Em Sergipe, Alckmin diz que segurança é prioridade: 'Não se resolve com mágica'

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NO DOMINGO, O PRÉ-CANDIDATO DO PSDB A PRESIDENTE DA REPÚBLICA PARTICIPOU DA FESTA DOS CAMINHONEIROS, EM ITABAIANA
NO DOMINGO, O PRÉ-CANDIDATO DO PSDB A PRESIDENTE DA REPÚBLICA PARTICIPOU DA FESTA DOS CAMINHONEIROS, EM ITABAIANA

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Publicada em 12/06/2018 às 06:35:00

 

Em visita a Sergipe, 
onde ontem esteve 
em Itabaiana, o presidente nacional do PSDB, Geraldo Alckmin, falou a jornalistas nesta manhã, em Aracaju, sobre suas viagens pelo país - e os principais problemas que tem detectado a partir das conversas com a população. Sobre a corrida à Presidência da República, afirmou: "Não acredito nos extremos. Esse não é o caminho, é o descaminho".
Alckmin destacou a importância da experiência na administração pública: "O que é o novo? O novo é bom. Mas para mudar. Não para deixar como está. O corporativismo tomou conta, e quem paga são a dona Maria e o seu José. O novo é enfrentar as corporações".
O pré-candidato à Presidência classificou como prioridades a Segurança Pública, Saúde e a retomada da geração de emprego e renda. "Vou criar a Guarda Nacional para ajudar os Estados a combater a violência", afirmou. Citando o exemplo paulista, hoje com a menor taxa de homicídios do país, salientou: "Segurança não se resolve com mágica. É tecnologia, inteligência, trabalho duro". Alckmin lembrou que, em Segurança Pública, há uma grande distância entre o falar e o fazer.
"Acabou de ser publicado o Atlas da Violência O Brasil, pela primeira vez, passou de 30 assassinatos por 100 mil habitantes/ano. Isso é uma epidemia. A Organização Mundial de Saúde diz que acima de dez é caráter epidêmico. Em 2016, foram assassinadas 62.500 pessoas. É uma guerra civil. E quem morre é principalmente o jovem e o mais pobre", afirmou, para em seguida apresentar os números de São Paulo: "Tínhamos 13 mil assassinatos por ano em 2001. Reduzimos para 3.503 em 2017, o que dá 8 assassinatos por 100 mil habitantes/ano".
Sobre economia, reforçou a importância do investimento em infraestrutura e da desburocratização do Estado para gerar empregos. "Vamos manter o Bolsa Família e tentar ampliá-lo. Mas é importante também trabalhar pela geração de emprego, com a retomada do crescimento. Minha meta é dobrar a renda do brasileiro", afirmou.

Em visita a Sergipe,  onde ontem esteve  em Itabaiana, o presidente nacional do PSDB, Geraldo Alckmin, falou a jornalistas nesta manhã, em Aracaju, sobre suas viagens pelo país - e os principais problemas que tem detectado a partir das conversas com a população. Sobre a corrida à Presidência da República, afirmou: "Não acredito nos extremos. Esse não é o caminho, é o descaminho".
Alckmin destacou a importância da experiência na administração pública: "O que é o novo? O novo é bom. Mas para mudar. Não para deixar como está. O corporativismo tomou conta, e quem paga são a dona Maria e o seu José. O novo é enfrentar as corporações".
O pré-candidato à Presidência classificou como prioridades a Segurança Pública, Saúde e a retomada da geração de emprego e renda. "Vou criar a Guarda Nacional para ajudar os Estados a combater a violência", afirmou. Citando o exemplo paulista, hoje com a menor taxa de homicídios do país, salientou: "Segurança não se resolve com mágica. É tecnologia, inteligência, trabalho duro". Alckmin lembrou que, em Segurança Pública, há uma grande distância entre o falar e o fazer.
"Acabou de ser publicado o Atlas da Violência O Brasil, pela primeira vez, passou de 30 assassinatos por 100 mil habitantes/ano. Isso é uma epidemia. A Organização Mundial de Saúde diz que acima de dez é caráter epidêmico. Em 2016, foram assassinadas 62.500 pessoas. É uma guerra civil. E quem morre é principalmente o jovem e o mais pobre", afirmou, para em seguida apresentar os números de São Paulo: "Tínhamos 13 mil assassinatos por ano em 2001. Reduzimos para 3.503 em 2017, o que dá 8 assassinatos por 100 mil habitantes/ano".
Sobre economia, reforçou a importância do investimento em infraestrutura e da desburocratização do Estado para gerar empregos. "Vamos manter o Bolsa Família e tentar ampliá-lo. Mas é importante também trabalhar pela geração de emprego, com a retomada do crescimento. Minha meta é dobrar a renda do brasileiro", afirmou.