Direção do Sintese será recebida pelo governador até a próxima segunda-feira

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 13/06/2018 às 07:59:00

 

Até a próxima segunda-feira (18), a comissão de negociação da rede estadual do SINTESE será recebida pelo governador Belivaldo Chagas. Esse foi o primeiro resultado após ato realizado na manhã desta terça, em frente ao Palácio de Despachos. Em pouco mais de um mês é a segunda vez que professores e professoras paralisam as atividades e buscam uma proposta do governo para recuperação da carreira.
"Não pense o governador Belivaldo que o magistério está satisfeito com a situação. Os professores e professoras da rede estadual não aguentam mais. É preciso que o governo apresente uma proposta para retomada da carreira", aponta a presidenta do SINTESE, professora Ivonete Cruz.
Segundo o Sintese, o  ano de 2018 é a confirmação de um alerta do sindicato feita em 2015, naquele ano a direção já previa que, caso o governo do Estado não reajustasse o piso na carreira, chegaria um momento em que todo o magistério receberia o mesmo vencimento. "E é isso que acontece este ano. Após não reajustar o piso nos anos de 2015, 2016, 2017 e 2018 o resultado é que independente de tempo de serviço (progressão horizontal) ou formação (progressão vertical) os professores e professoras da rede estadual em quase sua totalidade recebem o mesmo vencimento inicial R$2.455,35", reclamam.
Apoio - O vereador Iran Barbosa (PT) destacou ontem a paralisação realizada pelos professores da Rede Estadual de Ensino, pontuando que o dia é marcado pela luta em busca da reconstrução da carreira da categoria e pela qualidade da educação pública.
Para Iran, o Piso Salarial da categoria deixou de ser tratado como um direito assegurado aos professores, na busca da sua valorização profissional, e passou a ser tratado, pelos gestores, como uma desculpa para a destruição da carreira do magistério.
"Independente de tempo de serviço ou nível de formação, quase todos os professores têm, atualmente, o mesmo vencimento inicial, ou seja, houve um congelamento na carreira dos educadores e educadoras de Sergipe", disse Iran.
"O dia de paralisação foi marcado por um Ato Público, realizado pelo Sintese, em frente ao Palácio de Despachos do governo do Estado, onde professores estiveram reunidos contra essa política de desmonte da Educação Pública e dos direitos dos educadores", afirmou.

Até a próxima segunda-feira (18), a comissão de negociação da rede estadual do SINTESE será recebida pelo governador Belivaldo Chagas. Esse foi o primeiro resultado após ato realizado na manhã desta terça, em frente ao Palácio de Despachos. Em pouco mais de um mês é a segunda vez que professores e professoras paralisam as atividades e buscam uma proposta do governo para recuperação da carreira.
"Não pense o governador Belivaldo que o magistério está satisfeito com a situação. Os professores e professoras da rede estadual não aguentam mais. É preciso que o governo apresente uma proposta para retomada da carreira", aponta a presidenta do SINTESE, professora Ivonete Cruz.
Segundo o Sintese, o  ano de 2018 é a confirmação de um alerta do sindicato feita em 2015, naquele ano a direção já previa que, caso o governo do Estado não reajustasse o piso na carreira, chegaria um momento em que todo o magistério receberia o mesmo vencimento. "E é isso que acontece este ano. Após não reajustar o piso nos anos de 2015, 2016, 2017 e 2018 o resultado é que independente de tempo de serviço (progressão horizontal) ou formação (progressão vertical) os professores e professoras da rede estadual em quase sua totalidade recebem o mesmo vencimento inicial R$2.455,35", reclamam.
Apoio - O vereador Iran Barbosa (PT) destacou ontem a paralisação realizada pelos professores da Rede Estadual de Ensino, pontuando que o dia é marcado pela luta em busca da reconstrução da carreira da categoria e pela qualidade da educação pública.
Para Iran, o Piso Salarial da categoria deixou de ser tratado como um direito assegurado aos professores, na busca da sua valorização profissional, e passou a ser tratado, pelos gestores, como uma desculpa para a destruição da carreira do magistério.
"Independente de tempo de serviço ou nível de formação, quase todos os professores têm, atualmente, o mesmo vencimento inicial, ou seja, houve um congelamento na carreira dos educadores e educadoras de Sergipe", disse Iran.
"O dia de paralisação foi marcado por um Ato Público, realizado pelo Sintese, em frente ao Palácio de Despachos do governo do Estado, onde professores estiveram reunidos contra essa política de desmonte da Educação Pública e dos direitos dos educadores", afirmou.