Prefeitura se reúne com o MTST para novas negociações sobre habitação

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Em reunião, ficou definido que os invasores da Coroa do Meio continuarão em galpão
Em reunião, ficou definido que os invasores da Coroa do Meio continuarão em galpão

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Publicada em 09/06/2018 às 06:36:00

 

O presidente da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), Sérgio Ferrari, e os secretários municipais Rosane Cunha (Assistência Social) e Renato Telles (Governo) voltaram a se reunir com representantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). Os secretários avaliaram terrenos que pudessem ser inseridos no Planejamento Habitacional do município sugeridos pelo MTST e entenderam que os locais, apontados na última reunião, não são viáveis. Entretanto, ficaram de verificar junto à Secretaria do Patrimônio da União (SPU) outras possibilidades.
Segundo o presidente da Emurb, Sérgio Ferrari, os terrenos sugeridos pelo Movimento não têm capacidade para alocar todas as famílias. "Nós fizemos um estudo e verificamos que são terrenos pequenos. No maior terreno indicado por eles, caberiam no máximo 47 habitações e essa não é a solução. O que ficou acertado é que vamos verificar se o SPU tem algum terreno no município que possa servir para essa finalidade. A reunião de hoje foi positiva, sem tensões, mas ainda há muitos passos a serem dados pela frente", afirmou.
O coordenador nacional do MTST, Severino Alves, está otimista com o andamento das negociações. Ele acredita que a somação de esforços irá resultar em um desfecho favorável. "Estamos muito confiantes que este canal de diálogo terá os seus frutos. A Prefeitura está tentando responder os pontos dos terrenos levantados pelo Movimento. Acreditamos que vamos sair dessa situação que o país vive relacionada à falta de moradia. Cabe a nós do Movimento tentar com as ocupações fazer com que o Poder Público priorize isso dentro do seu orçamento", colocou.
Durante a reunião ficou acertado que as famílias poderão permanecer no galpão situado na rua Acre, no bairro Costa e Silva. Elas estão no local desde o mês passado, quando deixaram pacificamente a ocupação do terreno do bairro Coroa do Meio. "Essa é a nossa segunda reunião e ficamos de analisar algumas solicitações, a exemplo de alimentação, vale gás e divisórias para melhorar os ambientes. Além disso, a Prefeitura irá verificar a possibilidade de reforçar a assistência médica ofertada pelo 'Consultório de Rua' da Secretaria Municipal da Saúde. Vamos verificar a possibilidade e somaremos esforços para continuar dando apoio ao pessoal que está no galpão", ressaltou a secretária em exercício da Assistência Social, Rosane Cunha.
Em comum acordo, ficou definido que no dia 13 deste mês, haverá novo encontro para fazer um cruzamento dos dados cadastrais das famílias.

O presidente da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), Sérgio Ferrari, e os secretários municipais Rosane Cunha (Assistência Social) e Renato Telles (Governo) voltaram a se reunir com representantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). Os secretários avaliaram terrenos que pudessem ser inseridos no Planejamento Habitacional do município sugeridos pelo MTST e entenderam que os locais, apontados na última reunião, não são viáveis. Entretanto, ficaram de verificar junto à Secretaria do Patrimônio da União (SPU) outras possibilidades.
Segundo o presidente da Emurb, Sérgio Ferrari, os terrenos sugeridos pelo Movimento não têm capacidade para alocar todas as famílias. "Nós fizemos um estudo e verificamos que são terrenos pequenos. No maior terreno indicado por eles, caberiam no máximo 47 habitações e essa não é a solução. O que ficou acertado é que vamos verificar se o SPU tem algum terreno no município que possa servir para essa finalidade. A reunião de hoje foi positiva, sem tensões, mas ainda há muitos passos a serem dados pela frente", afirmou.
O coordenador nacional do MTST, Severino Alves, está otimista com o andamento das negociações. Ele acredita que a somação de esforços irá resultar em um desfecho favorável. "Estamos muito confiantes que este canal de diálogo terá os seus frutos. A Prefeitura está tentando responder os pontos dos terrenos levantados pelo Movimento. Acreditamos que vamos sair dessa situação que o país vive relacionada à falta de moradia. Cabe a nós do Movimento tentar com as ocupações fazer com que o Poder Público priorize isso dentro do seu orçamento", colocou.
Durante a reunião ficou acertado que as famílias poderão permanecer no galpão situado na rua Acre, no bairro Costa e Silva. Elas estão no local desde o mês passado, quando deixaram pacificamente a ocupação do terreno do bairro Coroa do Meio. "Essa é a nossa segunda reunião e ficamos de analisar algumas solicitações, a exemplo de alimentação, vale gás e divisórias para melhorar os ambientes. Além disso, a Prefeitura irá verificar a possibilidade de reforçar a assistência médica ofertada pelo 'Consultório de Rua' da Secretaria Municipal da Saúde. Vamos verificar a possibilidade e somaremos esforços para continuar dando apoio ao pessoal que está no galpão", ressaltou a secretária em exercício da Assistência Social, Rosane Cunha.
Em comum acordo, ficou definido que no dia 13 deste mês, haverá novo encontro para fazer um cruzamento dos dados cadastrais das famílias.