Entidades do Sistema S pedem defesa de parlamentares contra retirada de recursos

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 12/06/2018 às 06:34:00

 

O Sistema S, representado pelas entidades componentes no estado, Fecomércio/Sesc/Senac, Fies/Sesi/Senai, Senar e Sebrae promoveram na manhã dessa segunda-feira (11), no Hotel Sesc Atalaia, um café da manhã para apresentação de suas atividades realizadas no estado, para parlamentares sergipanos, com o objetivo de alertarem contra o anteprojeto de lei que retira 25% dos recursos do Sistema S, para destiná-los para a segurança pública. 
Reagindo à tentativa de modificação na ordenação dos recursos, as entidades do Sistema S se reuniram e realizaram a apresentação de suas ações no estado para os congressistas federais sergipanos. Para eles, a subtração dos 25% dos recursos das entidades provocará uma grande diminuição do atendimento promovido para a população sergipana.
Os deputados federais Laércio Oliveira e André Moura, se pronunciaram, emitindo posicionamento contrário à retirada dos recursos do Sistema, lembrando que a importância das entidades que compõem o Sistema S são fundamentais para o desenvolvimento econômico, educacional e social de Sergipe e do Brasil.
"O Sistema S é uma ferramenta mantida com recursos dos empresários que age de forma revolucionária no país. Os trabalhos que são desenvolvidos pelo sistema são reconhecidos pela sociedade, pois possuem grande eficácia no desenvolvimento da sociedade. Retirar recursos do Sistema S é diminuir a capacidade de atuação e atendimento, prejudicando a todos os sergipanos. Não é retirando recursos do sistema que se vai resolver o problema da segurança pública, que é um dever de estado. É um contrassenso retirar recursos da educação profissionalizante e das ações sociais do Sistema S", disse o deputado Laércio.
Já André Moura, líder do governo no Congresso Nacional, destacou que existem outras fontes de recursos para poder atender os objetivos da segurança pública, sem prejudicar as ações do Sistema S.
"Eu sou contrário à retirada desses 25% dos recursos do Sistema S, pois conheço a atuação do sistema e sei de sua importância para o desenvolvimento social e educacional do Brasil e de Sergipe. Existem outros mecanismos que podem servir como fonte de recursos, e por saber disso é que sou contra a retirada dos recursos", comentou André Moura.
O presidente do Sistema Fecomércio, Hugo Lima França, afirmou que o Sistema S, é um mecanismo que transforma a sociedade para melhor, visto os resultados apresentados.
"Todos os dias, o Sistema S transforma a vida das pessoas, transforma vidas para melhor. As conquistas sociais, educacionais, o desenvolvimento do empreendedorismo e das empresas que mantém o sistema funcionando são o resultado da correção na aplicação dos recursos que investimos e recebemos dos empresários. Retirar um quarto do orçamento do sistema é prejudicar o desenvolvimento de atividades que produzem grandes resultados e benefícios para a sociedade, como as realizadas pelo SESC. Se isso acontecer será a falência do Sistema S, pois nós trabalhamos com excelência, prestamos serviço à saúde e educação. Segurança se faz é com incentivos à educação e isso nós fazemos muito bem. O SENAC já faz 67% de todas as suas ações, no formato de gratuidade, para poder dar acesso aos serviços de qualidade à toda população. O governo tem que conseguir encontrar outra fonte de receita, e não retirar esse valor dos nossos recursos. Vamos continuar unidos em prol de um Sistema S mais forte", comentou.

O Sistema S, representado pelas entidades componentes no estado, Fecomércio/Sesc/Senac, Fies/Sesi/Senai, Senar e Sebrae promoveram na manhã dessa segunda-feira (11), no Hotel Sesc Atalaia, um café da manhã para apresentação de suas atividades realizadas no estado, para parlamentares sergipanos, com o objetivo de alertarem contra o anteprojeto de lei que retira 25% dos recursos do Sistema S, para destiná-los para a segurança pública. 
Reagindo à tentativa de modificação na ordenação dos recursos, as entidades do Sistema S se reuniram e realizaram a apresentação de suas ações no estado para os congressistas federais sergipanos. Para eles, a subtração dos 25% dos recursos das entidades provocará uma grande diminuição do atendimento promovido para a população sergipana.
Os deputados federais Laércio Oliveira e André Moura, se pronunciaram, emitindo posicionamento contrário à retirada dos recursos do Sistema, lembrando que a importância das entidades que compõem o Sistema S são fundamentais para o desenvolvimento econômico, educacional e social de Sergipe e do Brasil.
"O Sistema S é uma ferramenta mantida com recursos dos empresários que age de forma revolucionária no país. Os trabalhos que são desenvolvidos pelo sistema são reconhecidos pela sociedade, pois possuem grande eficácia no desenvolvimento da sociedade. Retirar recursos do Sistema S é diminuir a capacidade de atuação e atendimento, prejudicando a todos os sergipanos. Não é retirando recursos do sistema que se vai resolver o problema da segurança pública, que é um dever de estado. É um contrassenso retirar recursos da educação profissionalizante e das ações sociais do Sistema S", disse o deputado Laércio.
Já André Moura, líder do governo no Congresso Nacional, destacou que existem outras fontes de recursos para poder atender os objetivos da segurança pública, sem prejudicar as ações do Sistema S.
"Eu sou contrário à retirada desses 25% dos recursos do Sistema S, pois conheço a atuação do sistema e sei de sua importância para o desenvolvimento social e educacional do Brasil e de Sergipe. Existem outros mecanismos que podem servir como fonte de recursos, e por saber disso é que sou contra a retirada dos recursos", comentou André Moura.
O presidente do Sistema Fecomércio, Hugo Lima França, afirmou que o Sistema S, é um mecanismo que transforma a sociedade para melhor, visto os resultados apresentados.
"Todos os dias, o Sistema S transforma a vida das pessoas, transforma vidas para melhor. As conquistas sociais, educacionais, o desenvolvimento do empreendedorismo e das empresas que mantém o sistema funcionando são o resultado da correção na aplicação dos recursos que investimos e recebemos dos empresários. Retirar um quarto do orçamento do sistema é prejudicar o desenvolvimento de atividades que produzem grandes resultados e benefícios para a sociedade, como as realizadas pelo SESC. Se isso acontecer será a falência do Sistema S, pois nós trabalhamos com excelência, prestamos serviço à saúde e educação. Segurança se faz é com incentivos à educação e isso nós fazemos muito bem. O SENAC já faz 67% de todas as suas ações, no formato de gratuidade, para poder dar acesso aos serviços de qualidade à toda população. O governo tem que conseguir encontrar outra fonte de receita, e não retirar esse valor dos nossos recursos. Vamos continuar unidos em prol de um Sistema S mais forte", comentou.