Ministério da Saúde diz que Aracaju está fora do mapa do Aedes aegypti

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AGENTES DE SAÚDE EM AÇÃO NA PRAIA DE ATALAIA: MEDIDAS PREVENTIVAS RETIRARAM ARACAJU DO MAPA DO MOSQUITO DA DENGUE ESTE ANO
AGENTES DE SAÚDE EM AÇÃO NA PRAIA DE ATALAIA: MEDIDAS PREVENTIVAS RETIRARAM ARACAJU DO MAPA DO MOSQUITO DA DENGUE ESTE ANO

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Publicada em 09/06/2018 às 19:22:00

 

Dados do Ministério da 
Saúde (MS) revelam que 
entre as capitais do Brasil, apenas três delas apresentam índices de infestação pelo Aedes aegypti satisfatórios: Aracaju, João Pessoa e São Paulo, o que significa que não devem enfrentar problemas ou risco de surtos para dengue, zika e chikungunya. Esta vitória contra o vetor no município é o resultado das constantes ações de combate da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), em conjunto com outras secretarias, e com a população aracajuana, o que está contido no planejamento estratégico da administração do prefeito Edvaldo Nogueira.
Para o gestor municipal, o destaque nacional é mais uma comprovação do processo de reconstrução da cidade. "O nosso trabalho, desde o primeiro dia da gestão é recuperar Aracaju em todas as suas áreas, tendo como objetivo devolver ao nosso povo a qualidade de vida. Para isso, a gente trabalha diuturnamente com foco e planejamento. O foco é fundamental para que não nos dispersemos, e o planejamento nos dá as condições necessárias ao alcance das nossas metas. Ver que Aracaju não está no foco do mosquito Aedes aegypti é uma vitória muito grande, pois todos nós sabemos das muitas implicações geradas pelas doenças causadas por este inseto. A equipe da Secretaria da Saúde, todas as demais pastas envolvidas e, principalmente, a população, estão de parabéns", afirmou Edvaldo.
O trabalho de conscientização através de palestras e promoção à saúde nas escolas, e os mutirões nos campos, coletas de pneus, o funcionamento do programa cata treco, aplicação dos fumacês, ação diária dos agentes de endemias. Todo o mapeamento e planejamento dessas ações tiveram como base o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de outono e inverno, em que os dados foram coletados entre janeiro e março deste ano.
Segundo a diretora de Vigilância em Saúde (DVS) da SMS, Taise Cavalcante, o objetivo do levantamento é verificar o índice de infestação predial no município, e segue uma orientação do Ministério da Saúde.
"O MS considera apenas três LIRAas no ano. Porém, em Aracaju, a Prefeitura faz seis [a cada dois meses] para que possamos ter um controle maior da infestação do vetor. Nossos agentes de endemias visitam casas e estabelecimentos comerciais de bairros da capital em busca de possíveis focos de larvas do mosquito. Todo material coletado é encaminhado ao laboratório no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), que confirma se realmente são do Aedes aegypti", explicou Taise.
De acordo com o último levantamento considerado pelo MS, dos 42 bairros visitados de Aracaju, nenhum teve classificação de risco de epidemias, sendo 28 classificados em baixo risco e 14 bairros em médio risco. O segundo LIRAa deste ano foi realizado de 5 a 9 de março, e registrou um índice geral de 0,9 em Aracaju, valor considerado como baixo ou satisfatório, em relação ao aparecimento de surtos ou epidemias.
Vigilância - Esse resultado só foi possível graças ao trabalho conjunto entre a SMS com a Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), as secretarias municipais do Meio Ambiente (Sema) e Educação (Semed), e a população (que é uma das partes essenciais no processo de controle).
"O cidadão precisa fazer a parte desse processo, e esse esforço em conjunto garante um resultado final no meio ambiente com números relacionados ao Aedes aegypt cada vez menores. Neste período de chuvas, por exemplo, o cuidado deve ser redobrado, pois o clima favorece locais de desenvolvimento do mosquito no meio ambiente, principalmente nos focos comuns em quintais das casas como: churrasqueiras, freezers, latas de tinta, pneus, bacias, baldes", lembrou Taise.
O criadouro mais recorrente em Aracaju continua sendo os depósitos de água ao nível do solo, como lavanderias utilizadas para armazenar água, e local de maior desenvolvimento do mosquito ainda é dentro do domicílio, onde o vetor encontra alimento, abrigo e condições de proliferação. Em segundo lugar vêm os focos de lixo, encontrados em terrenos baldios.
Mesmo com o parâmetro alcançado, o planejamento para continuar em baixo risco continua em execução. As equipes dos agentes de combates às endemias reforçaram os mutirões e as visitas em pontos estratégicos, quinzenalmente. Além disso, a gestão continua a intensificar e mobilizar toda a sociedade no cuidado e tratamento mecânico, com a eliminação de locais propícios a se tornarem criadouros. "Só assim, através da preparação do meio ambiente, podemos continuar contendo de forma satisfatória a proliferação do mosquito, mesmo com a chegada das chuvas", reforçou a diretora de Vigilância em Saúde.

