Já são nove pré-candidatos ao governo

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Na manhã de ontem o deputado federal Fábio Reis (MDB) esteve em Tobias Barreto, onde participou, ao lado do governador Belivaldo Chagas e do prefeito Diógenes Almeida, da inauguração informal de 39 cisternas que foram construídas em povoados do município.
Na manhã de ontem o deputado federal Fábio Reis (MDB) esteve em Tobias Barreto, onde participou, ao lado do governador Belivaldo Chagas e do prefeito Diógenes Almeida, da inauguração informal de 39 cisternas que foram construídas em povoados do município.

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Publicada em 16/06/2018 às 07:29:00

 

O ex-deputado federal Mendon
ça Prado (DEM) lançou ontem 
sua pré-candidatura ao governo tendo como vice o coronel reformado do exército Jorge Huseka (DEM). Ainda está em aberto as duas vagas para o Senado.
Mendonça é mais um pré-candidato cabeça de chapa que lança sua pré-candidatura sem o fechamento da chapa majoritária.  Ele ainda está discutindo os nomes para o Senado, que devem ser do seu próprio partido, fazendo com que vá para a disputa com chapa "puro sangue".
Com chapa "puro sangue", o pré-candidato do DEM terá uma eleição mais difícil. Além de parecer isolamento político, terá mais dificuldade de conquistar voto por não ter um maior número de aliados nas ruas trabalhando as candidaturas majoritárias.
As eleições deste ano serão a primeira em décadas em que o líder maior do DEM, o ex-governador João Alves Filho, estará fora do processo eleitoral. Portador de Alzheimer, JAF vive hoje em Brasília e à margem da política.   
O máximo que poderá fazer nas eleições deste ano é vir a Sergipe no dia do pleito para votar no seu ex-genro e presidente estadual do seu partido.
O DEM também não terá no pleito deste ano o ex-vice governador José Carlos Machado, que sempre caminhou na política sergipana ao lado de João Alves. Machado hoje é pré-candidato a deputado federal pelo PSDB, que tem como pré-candidato a governador Eduardo Amorim (PSDB).
Não será fácil a caminhada de Mendonça ao governo diante deste cenário político, que tem ainda pré-candidatos competitivos e com seus exércitos como o governador Belivaldo Chagas (PSD), o senador Eduardo Amorim (PSDB) e o deputado federal Valadares Filho (PSB).
Ele sabe das dificuldades, mas não desanima. Está disposto a concorrer ao governo mesmo vindo a assumir mandato de deputado federal no caso de cassação do mandato do deputado federal Adelson Barreto (PR) no caso das subvenções da Assembleia Legislativa, cuja continuidade do julgamento de recursos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deverá ter continuidade na próxima quinta-feira.  Garante que sendo deputado, não disputará a Câmara.
Mendonça Prado - que descarta qualquer recuo e garante que é para valer sua pré-candidatura, mesmo diante de nomes mais competitivos e com maior estrutura partidária - é o nono pré-candidato a governador de Sergipe nas eleições deste ano.
Já lançaram pré-candidaturas ao governo: Belivaldo Chagas (PSD), Eduardo Amorim (PSDB), Valadares Filho (PSB), Dr. Emerson (Rede), Márcio Souza (Psol), Tarantela (PSL), Milton Andrade (PMN) e Gilvani Alves (PSTU).

