O tempo não para

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O fim de um ciclo
O fim de um ciclo

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Publicada em 06/07/2018 às 07:19:00

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
Para o jornalista de 
Cultura, a Copa do 
Mundo é período de vacas magras. É certo que o mundo não cessa de girar só porque o Camisa 10 da seleção brasileira inaugurou um penteado novo. Toda vez quando Neymar cai de maduro, no entanto, milhões de torcedores berram palavrões, tomados por uma paixão violenta. A bem da verdade, enquanto catarse, nenhum riff de guitarra é páreo para o grito de gol.
O tempo não para, contudo. Ontem, The Baggios jogou um vídeo clipe novo na rede, anunciando apresentação em São Paulo. Em outra ocasião, os cinco minutos da peça renderiam parágrafos inteiros, considerações sobre a inserção da banda sergipana no circuito independente brazuca e a pujança crescente do audiovisual Serigy. Agora, com a atenção voltada para o campeonato mundial, fico contente de cumprir o meu dever profissional e passar a informação para a frente. O clipe de 'Saruê' já está dando sopa no Youtube, a disposição dos curiosos. 
Segundo o guitarrista Julio Andrade, o clipe de 'Saruê' fecha o ciclo aberto com o disco 'Brutown', que rendeu uma indicação ao Grammy Latino, ano passado. A banda está empenhada no projeto de um disco novo, com canções inéditas e sonoridades ainda inexploradas pelo trio. 'Mutatis mutandis'. 'Juliana' (2018), o EP lançado depois, prova que, de acomodação, ninguém os pode acusar. 
"A vontade insaciável de descobrir novos sons e a busca pela reinvenção me dá mais instiga, me mantém vivo e entusiasmado. É a minha forma de alimentar o amor pela música", Julico confessou naquela ocasião, em depoimento para o Jornal do Dia.
A expectativa é grande. Refiro-me ao disco inédito dos Baggios, naturalmente, sem perder de vista, entretanto, os certames de hoje pelas Quartas de Final. Embora as guitarras me comovam sinceramente, como afirmo neste mesmo espaço, em letra de imprensa, desde quando os meninos de São Cristóvão lançaram a primeira demo, vou ter de pedir licença ao colega Givaldo Baptista, extrapolando a minha competência no assunto. Eu quero ver gol. 

Para o jornalista de  Cultura, a Copa do  Mundo é período de vacas magras. É certo que o mundo não cessa de girar só porque o Camisa 10 da seleção brasileira inaugurou um penteado novo. Toda vez quando Neymar cai de maduro, no entanto, milhões de torcedores berram palavrões, tomados por uma paixão violenta. A bem da verdade, enquanto catarse, nenhum riff de guitarra é páreo para o grito de gol.
O tempo não para, contudo. Ontem, The Baggios jogou um vídeo clipe novo na rede, anunciando apresentação em São Paulo. Em outra ocasião, os cinco minutos da peça renderiam parágrafos inteiros, considerações sobre a inserção da banda sergipana no circuito independente brazuca e a pujança crescente do audiovisual Serigy. Agora, com a atenção voltada para o campeonato mundial, fico contente de cumprir o meu dever profissional e passar a informação para a frente. O clipe de 'Saruê' já está dando sopa no Youtube, a disposição dos curiosos. 
Segundo o guitarrista Julio Andrade, o clipe de 'Saruê' fecha o ciclo aberto com o disco 'Brutown', que rendeu uma indicação ao Grammy Latino, ano passado. A banda está empenhada no projeto de um disco novo, com canções inéditas e sonoridades ainda inexploradas pelo trio. 'Mutatis mutandis'. 'Juliana' (2018), o EP lançado depois, prova que, de acomodação, ninguém os pode acusar. 
"A vontade insaciável de descobrir novos sons e a busca pela reinvenção me dá mais instiga, me mantém vivo e entusiasmado. É a minha forma de alimentar o amor pela música", Julico confessou naquela ocasião, em depoimento para o Jornal do Dia.
A expectativa é grande. Refiro-me ao disco inédito dos Baggios, naturalmente, sem perder de vista, entretanto, os certames de hoje pelas Quartas de Final. Embora as guitarras me comovam sinceramente, como afirmo neste mesmo espaço, em letra de imprensa, desde quando os meninos de São Cristóvão lançaram a primeira demo, vou ter de pedir licença ao colega Givaldo Baptista, extrapolando a minha competência no assunto. Eu quero ver gol.