Defesa Civil e CPRM alinham mapeamento de riscos em 11 municípios sergipanos

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Técnicos observam mapa com áreas de risco no Estado
Técnicos observam mapa com áreas de risco no Estado

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Publicada em 06/07/2018 às 07:33:00

 

Para tratar sobre o mapeamento de riscos em municípios sergipanos, o Departamento Estadual de Proteção e Defesa Civil da Secretaria de Estado da Inclusão Social (Depec/Seidh) recebeu representantes da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) nas regiões da Bahia e de Sergipe. Durante o encontro, foram apresentadas as atividades planejadas para o mapeamento de risco de 11 municípios do estado.
Os técnicos da companhia apresentaram um cronograma de atividades de monitoramento e levantamento de áreas de risco que serão realizadas em Sergipe. Os municípios que receberão a visita técnica durante o mês de agosto serão Brejo Grande, Ilha das Flores, Neópolis, Carmópolis, Riachuelo e Nossa Senhora do Socorro. Em outubro, o monitoramento está previsto para acontecer em Monte Alegre, Canindé de São Francisco, Itaporanga D'ajuda, Lagarto e Itabaiana.
Para o Superitendente da CPRM, José Wlisses, o empenho das equipes da Defesa Civil estadual e municipais são essenciais para a fiscalização dos municípios. "É muito importante termos uma Defesa Civil estruturada e organizada em busca informações para dar continuidade e passar para o Governo do Estado, do Município e a população, para que seja possível  prevenir, remediar ou até isolar as áreas consideradas de risco", disse. 
Segundo o Tenente Coronel da Defesa Civil, Alexandre José, a ideia é reduzir e transformar essas áreas consideradas de risco em áreas habitáveis e sem riscos iminentes para a população. "Essas informações técnicas são de grande relevância para que nós, como membros do poder público, possamos atuar na minimização desses riscos para a sociedade", afirmou.
Órgão federal vinculado ao Ministério de Minas e Energia, a CPRM é responsável pelo Serviço Geológico do Brasil, realizando o mapeamento de áreas de alto e muito alto risco geológico, incluindo movimentos de massa e inundações. Através da geração de conhecimento geocientífico, o órgão busca contribuir para a melhoria da qualidade de vida e do desenvolvimento sustentável.

Para tratar sobre o mapeamento de riscos em municípios sergipanos, o Departamento Estadual de Proteção e Defesa Civil da Secretaria de Estado da Inclusão Social (Depec/Seidh) recebeu representantes da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) nas regiões da Bahia e de Sergipe. Durante o encontro, foram apresentadas as atividades planejadas para o mapeamento de risco de 11 municípios do estado.
Os técnicos da companhia apresentaram um cronograma de atividades de monitoramento e levantamento de áreas de risco que serão realizadas em Sergipe. Os municípios que receberão a visita técnica durante o mês de agosto serão Brejo Grande, Ilha das Flores, Neópolis, Carmópolis, Riachuelo e Nossa Senhora do Socorro. Em outubro, o monitoramento está previsto para acontecer em Monte Alegre, Canindé de São Francisco, Itaporanga D'ajuda, Lagarto e Itabaiana.
Para o Superitendente da CPRM, José Wlisses, o empenho das equipes da Defesa Civil estadual e municipais são essenciais para a fiscalização dos municípios. "É muito importante termos uma Defesa Civil estruturada e organizada em busca informações para dar continuidade e passar para o Governo do Estado, do Município e a população, para que seja possível  prevenir, remediar ou até isolar as áreas consideradas de risco", disse. 
Segundo o Tenente Coronel da Defesa Civil, Alexandre José, a ideia é reduzir e transformar essas áreas consideradas de risco em áreas habitáveis e sem riscos iminentes para a população. "Essas informações técnicas são de grande relevância para que nós, como membros do poder público, possamos atuar na minimização desses riscos para a sociedade", afirmou.
Órgão federal vinculado ao Ministério de Minas e Energia, a CPRM é responsável pelo Serviço Geológico do Brasil, realizando o mapeamento de áreas de alto e muito alto risco geológico, incluindo movimentos de massa e inundações. Através da geração de conhecimento geocientífico, o órgão busca contribuir para a melhoria da qualidade de vida e do desenvolvimento sustentável.