lamarão (zona norte de Aracaju), onde teriam sido identificados os desvios apurados na investigação da Corregedoria da PM. 
O juiz Edno Aldo Ribeiro de Santana, responsável pela 6ª Vara Criminal de Aracaju (Auditoria Militar) entendeu que não podia continuar os trabalhos sem esclarecer se a presença do major Vitor Anderson de Moraes, corregedor auxiliar da PM entre agosto e dezembro de 2017, representou ou não alguma quebra de imparcialidade na avaliação dos fatos com a participação na comissão que investiga o caso. "O major vai se manifestar, depois o Ministério Público emite o parecer e só estão o juiz vai decidir se houve ou não imparcialidade do major. Na audiência, a defesa arguiu o impedimento", explica o advogado Aloísio de Andrade Vasconcelos, que faz a defesa do sargento Robertson Souza Santos, suspeito de ser o responsável pelo suposto esquema de desvios.
Robertson está preso que desde fevereiro no Presídio Militar (Presmil) e acusado de desviar cerca de R$ 57 mil, entre os meses de julho e novembro de 2016, utilizando cartões de abastecimento da corporação. O inquérito foi aberto em janeiro pela Polícia Militar após uma denúncia anônima realizada em 2017. O caso veio à público depois que o ex-corregedor-geral da corporação, coronel Benê Oliveira Gravatá, acusou oficiais da corporação de atrapalhar as investigações do desvio. Um dos citados no processo é um oficial que está em Portugal, fazendo mestrado. Ele deverá ser ouvido pela 6ª Vara através de uma Carta Rogatória, que é um instrumento jurídico internacional no qual um país consegue cumprir um ato judicial.

A última audiência de instrução do processo que investiga a denúncia de desvio de verbas para combustíveis na Polícia Militar foi suspensa na manhã de ontem, no Fórum Gumercindo Bessa. Ela tinha sido marcada para ouvir o depoimento de testemunhas de acusação arroladas no caso, sendo dois policiais militares e uma frentista que trabalhava em um posto de combustíveis no bairro Lamarão (zona norte de Aracaju), onde teriam sido identificados os desvios apurados na investigação da Corregedoria da PM. 
O juiz Edno Aldo Ribeiro de Santana, responsável pela 6ª Vara Criminal de Aracaju (Auditoria Militar) entendeu que não podia continuar os trabalhos sem esclarecer se a presença do major Vitor Anderson de Moraes, corregedor auxiliar da PM entre agosto e dezembro de 2017, representou ou não alguma quebra de imparcialidade na avaliação dos fatos com a participação na comissão que investiga o caso. "O major vai se manifestar, depois o Ministério Público emite o parecer e só estão o juiz vai decidir se houve ou não imparcialidade do major. Na audiência, a defesa arguiu o impedimento", explica o advogado Aloísio de Andrade Vasconcelos, que faz a defesa do sargento Robertson Souza Santos, suspeito de ser o responsável pelo suposto esquema de desvios.
Robertson está preso que desde fevereiro no Presídio Militar (Presmil) e acusado de desviar cerca de R$ 57 mil, entre os meses de julho e novembro de 2016, utilizando cartões de abastecimento da corporação. O inquérito foi aberto em janeiro pela Polícia Militar após uma denúncia anônima realizada em 2017. O caso veio à público depois que o ex-corregedor-geral da corporação, coronel Benê Oliveira Gravatá, acusou oficiais da corporação de atrapalhar as investigações do desvio. Um dos citados no processo é um oficial que está em Portugal, fazendo mestrado. Ele deverá ser ouvido pela 6ª Vara através de uma Carta Rogatória, que é um instrumento jurídico internacional no qual um país consegue cumprir um ato judicial.