Capitais querem mudanças na cobrança de ISS

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
A reunião da Abrasf será encerrada hoje, em Aracaju
A reunião da Abrasf será encerrada hoje, em Aracaju

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 22/06/2018 às 07:30:00

 

O prefeito Edvaldo 
Nogueira abriu on
tem a segunda assembleia geral da Associação Nacional das Secretarias de Finanças das capitais (Abrasf). O evento acontece em Aracaju até esta sexta-feira e reúne representantes de todas as capitais do país. A pauta tributária, suas implicações na realidade municipal e a necessidade de reforma do seu modelo atual, além da experiência de tributação imobiliária de Aracaju estão sendo discutidos no encontro.
O prefeito defendeu o protagonismo das cidades no enfrentamento aos problemas atuais e a reformulação do Pacto Federativo.  "É necessário que as cidades assumam seu protagonismo. Enfrentarmos um novo momento na vida das cidades e do país, sobretudo com o fim de um ciclo político e econômico no Brasil, que se encerra com uma grande crise, que vai exigir de nós novos mecanismos para superar este momento. Para tanto, é preciso um debate amplo, com a participação de todos, sem esses embates políticos que mais parecem um jogo de futebol. São urgentes a retomada do desenvolvimento econômico, a superação da crise da Previdência e o enfrentamento das desigualdades entre os entes federativos", disse.
O presidente da Abrasf, Jurandir Gurgel, agradeceu a acolhida e corroborou com o discurso de Edvaldo. "O prefeito colocou dois pontos fundamentais ao estabelecer que o século XXI é o século das cidades e ao apontar para a necessidade de discutirmos as desigualdades. A Abrasf pode, deve e vai contribuir com este debate. Temos condição técnica para isto, para um novo projeto de país, que seja melhor para os municípios", frisou.
Entre os temas que serão alvo de discussão do encontro estão as recentes mudanças introduzidas pela Lei Complementar 157, que trata do Imposto Sobre Serviço (ISS) cobrado no destino de atividades como administração de cartão de crédito, planos de saúde e consórcios. Também estará em pauta a Reforma Tributária, em cuja discussão a Abrasf dá suporte técnico, no sentido de defender a autonomia federativa dos municípios.

O prefeito Edvaldo  Nogueira abriu on tem a segunda assembleia geral da Associação Nacional das Secretarias de Finanças das capitais (Abrasf). O evento acontece em Aracaju até esta sexta-feira e reúne representantes de todas as capitais do país. A pauta tributária, suas implicações na realidade municipal e a necessidade de reforma do seu modelo atual, além da experiência de tributação imobiliária de Aracaju estão sendo discutidos no encontro.
O prefeito defendeu o protagonismo das cidades no enfrentamento aos problemas atuais e a reformulação do Pacto Federativo.  "É necessário que as cidades assumam seu protagonismo. Enfrentarmos um novo momento na vida das cidades e do país, sobretudo com o fim de um ciclo político e econômico no Brasil, que se encerra com uma grande crise, que vai exigir de nós novos mecanismos para superar este momento. Para tanto, é preciso um debate amplo, com a participação de todos, sem esses embates políticos que mais parecem um jogo de futebol. São urgentes a retomada do desenvolvimento econômico, a superação da crise da Previdência e o enfrentamento das desigualdades entre os entes federativos", disse.
O presidente da Abrasf, Jurandir Gurgel, agradeceu a acolhida e corroborou com o discurso de Edvaldo. "O prefeito colocou dois pontos fundamentais ao estabelecer que o século XXI é o século das cidades e ao apontar para a necessidade de discutirmos as desigualdades. A Abrasf pode, deve e vai contribuir com este debate. Temos condição técnica para isto, para um novo projeto de país, que seja melhor para os municípios", frisou.
Entre os temas que serão alvo de discussão do encontro estão as recentes mudanças introduzidas pela Lei Complementar 157, que trata do Imposto Sobre Serviço (ISS) cobrado no destino de atividades como administração de cartão de crédito, planos de saúde e consórcios. Também estará em pauta a Reforma Tributária, em cuja discussão a Abrasf dá suporte técnico, no sentido de defender a autonomia federativa dos municípios.