Iran rebate argumentos contra reajuste dos servidores públicos de Aracaju

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Publicada em 21/06/2018 às 07:24:00

 

O vereador Iran Barbosa (PT) rebateu, com veemência, as desculpas que surgem, a todo instante, para tentar justificar a falta de respeito ao direito à revisão nos salários dos servidores públicos  e ao reajuste no piso salarial do magistério do Município de Aracaju. No Parlamento Municipal, nesta quarta-feira, Iran analisou os argumentos utilizados para a negativa do reajuste, denunciando as suas inconsistências.
 Desde o ano passado que o parlamentar insiste nesta cobrança, com fundamento na Constituição Federal, na Legislação brasileira e na  situação financeira do Município.
 "Fiz uma análise histórica de qual o comprometimento da receita corrente líquida de Aracaju, em relação ao investimento com folha de pessoal, ao longo dos últimos 16 anos, e observei que o nosso município nunca ultrapassou os limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).  Isso significa que, mesmo nos anos em que houve reajuste salarial, as finanças do município não ficaram comprometidas e assimilaram os percentuais de aumento", explicou Iran, rebatendo a desculpa largamente utilizada, relacionada aos limites estabelecidos na Lei de Responsabilidade Fiscal com Folha de Pessoal.
 O vereador retrucou, também, o argumento amplamente utilizado o ano passado como desculpa para a Administração Municipal não cumprir as determinações constitucional e legal quanto ao reajuste dos servidores.
"Em 2017, o argumento se relacionava ao caos administrativo e às dívidas herdadas da Gestão do Prefeito João Alves. Mas, o atual prefeito, na condição de candidato, sabia disso e, ainda assim firmou compromissos com os servidores e não os honrou. Além disso, foi feito um esforço administrativo para efetuarem-se os pagamentos das dívidas recebidas, mas não vimos nenhum esforço para pagar a dívida de campanha em torno da garantia da revisão salarial anual dos servidores e do reajuste do Piso Salarial do Magistério. Ademais, já estamos em 2018 e esses argumentos em torno da herança de João Alves se tornaram ainda mais inaceitáveis", disse.

O vereador Iran Barbosa (PT) rebateu, com veemência, as desculpas que surgem, a todo instante, para tentar justificar a falta de respeito ao direito à revisão nos salários dos servidores públicos  e ao reajuste no piso salarial do magistério do Município de Aracaju. No Parlamento Municipal, nesta quarta-feira, Iran analisou os argumentos utilizados para a negativa do reajuste, denunciando as suas inconsistências.
 Desde o ano passado que o parlamentar insiste nesta cobrança, com fundamento na Constituição Federal, na Legislação brasileira e na  situação financeira do Município.
 "Fiz uma análise histórica de qual o comprometimento da receita corrente líquida de Aracaju, em relação ao investimento com folha de pessoal, ao longo dos últimos 16 anos, e observei que o nosso município nunca ultrapassou os limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).  Isso significa que, mesmo nos anos em que houve reajuste salarial, as finanças do município não ficaram comprometidas e assimilaram os percentuais de aumento", explicou Iran, rebatendo a desculpa largamente utilizada, relacionada aos limites estabelecidos na Lei de Responsabilidade Fiscal com Folha de Pessoal.
 O vereador retrucou, também, o argumento amplamente utilizado o ano passado como desculpa para a Administração Municipal não cumprir as determinações constitucional e legal quanto ao reajuste dos servidores.
"Em 2017, o argumento se relacionava ao caos administrativo e às dívidas herdadas da Gestão do Prefeito João Alves. Mas, o atual prefeito, na condição de candidato, sabia disso e, ainda assim firmou compromissos com os servidores e não os honrou. Além disso, foi feito um esforço administrativo para efetuarem-se os pagamentos das dívidas recebidas, mas não vimos nenhum esforço para pagar a dívida de campanha em torno da garantia da revisão salarial anual dos servidores e do reajuste do Piso Salarial do Magistério. Ademais, já estamos em 2018 e esses argumentos em torno da herança de João Alves se tornaram ainda mais inaceitáveis", disse.