Acima do peso

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Publicada em 19/06/2018 às 05:43:00

 

Segundo o Ministério da Saúde, o 
peso dos brasileiros já virou pro
blema de saúde pública. Quase 20% da população está obesa. Mais da metade tem contas a acertar com a balança. Uma condição médica, os quilos a mais de uns e outros produzem reflexos indesejáveis nos custos estratosféricos do Sistema Único de Saúde.
Tabagismo, falta de atividade física e obesidade  estão entre os principais fatores a contribuir para a multiplicação dos casos de câncer no Brasil. A informação é do Instituto Nacional do Câncer (Inca). A obesidade aumenta ainda a probabilidade de ocorrência de doenças cardiovasculares, alguns tipos de diabetes e até depressão.
Não se trata aqui da famigerada gordofobia, amparada em padrões de beleza francamente irreais, resultado de uma verdadeira obsessão com as próprias formas e as dos outros. Mas dos cuidados indispensáveis com a saúde. Antes de qualquer consideração de natureza estética, há que se observar os valores relacionados ao bem estar de cada um. Todo excesso é sobra. Não à toa, a obesidade é considerada uma epidemia.
Melhor prevenir do que remediar. Atenção aos excessos à mesa, com a ingestão moderada de gorduras e bebidas alcoólicas, por exemplo, nunca matou ninguém. Exercícios físicos regulares também são arma poderosa contra a obesidade. Evidente que ninguém muda de hábitos de uma para outra, e é responsabilidade do poder público realizar campanhas educativas e estimular a prática de esportes. Mas, no fim das contas, trata-se apenas de fazer uma escolha. Bem pesados prós e contras, melhor enfrentar a preguiça do que a fila do SUS.

Segundo o Ministério da Saúde, o  peso dos brasileiros já virou pro blema de saúde pública. Quase 20% da população está obesa. Mais da metade tem contas a acertar com a balança. Uma condição médica, os quilos a mais de uns e outros produzem reflexos indesejáveis nos custos estratosféricos do Sistema Único de Saúde.
Tabagismo, falta de atividade física e obesidade  estão entre os principais fatores a contribuir para a multiplicação dos casos de câncer no Brasil. A informação é do Instituto Nacional do Câncer (Inca). A obesidade aumenta ainda a probabilidade de ocorrência de doenças cardiovasculares, alguns tipos de diabetes e até depressão.
Não se trata aqui da famigerada gordofobia, amparada em padrões de beleza francamente irreais, resultado de uma verdadeira obsessão com as próprias formas e as dos outros. Mas dos cuidados indispensáveis com a saúde. Antes de qualquer consideração de natureza estética, há que se observar os valores relacionados ao bem estar de cada um. Todo excesso é sobra. Não à toa, a obesidade é considerada uma epidemia.
Melhor prevenir do que remediar. Atenção aos excessos à mesa, com a ingestão moderada de gorduras e bebidas alcoólicas, por exemplo, nunca matou ninguém. Exercícios físicos regulares também são arma poderosa contra a obesidade. Evidente que ninguém muda de hábitos de uma para outra, e é responsabilidade do poder público realizar campanhas educativas e estimular a prática de esportes. Mas, no fim das contas, trata-se apenas de fazer uma escolha. Bem pesados prós e contras, melhor enfrentar a preguiça do que a fila do SUS.