Brasil é campeão sul-americano de Ginástica

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A seleção Brasileira de Ginástica Rítmica Conjunto, que tem Aracaju como base de treinamento, foi medalha de ouro, nos Jogos Sul-Americanos em Cochabamba
A seleção Brasileira de Ginástica Rítmica Conjunto, que tem Aracaju como base de treinamento, foi medalha de ouro, nos Jogos Sul-Americanos em Cochabamba

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Publicada em 09/06/2018 às 19:04:00

 

A ginástica brasileira encerrou os Jogos Sul-Americanos de Cochabamba, na Bolívia, como a mais vitoriosa de todos os tempos. Com as quatro modalidades participantes (artística feminina, artística masculina, trampolim e rítmica), o Brasil somou 33 medalhas, sendo 19 de ouro, dez de prata e quatro de bronze e mostrou a força do trabalho que tem sido feito em todas elas.
Muito além do número de pódios garantidos pela delegação, o resultado foi considerado extremamente positivo, pelo fato das equipes contarem com atletas jovens, alguns que estão a disputar competições internacionais da categoria adulta pelo primeiro ano, como no caso da artística e da rítmica, em que as equipes foram mescladas com a experiência de alguns veteranos como Arthur Zanetti e Natália Gaudio, respectivamente.
A presidente da Confederação Brasileira de Ginástica, Luciene Resende, comemorou mais este resultado. "Seguimos mostrando que a ginástica brasileira é uma das potências do continente em todas as modalidades. Estamos extremamente felizes, mais ainda por ver jovens atletas que integraram a equipe já conquistando medalhas. Tenho certeza, que ainda irão nos trazer muitas outras alegrias. Esse é o resultado de um trabalho árduo e contínuo que temos feito na preparação das nossas Seleções. Estão todos de parabéns, ginastas, treinadores, integrantes das comissões técnicas, árbitros, porque esse é um trabalho em conjunto", destacou."
A ginástica artística foi a primeira a competir. Com a equipe masculina e feminina, o Brasil garantiu dez ouros, sendo dois por equipe, sete pratas e quatro bronzes na disputa all around e por aparelhos. No trampolim, o Brasil contou com uma representante. Camilla Gomes, que garantiu o ouro no feminino, acompanhada pela técnica Tatiana Figueiredo. 
A Ginástica Rítmica, última modalidade da ginástica a competir conquistou um grande número de pódios. Foram oito primeiros lugares e três segundos. O Brasil conquistou o ouro em todas as disputas da modalidade, no all around individual, por parelhos individual, no conjunto geral e na disputa por aparelhos do conjunto. Além disso, foram mais três pratas.
A Seleção de Conjunto que treina em Aracaju, é composta pelas ginastas Alessandra Correa, Deborah Barbosa, Gabriela Ribeiro, Gabrielle Moraes e Jéssica Maier, comandadas pela técnica Camila Ferezin. A Seleção Individual teve Natália Gaudio e Bárbara Domingos, acompanhadas pela técnica Monika Queiroz. Na arbitragem, o Brasil contou com Vanda Portugal e a chefe de equipe foi Renata Teixeira, também coordenadora do comitê técnico da modalidade da CBG.
Os Jogos Sul-Americanos tiveram importância ímpar para o Brasil, que este ano ainda tem pela frente outros grandes campeonatos, como o Pan-Americano e os Mundiais das respectivas modalidades, portanto, a competição em Cochabamba serviu também como preparação para os eventos futuros.

A ginástica brasileira encerrou os Jogos Sul-Americanos de Cochabamba, na Bolívia, como a mais vitoriosa de todos os tempos. Com as quatro modalidades participantes (artística feminina, artística masculina, trampolim e rítmica), o Brasil somou 33 medalhas, sendo 19 de ouro, dez de prata e quatro de bronze e mostrou a força do trabalho que tem sido feito em todas elas.
Muito além do número de pódios garantidos pela delegação, o resultado foi considerado extremamente positivo, pelo fato das equipes contarem com atletas jovens, alguns que estão a disputar competições internacionais da categoria adulta pelo primeiro ano, como no caso da artística e da rítmica, em que as equipes foram mescladas com a experiência de alguns veteranos como Arthur Zanetti e Natália Gaudio, respectivamente.
A presidente da Confederação Brasileira de Ginástica, Luciene Resende, comemorou mais este resultado. "Seguimos mostrando que a ginástica brasileira é uma das potências do continente em todas as modalidades. Estamos extremamente felizes, mais ainda por ver jovens atletas que integraram a equipe já conquistando medalhas. Tenho certeza, que ainda irão nos trazer muitas outras alegrias. Esse é o resultado de um trabalho árduo e contínuo que temos feito na preparação das nossas Seleções. Estão todos de parabéns, ginastas, treinadores, integrantes das comissões técnicas, árbitros, porque esse é um trabalho em conjunto", destacou."
A ginástica artística foi a primeira a competir. Com a equipe masculina e feminina, o Brasil garantiu dez ouros, sendo dois por equipe, sete pratas e quatro bronzes na disputa all around e por aparelhos. No trampolim, o Brasil contou com uma representante. Camilla Gomes, que garantiu o ouro no feminino, acompanhada pela técnica Tatiana Figueiredo. 
A Ginástica Rítmica, última modalidade da ginástica a competir conquistou um grande número de pódios. Foram oito primeiros lugares e três segundos. O Brasil conquistou o ouro em todas as disputas da modalidade, no all around individual, por parelhos individual, no conjunto geral e na disputa por aparelhos do conjunto. Além disso, foram mais três pratas.
A Seleção de Conjunto que treina em Aracaju, é composta pelas ginastas Alessandra Correa, Deborah Barbosa, Gabriela Ribeiro, Gabrielle Moraes e Jéssica Maier, comandadas pela técnica Camila Ferezin. A Seleção Individual teve Natália Gaudio e Bárbara Domingos, acompanhadas pela técnica Monika Queiroz. Na arbitragem, o Brasil contou com Vanda Portugal e a chefe de equipe foi Renata Teixeira, também coordenadora do comitê técnico da modalidade da CBG.
Os Jogos Sul-Americanos tiveram importância ímpar para o Brasil, que este ano ainda tem pela frente outros grandes campeonatos, como o Pan-Americano e os Mundiais das respectivas modalidades, portanto, a competição em Cochabamba serviu também como preparação para os eventos futuros.