O ex-deputado federal Mendon ça Prado (DEM) lançou ontem  sua pré-candidatura ao governo tendo como vice o coronel reformado do exército Jorge Huseka (DEM). Ainda está em aberto as duas vagas para o Senado.
Mendonça é mais um pré-candidato cabeça de chapa que lança sua pré-candidatura sem o fechamento da chapa majoritária.  Ele ainda está discutindo os nomes para o Senado, que devem ser do seu próprio partido, fazendo com que vá para a disputa com chapa "puro sangue".
Com chapa "puro sangue", o pré-candidato do DEM terá uma eleição mais difícil. Além de parecer isolamento político, terá mais dificuldade de conquistar voto por não ter um maior número de aliados nas ruas trabalhando as candidaturas majoritárias.As eleições deste ano serão a primeira em décadas em que o líder maior do DEM, o ex-governador João Alves Filho, estará fora do processo eleitoral. Portador de Alzheimer, JAF vive hoje em Brasília e à margem da política.   
O máximo que poderá fazer nas eleições deste ano é vir a Sergipe no dia do pleito para votar no seu ex-genro e presidente estadual do seu partido.
O DEM também não terá no pleito deste ano o ex-vice governador José Carlos Machado, que sempre caminhou na política sergipana ao lado de João Alves. Machado hoje é pré-candidato a deputado federal pelo PSDB, que tem como pré-candidato a governador Eduardo Amorim (PSDB).
Não será fácil a caminhada de Mendonça ao governo diante deste cenário político, que tem ainda pré-candidatos competitivos e com seus exércitos como o governador Belivaldo Chagas (PSD), o senador Eduardo Amorim (PSDB) e o deputado federal Valadares Filho (PSB).
Ele sabe das dificuldades, mas não desanima. Está disposto a concorrer ao governo mesmo vindo a assumir mandato de deputado federal no caso de cassação do mandato do deputado federal Adelson Barreto (PR) no caso das subvenções da Assembleia Legislativa, cuja continuidade do julgamento de recursos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deverá ter continuidade na próxima quinta-feira.  Garante que sendo deputado, não disputará a Câmara.
Mendonça Prado - que descarta qualquer recuo e garante que é para valer sua pré-candidatura, mesmo diante de nomes mais competitivos e com maior estrutura partidária - é o nono pré-candidato a governador de Sergipe nas eleições deste ano.
Já lançaram pré-candidaturas ao governo: Belivaldo Chagas (PSD), Eduardo Amorim (PSDB), Valadares Filho (PSB), Dr. Emerson (Rede), Márcio Souza (Psol), Tarantela (PSL), Milton Andrade (PMN) e Gilvani Alves (PSTU).

 

Puro sangue 1

Em conversa com a coluna, Mendonça Prado (DEM) disse que ainda está discutindo os dois nomes para o Senado. "Estamos ouvindo a população, que tem dito que quer uma chapa com pessoas sérias, honradas e que seja bom gestor. Nesse sentido, prefiro lançar uma chapa puro sangue, com pessoas com esse perfil, que colocar alguém que precise engolir", afirmou.

 

Puro sangue 2

Questionado se uma chapa "puro sangue" não dificulta a eleição, o pré-candidato do DEM disse que não. "O apoio de vários partidos era importante por disponibilizar um maior tempo no programa eleitoral. Agora que são 10 minutos e que existem as redes sociais não precisamos de coligação", avalia.

 

Puro sangue 3

"Teremos um minuto e pouco. Tá bom. Vou conceder entrevistas, fazer palestras, participar de debates. Terei tempo para passar minhas propostas, que é organizar a administração pública, priorizar o cidadão, o jovem para tirá-lo das drogas. Vou cuidar também da saúde, educação e segurança pública. Na infraestrutura só vou focar obras de saneamento e habitação", disse, destacando que também tem como proposta organizar o estado financeiramente e diminuir secretarias.

 

Sem arrependimento

O presidente do PRB, deputado federal Jony Marcos, em conversa ontem com a coluna disse que o seu partido estava "muito satisfeito" com o apoio que recebeu do grupo de Eduardo Amorim. "Foi o agrupamento que abraçou o PRB, principalmente na pessoa de Heleno Silva que teve sua vaga de senador preterida no bloco que estávamos".

 

Não aceita pecha de traidor 1

Jony disse que não ver como "traição" a saída do PRB para a oposição, a menos de quatro meses das eleições, onde tinha cargos no governo. "Não nos sentimos traidores. Pelo contrário, tivemos as portas fechadas na nossa cara. O grupo que estávamos disse: vocês não podem disputar o senado aqui. Por que? porque tem dois partidos maior que vocês: PT e MDB. É maior mesmo. Rogério [Carvalho] foi candidato a senador  na eleição passada. A preferência é dele e de Jackson [Barreto], nós concordamos".

 

Não aceita pecha de traidor 2

 "Com a definição dos nomes de Rogério e Jackson tínhamos dois caminhos: ou desistíamos da candidatura de Heleno e iríamos apoiar os dois, que foram os premiados para a vaga de senador na chapa de Belivaldo, ou iríamos procurar outro caminho no agrupamento que aceitasse Heleno", declarou Jony.

