Números de guerra

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Publicada em 17/06/2018 às 11:57:00

 

O Atlas da Violência 2018 tradu
ziu em estatística o medo que 
a população de Aracaju sente na própria pele, todos os dias. Segundo o documento produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), a capital de Sergipe é a segunda em número de assassinatos por grupo de 100 mil habitantes.
Mais do que confirmar a sensação de insegurança varrendo o País, de uma ponta a outra, no entanto, o Atlas da Violência aponta ainda a tendência já observada de interiorização da violência. O número espantoso de assassinatos cometidos no Brasil não é circunstancial, antes demonstra a extensão dos domínios conquistados pelo crime organizado.
Entre as cidades com mais de 100 mil habitantes, as mais violentas se concentram nas regiões Norte e Nordeste. Entre as capitais, Belém assumiu o título de mais violenta de 2016, com uma taxa média de 76,1 homicídios por grupo de 100 mil habitantes. Aracaju aparece logo em seguida, com 73 homicídios/100 mil habitantes.
Longe vai o tempo quando somente as grandes cidades eram redutos do crime. O terror tomou conta do País inteiro. Em 2016, o Brasil ultrapassou a lamentável marca de 62 mil homicídios por ano, com uma taxa de 30,3 mortes para cada 100 mil habitantes. A média nacional é de guerra civil, mas ainda fica abaixo dos números relacionados a Sergipe, estarrecedores. No menor estado da federação, matar e morrer é pura questão de sorte, com taxa de homicídio batendo 64,7 mortes por grupo de cem mil habitantes.

O Atlas da Violência 2018 tradu ziu em estatística o medo que  a população de Aracaju sente na própria pele, todos os dias. Segundo o documento produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), a capital de Sergipe é a segunda em número de assassinatos por grupo de 100 mil habitantes.
Mais do que confirmar a sensação de insegurança varrendo o País, de uma ponta a outra, no entanto, o Atlas da Violência aponta ainda a tendência já observada de interiorização da violência. O número espantoso de assassinatos cometidos no Brasil não é circunstancial, antes demonstra a extensão dos domínios conquistados pelo crime organizado.
Entre as cidades com mais de 100 mil habitantes, as mais violentas se concentram nas regiões Norte e Nordeste. Entre as capitais, Belém assumiu o título de mais violenta de 2016, com uma taxa média de 76,1 homicídios por grupo de 100 mil habitantes. Aracaju aparece logo em seguida, com 73 homicídios/100 mil habitantes.
Longe vai o tempo quando somente as grandes cidades eram redutos do crime. O terror tomou conta do País inteiro. Em 2016, o Brasil ultrapassou a lamentável marca de 62 mil homicídios por ano, com uma taxa de 30,3 mortes para cada 100 mil habitantes. A média nacional é de guerra civil, mas ainda fica abaixo dos números relacionados a Sergipe, estarrecedores. No menor estado da federação, matar e morrer é pura questão de sorte, com taxa de homicídio batendo 64,7 mortes por grupo de cem mil habitantes.