Advogado tem a prisão decretada por ficar com dinheiro de clientes

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Publicada em 23/06/2018 às 02:40:00

 

O advogado Ricardo Alexandre de Matos Ramos está preso desde quinta-feira no Presídio Militar de Aracaju (Presmil), acusado por crimes de apropriação indevida majorada. Ele teve a prisão preventiva decretada nesta semana pelo juiz Pedro Rodrigues Neto, da 3ª Vara Criminal de Aracaju, a pedido do Ministério Público Estadual. A denúncia afirma que Ricardo teria deixado de repassar cerca de R$ 7.500 a uma cliente que ganhou sua causa em um processo, o que configurou a apropriação indébita. Diz também que outros processos criminais pela mesma acusação já foram abertos contra o advogado, tanto no Judiciário quanto no Tribunal de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). 
De acordo com a decisão do juiz, a prisão do suspeito foi necessária para garantir a ordem pública, impedindo que o advogado cometa novas infrações. "Destarte, o acusado constitui uma ameaça àqueles que estão inseridos na sociedade, sendo uma providência cautelar, o seu recolhimento, a fim de acalmar a ansiedade pública pelo mesmo provocada. Sem malferir o princípio da presunção de inocência, mas por uma necessidade imperiosa de se garantir a ordem pública, impedindo que o indiciado cometa novas infrações graves, revela-se imprescindível a decretação de uma medida cautelar. A comunidade afetada com a prática dos crimes aspira ordem pública, resgatando-se sua incolumidade, e somente com uma medida cautelar será possível alcançar tal desiderato", escreveu Rodrigues.
O advogado de defesa de Ricardo, Saulo Henrique Caldas, entrou no Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) com um pedido de prisão domiciliar, alegando que seu cliente tem insanidade mental e passa por problemas psicológicos decorrentes de uma separação conjugal. Ele alegou ainda que os processos movidos contra o colega ainda não foram concluídos ou julgados e que o mesmo fez um acordo para pagar as dívidas que tem com seus clientes. A OAB informou, em nota, que "está acompanhando de perto o caso e fará a devida apuração dos fatos em conformidade com o Estatuto da Advocacia e demais normas que disciplinam a conduta profissional de seus inscritos". 

O advogado Ricardo Alexandre de Matos Ramos está preso desde quinta-feira no Presídio Militar de Aracaju (Presmil), acusado por crimes de apropriação indevida majorada. Ele teve a prisão preventiva decretada nesta semana pelo juiz Pedro Rodrigues Neto, da 3ª Vara Criminal de Aracaju, a pedido do Ministério Público Estadual. A denúncia afirma que Ricardo teria deixado de repassar cerca de R$ 7.500 a uma cliente que ganhou sua causa em um processo, o que configurou a apropriação indébita. Diz também que outros processos criminais pela mesma acusação já foram abertos contra o advogado, tanto no Judiciário quanto no Tribunal de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). De acordo com a decisão do juiz, a prisão do suspeito foi necessária para garantir a ordem pública, impedindo que o advogado cometa novas infrações. "Destarte, o acusado constitui uma ameaça àqueles que estão inseridos na sociedade, sendo uma providência cautelar, o seu recolhimento, a fim de acalmar a ansiedade pública pelo mesmo provocada. Sem malferir o princípio da presunção de inocência, mas por uma necessidade imperiosa de se garantir a ordem pública, impedindo que o indiciado cometa novas infrações graves, revela-se imprescindível a decretação de uma medida cautelar. A comunidade afetada com a prática dos crimes aspira ordem pública, resgatando-se sua incolumidade, e somente com uma medida cautelar será possível alcançar tal desiderato", escreveu Rodrigues.O advogado de defesa de Ricardo, Saulo Henrique Caldas, entrou no Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) com um pedido de prisão domiciliar, alegando que seu cliente tem insanidade mental e passa por problemas psicológicos decorrentes de uma separação conjugal. Ele alegou ainda que os processos movidos contra o colega ainda não foram concluídos ou julgados e que o mesmo fez um acordo para pagar as dívidas que tem com seus clientes. A OAB informou, em nota, que "está acompanhando de perto o caso e fará a devida apuração dos fatos em conformidade com o Estatuto da Advocacia e demais normas que disciplinam a conduta profissional de seus inscritos".