Fachin quebra sigilo telefônico de Padilha e Moreira, mas mantém o de Temer

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Publicada em 08/06/2018 às 06:32:00

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin determinou a quebra do sigilo telefônico dos ministros da Casa Civil e das Minas e Energia, Eliseu Padilha e Moreira Franco, respectivamente, mas manteve o sigilo para Michel Temer. Pedido havia sido jeito pela Polícia Federal no âmbito das investigações que apuram o repasse de R$ 10 milhões ao MDB.
A decisão de Fachin segue o entendimento da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que não defendeu a quebra do sigilo de Temer, embora tenha se manifestado de forma favorável aos demais investigados.
A solicitação da PF foi feita em março, mas Fachin solicitou que a PGR se manifestasse sobre o caso. O processo só retornou ao STF há cerca de duas semanas.
No processo que apura se Temer teria recebido propina por meio ad edição de um decreto que beneficiou empresas do setor portuário, porém, o ministro do STF Luís Roberto Barroso, autorizou a quebra dos sigilos bancário e telefônico de Temer. (Brasil 247)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin determinou a quebra do sigilo telefônico dos ministros da Casa Civil e das Minas e Energia, Eliseu Padilha e Moreira Franco, respectivamente, mas manteve o sigilo para Michel Temer. Pedido havia sido jeito pela Polícia Federal no âmbito das investigações que apuram o repasse de R$ 10 milhões ao MDB.
A decisão de Fachin segue o entendimento da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que não defendeu a quebra do sigilo de Temer, embora tenha se manifestado de forma favorável aos demais investigados.
A solicitação da PF foi feita em março, mas Fachin solicitou que a PGR se manifestasse sobre o caso. O processo só retornou ao STF há cerca de duas semanas.
No processo que apura se Temer teria recebido propina por meio ad edição de um decreto que beneficiou empresas do setor portuário, porém, o ministro do STF Luís Roberto Barroso, autorizou a quebra dos sigilos bancário e telefônico de Temer. (Brasil 247)