Festas em casas de veraneio da Barra viram caso de polícia

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Publicada em 04/07/2018 às 07:01:00

 

Milton Alves Júnior
Proprietários de casas de veraneio instaladas no município da Barra dos Coqueiros se mostram preocupados com a intensificação militar contra eventos familiares realizados nas respectivas residências. Em depoimento prestado esta semana ao Jornal do Dia, proprietários pedem o apoio do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, da Polícia Militar e da administração municipal a fim de evitar que medidas generalizadas resultem em problemas para proprietários costumam não ultrapassar os decibéis dos alto-falantes. Parte destes abusos, segundo os denunciantes, partem de inquilinos sem qualquer tipo de respeito aos vizinhos.
De acordo com a corretora imobiliária Luzia Matos, é de fundamental importância que os órgãos públicos e judiciais, bem como o Ministério Público Estadual, promovam ações imediatas as quais punam os contratantes que desrespeitam a lei do silêncio, e garantam imunidade para aqueles que costumam seguir as exigências da legislação. Esse pedido tem sido intensificado junto ao poder executivo da Barra dos Coqueiros. Ao JD a corretora destaca a importância do prefeito Airton Martins em defender a causa dos críticos e evitar que medidas mais rigorosas acabem prejudicando o coletivo.
"Lamentavelmente soubemos que existe uma onda fiscalizatória que pretende intensificar e até diminuir este tipo de aluguel na Barra. O que nos preocupa é que infelizmente pessoas que alugam casas para desconhecidos realizarem festas nem sempre familiares acabam prejudicando os demais. Por esse e outros motivos pedimos a atenção da prefeitura. Sabemos que o prefeito possui um senso comum da respeitabilidade unificada e por isso precisamos do apoio dele", destacou. Segundo a Secretaria de Comunicação da Barra, a fiscalização fica por conta da Polícia Militar.
O assessor de comunicação da prefeitura, Elton Ricarte, informou que rondas fiscalizatória têm sido realizadas com frequência na tentativa de minimizar este tipo de ocorrência. Parte dos flagrantes é promovido com o apoio dos próprios moradores. "A fiscalização é constante e em vários pontos da cidade. Por se tratar de uma demanda da própria Polícia Militar, não podemos interferir em ordens superiores. A consciência sobre o volume desses aparelhos de som fica por conta de que, contrata e dos contratantes, não podemos interferir", declarou.
Questionado quanto a forma de cessar esse tipo de reclamação, a Prefeitura esclareceu que apenas em ambiente público a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), pode interferir. "A superintendência atua em locais de responsabilidade municipal, fora isso, a demanda fica por conta da Secretaria de Estado da Segurança Pública, através da Polícia Militar. O que podemos fazer é dialogar com aos contribuintes e orientar a buscar instâncias superiores. Como não possuímos o poder de punir donos dessas residências, denúncias apontando a Prefeitura como órgão fiscalizador não procede", pontuou Ricarte.
Sobre o contraponto apresentado pela prefeitura, Luzia Matos pontuou dizendo: "esperamos realmente que esse tipo de problema não morra no esquecimento. Trabalho alugando casas e tenho o maior cuidado para quem irei reservar o imóvel. Eu, nem tantos outros podemos pagar pelo erro de donos de casas ou colegas corretores irresponsáveis".

Proprietários de casas de veraneio instaladas no município da Barra dos Coqueiros se mostram preocupados com a intensificação militar contra eventos familiares realizados nas respectivas residências. Em depoimento prestado esta semana ao Jornal do Dia, proprietários pedem o apoio do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, da Polícia Militar e da administração municipal a fim de evitar que medidas generalizadas resultem em problemas para proprietários costumam não ultrapassar os decibéis dos alto-falantes. Parte destes abusos, segundo os denunciantes, partem de inquilinos sem qualquer tipo de respeito aos vizinhos.
De acordo com a corretora imobiliária Luzia Matos, é de fundamental importância que os órgãos públicos e judiciais, bem como o Ministério Público Estadual, promovam ações imediatas as quais punam os contratantes que desrespeitam a lei do silêncio, e garantam imunidade para aqueles que costumam seguir as exigências da legislação. Esse pedido tem sido intensificado junto ao poder executivo da Barra dos Coqueiros. Ao JD a corretora destaca a importância do prefeito Airton Martins em defender a causa dos críticos e evitar que medidas mais rigorosas acabem prejudicando o coletivo.
"Lamentavelmente soubemos que existe uma onda fiscalizatória que pretende intensificar e até diminuir este tipo de aluguel na Barra. O que nos preocupa é que infelizmente pessoas que alugam casas para desconhecidos realizarem festas nem sempre familiares acabam prejudicando os demais. Por esse e outros motivos pedimos a atenção da prefeitura. Sabemos que o prefeito possui um senso comum da respeitabilidade unificada e por isso precisamos do apoio dele", destacou. Segundo a Secretaria de Comunicação da Barra, a fiscalização fica por conta da Polícia Militar.
O assessor de comunicação da prefeitura, Elton Ricarte, informou que rondas fiscalizatória têm sido realizadas com frequência na tentativa de minimizar este tipo de ocorrência. Parte dos flagrantes é promovido com o apoio dos próprios moradores. "A fiscalização é constante e em vários pontos da cidade. Por se tratar de uma demanda da própria Polícia Militar, não podemos interferir em ordens superiores. A consciência sobre o volume desses aparelhos de som fica por conta de que, contrata e dos contratantes, não podemos interferir", declarou.
Questionado quanto a forma de cessar esse tipo de reclamação, a Prefeitura esclareceu que apenas em ambiente público a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), pode interferir. "A superintendência atua em locais de responsabilidade municipal, fora isso, a demanda fica por conta da Secretaria de Estado da Segurança Pública, através da Polícia Militar. O que podemos fazer é dialogar com aos contribuintes e orientar a buscar instâncias superiores. Como não possuímos o poder de punir donos dessas residências, denúncias apontando a Prefeitura como órgão fiscalizador não procede", pontuou Ricarte.
Sobre o contraponto apresentado pela prefeitura, Luzia Matos pontuou dizendo: "esperamos realmente que esse tipo de problema não morra no esquecimento. Trabalho alugando casas e tenho o maior cuidado para quem irei reservar o imóvel. Eu, nem tantos outros podemos pagar pelo erro de donos de casas ou colegas corretores irresponsáveis".