 

Não aceita pecha de traidor 3

Prosseguiu: "O grupo de Eduardo foi muito solicito. Há mais de um ano vinha dizendo que não conseguiríamos o Senado porque Jackson iria ser o candidato, mesmo tendo declarado que não seria e que se voltasse atrás o povo não votasse nele. Eduardo chegou a dizer que era estratégia política dizer que não seria candidato para acalmar os ânimos da política, mas que voltaria atrás. Nós não acreditávamos nisso. Esperávamos que as vagas seriam de Heleno e Rogério. No final prevaleceu o que disse o senador. Nosso grupo fechou a porta e o grupo de Eduardo Amorim, que há mais de um ano oferecia a vaga, garantiu o espaço".

 

Alfinetando JB 1

Demonstrando mágoa com Jackson Barreto, que nas entrevistas de rádio pelo interior o vem chamando de traidor e dizendo que está com Michel Temer, o presidente do PRB não perdeu a oportunidade de alfinetá-lo. "Jackson diz que eu estou com Temer, vive esculhambando Temer e dizendo que não ajudou Sergipe. Por que ficou no partido de Temer e dizendo que é contra Temer? Como pode ser contra Temer se fica no partido dele?".

 

Alfinetando JB 2

Para ele, Jackson não deixou o MDB por ser o partido que elegeu maior número de deputados e tem fundo partidário mais gordo. "A gordura do fundo partidário será muito boa porque é candidato ao Senado, vai ajudar muito ele. Belivaldo [Chagas] saiu do MDB, viu que era desgastante ficar com Temer. Jackson não. Não adianta dizer que é contra, contra sou eu que não sou do partido de Temer e votei duas vezes para ele sair do governo, ser investigado, ir para a cadeia. Sou contra, não votei a favor de uma reforma".  

 

Alfinetando JB 3

Finalizou dizendo: "Qual o problema do PRB apoiar Eduardo? Jackson Barreto já pediu votos para Eduardo, Marcelo Déda já pediu e Rogério Carvalho também. Todos já votaram em Eduardo. Agora dizer que ele é o inimigo, não entendo isso. Inimigo mesmo é quem está à frente do governo e não consegue recuperar uma estrada, não consegue pagar servidor sem atraso de salário. Se fizer pesquisa sobre qual o melhor governador de Sergipe vão responder: foi Déda, foi Albano Franco ou vão falar outro nome. Mas se perguntar qual o pior, não tem discordância. Todos vão falar, foi Jackson, que não conseguiu pagar servidor em dias, dar aumento e reforma estradas".

 

Ponto de vista 1

As pesquisas de intenções de votos estão demonstrando um grande número de indecisos e de pessoas que pretendem votar branco ou nulo. O governador Belivaldo Chagas (PSD) acha que para tentar reverter esse quadro o candidato precisará do poder de convencimento junto à população.

 

Ponto de vista 2

"No meu caso pode facilitar a boa gestão, com eficiência. Estamos acompanhando mais de perto os problemas de governo. Não é comparação com Jackson Barreto, cada um tem seu próprio estilo. Como governador, vejo o dia a dia, discuto arrecadação, cada centavo que entra e sai dos cofres públicos. Se passar segurança e capacidade de enfrentar a crise, avançar no pagamento do salário dos servidores trazendo para mais perto do dia 30, pagar aos fornecedores para oferecer um melhor serviço à população, se trabalhar com esse foco, melhorar a saúde, segurança pública e educação poderemos mudar esse cenário em Sergipe", declarou à coluna.

 

Veja essa ...

Do deputado federal Fábio Mitidieri (PSD): "Eita que o Galeguinho pegou o elevador na subida. Em dois meses, Belivaldo Chagas demonstrou ser grande gestor, comprou a briga na saúde pública, equilibrou o pagamento da folha, abriu 10 plantonistas... calma que é só o começo!"

 

Curtas

Será neste final de semana a conversa que Belivaldo terá com a vice-prefeita Eliane Aquino (PT) visando fazer o convite para que seja sua vice nas eleições deste ano.  

 

Belivaldo disse ontem que vai ingressar na justiça para que a Caixa Econômica libere o financiamento do Finisa na ordem de R$ 560 milhões para recuperação das rodovias estaduais, "que o Governo Federal barrou por decisão puramente política".

 

"Toda a nossa documentação foi aprovada para o Finisa, os deputados federais e o ex-governador Jackson Barreto fizeram de tudo, mas o Governo Federal barrou a assinatura do contrato", ressaltou.

 

Fábio Mitidieri repudiou ontem a lei assinada pelo presidente Michel Temer que transfere os recursos arrecadados pelas loterias federais para o Ministério da Segurança Pública. "Revisão da MP do SUSP já", disse.