Terapia por internet tem alta aceitação para tratamento do alcoolismo

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Publicada em 09/06/2018 às 19:53:00

 

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CNPq apon
ta em estudo divulgado recentemente que o uso abusivo de álcool é um grave 
problema de saúde pública, pois traz uma série de prejuízos de saúde, psicológicos, ocupacionais, familiares e sociais ao indivíduo. Preocupada com esse problema, a pesquisadora Laisa Marcorela Andreoli Santos, da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), desenvolveu uma série de estudos que visam avaliar se a terapia por internet é efetiva para dependentes de álcool, tanto aqueles que procuram por serviços especializados, tanto por pessoas que buscam informações pela internet no site Informaalcool.org. A pesquisa contou com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) por meio da Chamada Universal 14/2014.
O uso abusivo do álccol afeta, principalmente, homens e jovens, de acordo com dados do Ministério da Saúde, a partir da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2016. Segundo esse levantamento, que considera uso abusivo quem ingeriu de quatro a mais doses para mulheres, ou cinco a mais doses para homens, em uma mesma ocasião dentro dos últimos 30 dias antes da pesquisa, o consumo abusivo de bebidas alcoólicas foi duas vezes mais freqüente em homens (29,6%) do que em mulheres (13,3%). Em ambos os sexos, a freqüência do consumo abusivo de bebidas alcoólicas foi maior nas faixas etárias mais jovens, alcançando cerca de 36,6% dos homens e cerca de 20% das mulheres entre 25 e 34 anos de idade.
Segundo Laísa Marcorela, grande parte dos usuários de álcool no Brasil não chegam ao tratamento especializado, devido à falta de oferta de tratamento em relação à demanda, ao estigma com relação ao uso de álcool, a residir em locais geograficamente desfavorecidos, entre outros fatores. Com o crescimento do uso da internet, muitos países têm adotado e avaliado a realização de psicoterapias realizadas por internet para diversos problemas de saúde mental, como depressão, ansiedade, fobia social e alcoolismo e tabagismo. Infelizmente no Brasil, existem poucas iniciativas nesses sentido.

SaumíneoNascimento

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CNPq aponta em estudo divulgado recentemente que o uso abusivo de álcool é um grave problema de saúde pública, pois traz uma série de prejuízos de saúde, psicológicos, ocupacionais, familiares e sociais ao indivíduo. Preocupada com esse problema, a pesquisadora Laisa Marcorela Andreoli Santos, da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), desenvolveu uma série de estudos que visam avaliar se a terapia por internet é efetiva para dependentes de álcool, tanto aqueles que procuram por serviços especializados, tanto por pessoas que buscam informações pela internet no site Informaalcool.org. A pesquisa contou com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) por meio da Chamada Universal 14/2014.

O uso abusivo do álccol afeta, principalmente, homens e jovens, de acordo com dados do Ministério da Saúde, a partir da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2016. Segundo esse levantamento, que considera uso abusivo quem ingeriu de quatro a mais doses para mulheres, ou cinco a mais doses para homens, em uma mesma ocasião dentro dos últimos 30 dias antes da pesquisa, o consumo abusivo de bebidas alcoólicas foi duas vezes mais freqüente em homens (29,6%) do que em mulheres (13,3%). Em ambos os sexos, a freqüência do consumo abusivo de bebidas alcoólicas foi maior nas faixas etárias mais jovens, alcançando cerca de 36,6% dos homens e cerca de 20% das mulheres entre 25 e 34 anos de idade.

Segundo Laísa Marcorela, grande parte dos usuários de álcool no Brasil não chegam ao tratamento especializado, devido à falta de oferta de tratamento em relação à demanda, ao estigma com relação ao uso de álcool, a residir em locais geograficamente desfavorecidos, entre outros fatores. Com o crescimento do uso da internet, muitos países têm adotado e avaliado a realização de psicoterapias realizadas por internet para diversos problemas de saúde mental, como depressão, ansiedade, fobia social e alcoolismo e tabagismo. Infelizmente no Brasil, existem poucas iniciativas nesses sentido.

 

Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes (PCT)

Conforme informado e divulgado pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), o Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes (PCT) completou 40 anos no dia 1º de junho. O Brasil foi um dos 13 países fundadores desse sistema internacional de depósito de patente. O primeiro pedido nacional por essa via (PCT/BR1978/000001) foi do brasileiro Olavo Kramer da Luz para um dique flutuante rotativo, usado na construção naval.

De acordo com o INPI, a tecnologia permitia a rotação do dique em torno de seu próprio eixo longitudinal e alojava mais de uma embarcação. Essa rotação possibilitava que as embarcações fossem emborcadas. A patente foi concedida no Brasil em 6 de setembro de 1983.  Ficou evidente que é importante comentar que, especialmente na década de 1970 (época da prioridade do pedido), a indústria naval era um segmento de grande importância econômica e promotor de inovações. 

O PCT é um tratado multilateral que permite requerer a proteção patentária de uma invenção, simultaneamente, num grande número de países, por intermédio do depósito de um único pedido internacional de patente. Este tratado é administrado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) e seu principal objetivo é simplificar e tornar mais econômica a proteção das invenções quando for pedida em vários países. Um pedido PCT pode ser apresentado por qualquer pessoa que tenha nacionalidade ou seja residente em um estado membro do tratado.

 

Brasil e EUA avançam no desenvolvimento do satélite SPORT

De acordo com informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o nanossatélite em desenvolvimento na missão SPORT (Scintilation Prediction Observations Research Task), uma parceria entre Brasil e Estados Unidos, passou pela revisão preliminar de projeto (PDR, na sigla em inglês) durante reuniões realizadas no final de abril na Universidade do Texas, em Dallas.  Destinado a gerar dados que possam auxiliar na compreensão do surgimento das bolhas ionosféricas, o satélite da categoria cubesat 6U (6l e 9kg) é resultado da cooperação entre o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), agência espacial (NASA) e universidades norte-americanas.

Conforme o INPE, a missão SPORT é a primeira após o recente acordo de cooperação espacial assinado entre os dois países.

O INPE será responsável pelo sistema de solo e operação do satélite, sua integração e testes nesta missão que é coordenada pelo Marshall Space Flight Center, da NASA. Também caberá ao INPE o armazenamento dos dados da plataforma e científicos da missão SPORT, por meio do seu Programa de Estudo e Monitoramento Brasileiro do Clima Espacial (Embrace), que distribuirá as informações para a comunidade científica mundial.