Adema alerta sobre aumento de incidências com vazamentos de óleo

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Publicada em 09/06/2018 às 06:43:00

 

Nos últimos dois me-
ses, a Administra-
ção Estadual do Meio Ambiente (Adema) foi comunicada sobre quatro vazamentos de óleo no Estado. O aumento de casos é preocupante, pois, a depender do volume e área atingida, pode provocar sérios danos ao meio ambiente. As últimas incidências ocorreram no interior sergipano e tem despertado a atenção do corpo técnico da Autarquia.
De acordo com o engenheiro químico da Subgerência de Projetos de Atividades da Cadeia do Petróleo (Supap), Benjamim Reis, a Adema tem atuado efetivamente em todos os sinistros. Contudo, ele não esconde a preocupação com os constantes registros. "Nós recebemos três comunicações indicando incidentes em locais que desenvolvem atividades de exploração e produção de petróleo. A quarta ocorrência foi identificada pela nossa equipe no momento em que íamos averiguar a terceira. E isso só foi possível graças ao trabalho de percepção de nossa equipe em atuação no campo operacional", explica.
Benjamin relata que todas as informações recebidas fazem parte do sistema padrão estabelecido pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). "A Adema possui uma equipe multidisciplinar, composta por engenheiros químico, de petróleo, ambiental e florestal, além de geólogos, biólogos e tecnólogos em petróleo. Esta equipe desenvolve todo o trabalho de fiscalização, autuação e demais procedimentos administrativos, conforme preconiza a legislação ambiental", comenta.
Segundo o técnico, o derramamento ou vazamento de óleo, ainda que em pequena quantidade, é um tipo de acidente ambiental de graves consequências, uma vez que a poluição decorrente desse material é extremamente tóxica para a fauna, flora e, também, para a população que vive em áreas próximas. "Estamos atentos a todas essas demandas e temos atuado com precisão e celeridade em todas elas, pois entendemos nosso papel enquanto ambientalistas. Agimos, ativamente, em prol da minimização das problemáticas causadas pelos incidentes e, ainda, no processo de acompanhamento da recuperação da área atingida", finaliza.

Nos últimos dois me- ses, a Administra- ção Estadual do Meio Ambiente (Adema) foi comunicada sobre quatro vazamentos de óleo no Estado. O aumento de casos é preocupante, pois, a depender do volume e área atingida, pode provocar sérios danos ao meio ambiente. As últimas incidências ocorreram no interior sergipano e tem despertado a atenção do corpo técnico da Autarquia.
De acordo com o engenheiro químico da Subgerência de Projetos de Atividades da Cadeia do Petróleo (Supap), Benjamim Reis, a Adema tem atuado efetivamente em todos os sinistros. Contudo, ele não esconde a preocupação com os constantes registros. "Nós recebemos três comunicações indicando incidentes em locais que desenvolvem atividades de exploração e produção de petróleo. A quarta ocorrência foi identificada pela nossa equipe no momento em que íamos averiguar a terceira. E isso só foi possível graças ao trabalho de percepção de nossa equipe em atuação no campo operacional", explica.
Benjamin relata que todas as informações recebidas fazem parte do sistema padrão estabelecido pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). "A Adema possui uma equipe multidisciplinar, composta por engenheiros químico, de petróleo, ambiental e florestal, além de geólogos, biólogos e tecnólogos em petróleo. Esta equipe desenvolve todo o trabalho de fiscalização, autuação e demais procedimentos administrativos, conforme preconiza a legislação ambiental", comenta.
Segundo o técnico, o derramamento ou vazamento de óleo, ainda que em pequena quantidade, é um tipo de acidente ambiental de graves consequências, uma vez que a poluição decorrente desse material é extremamente tóxica para a fauna, flora e, também, para a população que vive em áreas próximas. "Estamos atentos a todas essas demandas e temos atuado com precisão e celeridade em todas elas, pois entendemos nosso papel enquanto ambientalistas. Agimos, ativamente, em prol da minimização das problemáticas causadas pelos incidentes e, ainda, no processo de acompanhamento da recuperação da área atingida", finaliza.