Dados do Ministério da  Saúde (MS) revelam que  entre as capitais do Brasil, apenas três delas apresentam índices de infestação pelo Aedes aegypti satisfatórios: Aracaju, João Pessoa e São Paulo, o que significa que não devem enfrentar problemas ou risco de surtos para dengue, zika e chikungunya. Esta vitória contra o vetor no município é o resultado das constantes ações de combate da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), em conjunto com outras secretarias, e com a população aracajuana, o que está contido no planejamento estratégico da administração do prefeito Edvaldo Nogueira.
Para o gestor municipal, o destaque nacional é mais uma comprovação do processo de reconstrução da cidade. "O nosso trabalho, desde o primeiro dia da gestão é recuperar Aracaju em todas as suas áreas, tendo como objetivo devolver ao nosso povo a qualidade de vida. Para isso, a gente trabalha diuturnamente com foco e planejamento. O foco é fundamental para que não nos dispersemos, e o planejamento nos dá as condições necessárias ao alcance das nossas metas. Ver que Aracaju não está no foco do mosquito Aedes aegypti é uma vitória muito grande, pois todos nós sabemos das muitas implicações geradas pelas doenças causadas por este inseto. A equipe da Secretaria da Saúde, todas as demais pastas envolvidas e, principalmente, a população, estão de parabéns", afirmou Edvaldo.
O trabalho de conscientização através de palestras e promoção à saúde nas escolas, e os mutirões nos campos, coletas de pneus, o funcionamento do programa cata treco, aplicação dos fumacês, ação diária dos agentes de endemias. Todo o mapeamento e planejamento dessas ações tiveram como base o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de outono e inverno, em que os dados foram coletados entre janeiro e março deste ano.
Segundo a diretora de Vigilância em Saúde (DVS) da SMS, Taise Cavalcante, o objetivo do levantamento é verificar o índice de infestação predial no município, e segue uma orientação do Ministério da Saúde.
"O MS considera apenas três LIRAas no ano. Porém, em Aracaju, a Prefeitura faz seis [a cada dois meses] para que possamos ter um controle maior da infestação do vetor. Nossos agentes de endemias visitam casas e estabelecimentos comerciais de bairros da capital em busca de possíveis focos de larvas do mosquito. Todo material coletado é encaminhado ao laboratório no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), que confirma se realmente são do Aedes aegypti", explicou Taise.
De acordo com o último levantamento considerado pelo MS, dos 42 bairros visitados de Aracaju, nenhum teve classificação de risco de epidemias, sendo 28 classificados em baixo risco e 14 bairros em médio risco. O segundo LIRAa deste ano foi realizado de 5 a 9 de março, e registrou um índice geral de 0,9 em Aracaju, valor considerado como baixo ou satisfatório, em relação ao aparecimento de surtos ou epidemias.
Vigilância - Esse resultado só foi possível graças ao trabalho conjunto entre a SMS com a Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), as secretarias municipais do Meio Ambiente (Sema) e Educação (Semed), e a população (que é uma das partes essenciais no processo de controle).
"O cidadão precisa fazer a parte desse processo, e esse esforço em conjunto garante um resultado final no meio ambiente com números relacionados ao Aedes aegypt cada vez menores. Neste período de chuvas, por exemplo, o cuidado deve ser redobrado, pois o clima favorece locais de desenvolvimento do mosquito no meio ambiente, principalmente nos focos comuns em quintais das casas como: churrasqueiras, freezers, latas de tinta, pneus, bacias, baldes", lembrou Taise.
O criadouro mais recorrente em Aracaju continua sendo os depósitos de água ao nível do solo, como lavanderias utilizadas para armazenar água, e local de maior desenvolvimento do mosquito ainda é dentro do domicílio, onde o vetor encontra alimento, abrigo e condições de proliferação. Em segundo lugar vêm os focos de lixo, encontrados em terrenos baldios.
Mesmo com o parâmetro alcançado, o planejamento para continuar em baixo risco continua em execução. As equipes dos agentes de combates às endemias reforçaram os mutirões e as visitas em pontos estratégicos, quinzenalmente. Além disso, a gestão continua a intensificar e mobilizar toda a sociedade no cuidado e tratamento mecânico, com a eliminação de locais propícios a se tornarem criadouros. "Só assim, através da preparação do meio ambiente, podemos continuar contendo de forma satisfatória a proliferação do mosquito, mesmo com a chegada das chuvas", reforçou a diretora de Vigilância em Saúde.