Pistolagem é combatida

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Publicada em 22/06/2018 às 07:40:00

 

A bandidagem está armada até 
os dentes e não tem nada a per-
der. Por isso os policiais encarregados de dar cumprimento aos mandados expedidos no âmbito da Operação Rubicão foram recebidos a bala. Mas nem os criminosos mortos em confronto com a polícia servirão de consolo para os assustados cidadãos sergipanos. Quando a situação chega a tal extremo, de a Lei ser imposta pela força, o caldo já entornou faz tempo.
A operação da Polícia Civil tinha por objetivo capturar a quadrilha apontada pela morte do Capitão Manoel Alves de Oliveira, há pouco mais de dois meses. Resultou na morte de todos os envolvidos, incluindo o seu mandante, que não merece a distinção de ser aqui nomeado. A única vitima nessa história, surpreendida numa verdadeira tocaia, ao contrário, será sempre lembrada como um servidor público exemplar.
De acordo com as investigações da Polícia Civil de Sergipe, o assassinato do Capitão foi encomendado em função de seu empenho profissional no combate ao crime de mando, a pistolagem. Convém notar que, entre todas as modalidades criminosas, esta consiste em afronta declarada à lei e a ordem, assumindo um poder que não cabe nem ao Estado, decidindo sobre a vida e a morte de qualquer um.
Infelizmente, o sucesso da Operação Rubicão não responderá à necessidade de oferecer segurança à população. Sergipe, como de resto boa parte do Brasil, virou a terra do salve-se quem puder. Se nem mesmo os agentes da Lei estão a salvo das emboscadas armadas pelos criminosos, o grosso da população ergue as mãos para o céu, na esperança de voltar para casa sã e salva. Cada um por si e Deus por todos. Da polícia sergipana, carente de inteligência, sempre um passo atrás do estampido homicida, não dá pra esperar muita coisa.

A bandidagem está armada até  os dentes e não tem nada a per- der. Por isso os policiais encarregados de dar cumprimento aos mandados expedidos no âmbito da Operação Rubicão foram recebidos a bala. Mas nem os criminosos mortos em confronto com a polícia servirão de consolo para os assustados cidadãos sergipanos. Quando a situação chega a tal extremo, de a Lei ser imposta pela força, o caldo já entornou faz tempo.
A operação da Polícia Civil tinha por objetivo capturar a quadrilha apontada pela morte do Capitão Manoel Alves de Oliveira, há pouco mais de dois meses. Resultou na morte de todos os envolvidos, incluindo o seu mandante, que não merece a distinção de ser aqui nomeado. A única vitima nessa história, surpreendida numa verdadeira tocaia, ao contrário, será sempre lembrada como um servidor público exemplar.
De acordo com as investigações da Polícia Civil de Sergipe, o assassinato do Capitão foi encomendado em função de seu empenho profissional no combate ao crime de mando, a pistolagem. Convém notar que, entre todas as modalidades criminosas, esta consiste em afronta declarada à lei e a ordem, assumindo um poder que não cabe nem ao Estado, decidindo sobre a vida e a morte de qualquer um.
Infelizmente, o sucesso da Operação Rubicão não responderá à necessidade de oferecer segurança à população. Sergipe, como de resto boa parte do Brasil, virou a terra do salve-se quem puder. Se nem mesmo os agentes da Lei estão a salvo das emboscadas armadas pelos criminosos, o grosso da população ergue as mãos para o céu, na esperança de voltar para casa sã e salva. Cada um por si e Deus por todos. Da polícia sergipana, carente de inteligência, sempre um passo atrás do estampido homicida, não dá pra esperar muita coisa.