Ministério do Trabalho

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Publicada em 13/06/2018 às 09:02:00

 

A República está caindo de podre. Não 
bastasse o regime fiscal regressivo, 
capaz de obrigar milhões de trabalhadores a apelar para a lenha e o carvão, sem recursos para um botijão de gás, como em uma sociedade de castas, há, sobretudo, as mãos sujas trocando cumprimentos no interior dos palácios em cerimônias oficiais. Conta-se nos dedos os integrantes do primeiro escalão livres de acusações e mal feitos, a começar pelo presidente.
Ontem, o gabinete da deputada federal Cristiane Brasil foi virado de cabeça pra baixo pela Polícia Federal, munida de um mandado de busca e apreensão. A parlamentar também está proibida de botar os pés no Ministério do Trabalho. Segundo acusação da Procuradoria Geral da República, ela integra uma quadrilha acusada de cometer fraudes na concessão de registro sindical, atribuição da pasta.
Não custa lembrar que a própria deputada já esteve cotada para assumir o Ministério na mira da polícia. A posse só não foi autorizada pelo presidente Temer após a interferência do Supremo Tribunal Federal, em função de uma condenação trabalhista na ficha corrida da indicada.
Não é à toa que há grande expectativa de abstenções nas próximas eleições. Ao menos 63 deputados e 44 senadores da atual legislatura (2015-2019) são alvos de investigação por suspeita de ter cometido o crime de lavagem de dinheiro. Segundo levantamento do site Congresso em Foco, no ranking de processos abertos contra parlamentares constam até casos de sequestro, lesão corporal, falsificação, estelionato e estupro.
O Jornal do Dia faz questão de lembrar aos seus leitores sobre a responsabilidade individual e intransferível de cada eleitor na renovação dos quadros das casas legislativas, incluindo o Congresso Nacional. Mas reconhece a razão do desânimo.

A República está caindo de podre. Não  bastasse o regime fiscal regressivo,  capaz de obrigar milhões de trabalhadores a apelar para a lenha e o carvão, sem recursos para um botijão de gás, como em uma sociedade de castas, há, sobretudo, as mãos sujas trocando cumprimentos no interior dos palácios em cerimônias oficiais. Conta-se nos dedos os integrantes do primeiro escalão livres de acusações e mal feitos, a começar pelo presidente.
Ontem, o gabinete da deputada federal Cristiane Brasil foi virado de cabeça pra baixo pela Polícia Federal, munida de um mandado de busca e apreensão. A parlamentar também está proibida de botar os pés no Ministério do Trabalho. Segundo acusação da Procuradoria Geral da República, ela integra uma quadrilha acusada de cometer fraudes na concessão de registro sindical, atribuição da pasta.
Não custa lembrar que a própria deputada já esteve cotada para assumir o Ministério na mira da polícia. A posse só não foi autorizada pelo presidente Temer após a interferência do Supremo Tribunal Federal, em função de uma condenação trabalhista na ficha corrida da indicada.
Não é à toa que há grande expectativa de abstenções nas próximas eleições. Ao menos 63 deputados e 44 senadores da atual legislatura (2015-2019) são alvos de investigação por suspeita de ter cometido o crime de lavagem de dinheiro. Segundo levantamento do site Congresso em Foco, no ranking de processos abertos contra parlamentares constam até casos de sequestro, lesão corporal, falsificação, estelionato e estupro.
O Jornal do Dia faz questão de lembrar aos seus leitores sobre a responsabilidade individual e intransferível de cada eleitor na renovação dos quadros das casas legislativas, incluindo o Congresso Nacional. Mas reconhece a razão do desânimo.