Sergipe registra saldo positivo de empregos na Agropecuária e na Indústria de Transformação

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 29/06/2018 às 07:20:00

 

Análise realizada pelo 
Boletim Sergipe 
Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), indicou que, no quinto mês do ano, houve saldo negativo de 159 empregos formais no estado. O saldo é fruto da diferença entre admissões (6.409) e desligamentos (6.568), no período.
No mês de maio do ano corrente, a Agropecuária e a Indústria de Transformação apresentaram os melhores resultados, com a criação de 322 e 319 novos empregos, respectivamente, no mês em análise.  O bom desempenho da Agropecuária está liga ao cultivo da cana de açúcar, que gerou 365 novos postos de trabalho.
A Fabricação de açúcar e a Fabricação de material elétrico e eletrônico para veículos automotores, exceto baterias, geraram respectivamente 142 e 302 novos empregos, sendo os principais geradores de empregos da Indústria de Transformação.
O setor da Construção Civil também registrou saldo positivo, o quinto consecutivo, com a criação de 39 novos empregos, principalmente em Montagens de estruturas metálicas que 113 novas vagas.
Os demais setores registraram saldos negativos, o pior resultado foi observado no setor de Serviços, com a redução de 587 postos de trabalho, principalmente os ligados as atividades de limpeza em prédios e em domicílios (-216) e as atividades de teleatendimento (-161).
No comércio o saldo de empregos também ficou negativo, com a retração de 206 postos de trabalho, principalmente no setor varejista não-especializado que contabilizou a redução de 60 postos de trabalho no mês em análise. Já, a Administração pública, registrou redução de 38 empregos, a Extrativa mineral contabilizou saldo negativo de 7 postos de trabalho e uma vaga a menos foi contabilizada no Setor de Serviços Industriais de Utilidade Pública (grupo que inclui as empresas responsáveis pela distribuição de serviços essenciais, como água e energia elétrica).
No acumulado do ano, entre janeiro e maio, a Indústria de Transformação ainda continua com saldo negativo de emprego, com retração de 2.205 empregos, a Agropecuária acumula redução de 1.877 empregos e o Comércio teve a redução de 1.081 postos de trabalho. Entretanto, apresentando saldos positivos, com geração de novas vagas de empregos, se destacaram os setores de Serviços, com a criação de 1.110 novos empregos, e o da Construção Civil com a geração de 520 novos postos de trabalho.
 Emprego nos municípios - Dentre todos os municípios sergipanos, Aracaju apresentou o pior resultado no mercado de trabalho, com a redução de 835 postos de trabalho, sendo que a principal redução de vínculos no setor de Serviços, com destaque para as atividades voltadas para alojamento, alimentação e limpeza. Enquanto isso, o município de Japoatã, se destacou na geração de empregos, sendo criados 316 novos empregos, principalmente no setor da Agropecuária, com destaque para o plantio da cana-de-açúcar, no mês de maio de 2018.
Entre os municípios sergipanos com mais de 30 mil habitantes, a cidade de Nossa Senhora do Socorro apresentou o melhor resultado, gerando 253 novos postos de trabalho, influenciado pelo bom desempenho da indústria de transformação. Entretanto, com redução de 85 postos de trabalho em Itabaiana, e redução de 68 vagas de empregos em Estância, ambos apresentando resultados ruins, sendo que as principais reduções ocorreram no comércio (-51) e na Indústria de transformação (-45), respectivamente em cada município.

Análise realizada pelo  Boletim Sergipe  Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), indicou que, no quinto mês do ano, houve saldo negativo de 159 empregos formais no estado. O saldo é fruto da diferença entre admissões (6.409) e desligamentos (6.568), no período.
No mês de maio do ano corrente, a Agropecuária e a Indústria de Transformação apresentaram os melhores resultados, com a criação de 322 e 319 novos empregos, respectivamente, no mês em análise.  O bom desempenho da Agropecuária está liga ao cultivo da cana de açúcar, que gerou 365 novos postos de trabalho.
A Fabricação de açúcar e a Fabricação de material elétrico e eletrônico para veículos automotores, exceto baterias, geraram respectivamente 142 e 302 novos empregos, sendo os principais geradores de empregos da Indústria de Transformação.
O setor da Construção Civil também registrou saldo positivo, o quinto consecutivo, com a criação de 39 novos empregos, principalmente em Montagens de estruturas metálicas que 113 novas vagas.Os demais setores registraram saldos negativos, o pior resultado foi observado no setor de Serviços, com a redução de 587 postos de trabalho, principalmente os ligados as atividades de limpeza em prédios e em domicílios (-216) e as atividades de teleatendimento (-161).
No comércio o saldo de empregos também ficou negativo, com a retração de 206 postos de trabalho, principalmente no setor varejista não-especializado que contabilizou a redução de 60 postos de trabalho no mês em análise. Já, a Administração pública, registrou redução de 38 empregos, a Extrativa mineral contabilizou saldo negativo de 7 postos de trabalho e uma vaga a menos foi contabilizada no Setor de Serviços Industriais de Utilidade Pública (grupo que inclui as empresas responsáveis pela distribuição de serviços essenciais, como água e energia elétrica).
No acumulado do ano, entre janeiro e maio, a Indústria de Transformação ainda continua com saldo negativo de emprego, com retração de 2.205 empregos, a Agropecuária acumula redução de 1.877 empregos e o Comércio teve a redução de 1.081 postos de trabalho. Entretanto, apresentando saldos positivos, com geração de novas vagas de empregos, se destacaram os setores de Serviços, com a criação de 1.110 novos empregos, e o da Construção Civil com a geração de 520 novos postos de trabalho.
 Emprego nos municípios - Dentre todos os municípios sergipanos, Aracaju apresentou o pior resultado no mercado de trabalho, com a redução de 835 postos de trabalho, sendo que a principal redução de vínculos no setor de Serviços, com destaque para as atividades voltadas para alojamento, alimentação e limpeza. Enquanto isso, o município de Japoatã, se destacou na geração de empregos, sendo criados 316 novos empregos, principalmente no setor da Agropecuária, com destaque para o plantio da cana-de-açúcar, no mês de maio de 2018.
Entre os municípios sergipanos com mais de 30 mil habitantes, a cidade de Nossa Senhora do Socorro apresentou o melhor resultado, gerando 253 novos postos de trabalho, influenciado pelo bom desempenho da indústria de transformação. Entretanto, com redução de 85 postos de trabalho em Itabaiana, e redução de 68 vagas de empregos em Estância, ambos apresentando resultados ruins, sendo que as principais reduções ocorreram no comércio (-51) e na Indústria de transformação (-45), respectivamente em cada município.