Adversário difícil, Suíça ainda busca do equilíbrio

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Publicada em 17/06/2018 às 11:15:00

 

A Copa 2018 é vista pelos suíços como uma oportunidade de superarem a fama de "retranqueiros". É o que promete o técnico Vladimir Petkovic: atacar, sem perder o equilíbrio defensivo. A fórmula vale não só para o jogo contra o Brasil, mas também contra Costa Rica e Sérvia, demais adversários do grupo E.
Em 2006, a Suíça foi a primeira seleção a ser eliminada na história dos Mundiais sem sofrer um gol sequer. A frustração veio nas oitavas-de-final: após um empate em 0 a 0, a Ucrânia venceu a disputa de pênaltis. Na Copa seguinte, em 2010, eles quebraram mais um recorde e ficaram 557 minutos sem sofrer gols - somando as duas edições. Mesmo assim, foram eliminados na primeira fase, porque marcaram apenas um gol em três jogos.
A última edição do Mundial, no Brasil, marcou uma mudança no estilo de jogo suíço. A ousadia e a ansiedade em balançar as redes, porém, comprometeu a solidez defensiva. Na primeira fase, eles foram vazados cinco vezes em uma única partida, contra a França. A eliminação aconteceu novamente nas oitavas-de-final: 1 a 0 para a Argentina.
Às vésperas da estreia contra a Seleção Brasileira, a Suíça vive um de seus melhores momentos. Embalada pela vitória no último amistoso preparatório, contra o Japão, os adversários do Brasil ocupam a sexta posição no ranking de seleções da Federação Internacional de Futebol (Fifa).
Para repetir o sucesso das Eliminatórias europeias e as boas atuações nos amistosos pré-Copa, a Suíça pretende não apenas marcar o quarteto de ataque do Brasil. A ideia é conter a pressão inicial, valorizar a posse de bola no meio-campo e equilibrar ações ao longo da partida. O meia Xhedran Shaqiri, do Stoke City, e o volante Granit Xhaka, do Arsenal, serão decisivos para a realização dos planos do técnico Petkovic.

A Copa 2018 é vista pelos suíços como uma oportunidade de superarem a fama de "retranqueiros". É o que promete o técnico Vladimir Petkovic: atacar, sem perder o equilíbrio defensivo. A fórmula vale não só para o jogo contra o Brasil, mas também contra Costa Rica e Sérvia, demais adversários do grupo E.
Em 2006, a Suíça foi a primeira seleção a ser eliminada na história dos Mundiais sem sofrer um gol sequer. A frustração veio nas oitavas-de-final: após um empate em 0 a 0, a Ucrânia venceu a disputa de pênaltis. Na Copa seguinte, em 2010, eles quebraram mais um recorde e ficaram 557 minutos sem sofrer gols - somando as duas edições. Mesmo assim, foram eliminados na primeira fase, porque marcaram apenas um gol em três jogos.
A última edição do Mundial, no Brasil, marcou uma mudança no estilo de jogo suíço. A ousadia e a ansiedade em balançar as redes, porém, comprometeu a solidez defensiva. Na primeira fase, eles foram vazados cinco vezes em uma única partida, contra a França. A eliminação aconteceu novamente nas oitavas-de-final: 1 a 0 para a Argentina.
Às vésperas da estreia contra a Seleção Brasileira, a Suíça vive um de seus melhores momentos. Embalada pela vitória no último amistoso preparatório, contra o Japão, os adversários do Brasil ocupam a sexta posição no ranking de seleções da Federação Internacional de Futebol (Fifa).
Para repetir o sucesso das Eliminatórias europeias e as boas atuações nos amistosos pré-Copa, a Suíça pretende não apenas marcar o quarteto de ataque do Brasil. A ideia é conter a pressão inicial, valorizar a posse de bola no meio-campo e equilibrar ações ao longo da partida. O meia Xhedran Shaqiri, do Stoke City, e o volante Granit Xhaka, do Arsenal, serão decisivos para a realização dos planos do técnico Petkovic.