Cármen Lúcia diz que sem imprensa livre, Justiça não funciona bem

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Publicada em 12/06/2018 às 06:15:00

 

André Richter 
Agência Brasil 
 
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, defendeu ontem (11) a liberdade de expressão nos meios de comunicação e disse que "sem a imprensa livre, a Justiça não funciona bem, o Estado não funciona bem"
O Fórum Brasileiro sobre Liberdade de Imprensa do Conselho Nacional de Justiça  (CNJ) promove, hoje, o Seminário "30 anos sem censura: A Constituição de 1988 e a Liberdade de Imprensa. A presidente do STF e do CNJ, ministra Cármen Lúcia.
A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, presidiu o seminário "30 anos sem censura: a Constituição de 1988 e a liberdade de imprensa" (José Cruz/Agência Brasil)
A ministra participou da abertura de um seminário, em Brasília, sobre os 30 anos da promulgação da Constituição de 1988, que impediu à censura prévia da imprensa, após anos de regime de ditadura militar. O tema foi ""30 anos sem censura: a Constituição de 1988 e a liberdade de imprensa", promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na sede do STF, em Brasília. 
"Em 30 anos de vigência da Constituição, a mídia é outra, o poder é outro, a sociedade é outra, porque tudo muda. Mas, a Constituição, precisa de ser reinterpretada para se manter viva e coerente com as necessidades do povo brasileiro, da cidadania brasileira", completou a ministra. 
Com vários paineis realizados durante o dia, o seminário discutiu a censura judicial à liberdade de imprensa, os processo de indenização por danos morais, o surgimento das fake news como arma de desinformação e o uso de robôs nas redes sociais como ameaças ao direito de informação da sociedade e ao exercício do jornalismo.

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, defendeu ontem (11) a liberdade de expressão nos meios de comunicação e disse que "sem a imprensa livre, a Justiça não funciona bem, o Estado não funciona bem"
O Fórum Brasileiro sobre Liberdade de Imprensa do Conselho Nacional de Justiça  (CNJ) promove, hoje, o Seminário "30 anos sem censura: A Constituição de 1988 e a Liberdade de Imprensa. A presidente do STF e do CNJ, ministra Cármen Lúcia.
A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, presidiu o seminário "30 anos sem censura: a Constituição de 1988 e a liberdade de imprensa" (José Cruz/Agência Brasil)
A ministra participou da abertura de um seminário, em Brasília, sobre os 30 anos da promulgação da Constituição de 1988, que impediu à censura prévia da imprensa, após anos de regime de ditadura militar. O tema foi ""30 anos sem censura: a Constituição de 1988 e a liberdade de imprensa", promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na sede do STF, em Brasília. 
"Em 30 anos de vigência da Constituição, a mídia é outra, o poder é outro, a sociedade é outra, porque tudo muda. Mas, a Constituição, precisa de ser reinterpretada para se manter viva e coerente com as necessidades do povo brasileiro, da cidadania brasileira", completou a ministra. 
Com vários paineis realizados durante o dia, o seminário discutiu a censura judicial à liberdade de imprensa, os processo de indenização por danos morais, o surgimento das fake news como arma de desinformação e o uso de robôs nas redes sociais como ameaças ao direito de informação da sociedade e ao exercício do jornalismo.