Sindicatos cobram promessa de campanha de Edvaldo na porta da Prefeitura

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 27/06/2018 às 07:18:00

 

Dez sindicatos construíram um grande ato na porta da Prefeitura de Aracaju que cobrou valorização dos servidores municipais - o cumprimento da promessa de campanha de Edvaldo Nogueira (PCdoB). O protesto de ontemreuniu professores, agentes de trânsito, psicólogos, nutricionistas, fonoaudiólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, entre outras categorias de trabalhadores da saúde e da Guarda Municipal.
Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE) em exercício, Plínio Pugliesi participou do ato e destacou que alguns desses profissionais se organizam em sindicatos filiados à Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE), a exemplo do SINDIPEMA (Professores), SINPSI (Psicólogos), SINDINUTRISE (Nutricionistas), SINFONSER (Fonoaudiólogos), SINDATRAN (Agentes de Trânsito) e SINDASSE (Assistentes Sociais). "A CUT é testemunha das tentativas de negociação por parte dos sindicatos desde o ano passado, mas o prefeito tem se mostrado intransigente e desrespeitoso com os trabalhadores que já sofrem redução salarial há dois anos", acrescentou Pugliesi.
No fim da manhã, os manifestantes foram recebidos pelo secretário de Governo, mas não houve avanço na pauta de reajuste e valorização dos servidores. Os dirigentes sindicais cobraram uma audiência com o prefeito Edvaldo Nogueira e até amanhã o secretário vai dar o retorno para o presidente do SINDIPEMA, Adelmo Santos, afirmando se o prefeito vai ou não receber os sindicatos dos servidores públicos municipais. "O prefeito em campanha prometeu valorização para os servidores, garantias e reajuste salarial, só que ao assumir a Prefeitura em 2017, deu as costas ao servidor. Mas não se enganem, pois qualquer projeto desenvolvido e qualquer trabalho na Prefeitura de Aracaju que não tiver o servidor na ação imediata, não avança", afirmou Adelmo Santos (SINDIPEMA).
Dirigente do SINPSI, Inês Santana destacou que o reajuste anual é direito Constitucional e do Estatuto dos Servidores, portanto o prefeito não pode negar este direito legítimo dos trabalhadores. "Nos sentimos traídos, nem sequer somos recebidos pelo prefeito que antes das eleições se sentou com diversas categorias e garantiu um tratamento de valorização aos servidores", destacou Inês Santana (SINPSI).

Dez sindicatos construíram um grande ato na porta da Prefeitura de Aracaju que cobrou valorização dos servidores municipais - o cumprimento da promessa de campanha de Edvaldo Nogueira (PCdoB). O protesto de ontemreuniu professores, agentes de trânsito, psicólogos, nutricionistas, fonoaudiólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, entre outras categorias de trabalhadores da saúde e da Guarda Municipal.
Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE) em exercício, Plínio Pugliesi participou do ato e destacou que alguns desses profissionais se organizam em sindicatos filiados à Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE), a exemplo do SINDIPEMA (Professores), SINPSI (Psicólogos), SINDINUTRISE (Nutricionistas), SINFONSER (Fonoaudiólogos), SINDATRAN (Agentes de Trânsito) e SINDASSE (Assistentes Sociais). "A CUT é testemunha das tentativas de negociação por parte dos sindicatos desde o ano passado, mas o prefeito tem se mostrado intransigente e desrespeitoso com os trabalhadores que já sofrem redução salarial há dois anos", acrescentou Pugliesi.
No fim da manhã, os manifestantes foram recebidos pelo secretário de Governo, mas não houve avanço na pauta de reajuste e valorização dos servidores. Os dirigentes sindicais cobraram uma audiência com o prefeito Edvaldo Nogueira e até amanhã o secretário vai dar o retorno para o presidente do SINDIPEMA, Adelmo Santos, afirmando se o prefeito vai ou não receber os sindicatos dos servidores públicos municipais. "O prefeito em campanha prometeu valorização para os servidores, garantias e reajuste salarial, só que ao assumir a Prefeitura em 2017, deu as costas ao servidor. Mas não se enganem, pois qualquer projeto desenvolvido e qualquer trabalho na Prefeitura de Aracaju que não tiver o servidor na ação imediata, não avança", afirmou Adelmo Santos (SINDIPEMA).
Dirigente do SINPSI, Inês Santana destacou que o reajuste anual é direito Constitucional e do Estatuto dos Servidores, portanto o prefeito não pode negar este direito legítimo dos trabalhadores. "Nos sentimos traídos, nem sequer somos recebidos pelo prefeito que antes das eleições se sentou com diversas categorias e garantiu um tratamento de valorização aos servidores", destacou Inês Santana (SINPSI).