Saúde alerta sobre risco de reaparecimento da poliomielite

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Publicada em 06/07/2018 às 07:38:00

 

Com a suspeita da 
volta da poliomieli-
te (paralisia infantil) na América, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Aracaju emitiu nesta quarta-feira, 4, uma nota de orientação aos profissionais de Saúde das redes pública e privada sobre os cuidados que devem ser tomados para se evitar o contágio e a propagação da doença, além da imediata notificação dos casos. O alerta foi causado pela surgimento de um caso que está sob investigação na Venezuela.
No Brasil, o último caso foi registrado em 1990, mas apenas em 1994 a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu o certificado de eliminação do poliovírus nas Américas. "Mas como a Venezuela é um país que faz fronteira com o Brasil, um único caso já é considerado motivo de alerta. Por isso, a Vigilância Epidemiológica da SMS está orientando os profissionais de saúde a estarem atentos aos possíveis casos de paralisia flácida aguda, e para a importância de sua adequada investigação", afirmou responsável pela área técnica das doenças imunopreveníveis do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS), Ilziney Simões.
Além desse caso, o vírus ainda circula no Afeganistão e Paquistão. "E precisamos mobilizar a população para que vacinem seus filhos a fim de impedir a reintrodução do vírus no Brasil. Em nossas unidades básicas de Saúde, ofertamos as vacinas para as crianças menores de um ano. Elas recebem três doses da vacina injetável da poliomielite [VIP], sendo a primeira aos dois meses; a segunda aos quatro meses e a terceira aos seis meses de vida. Aos 15 meses, damos o primeiro reforço com a vacina oral da poliomielite [VOP], famosa 'vacina da gotinha', e aos 4 anos, o segundo reforço da VOP. Só após o recebimento de todas essas doses, a criança pode ser considerada protegida", detalhou.

Com a suspeita da  volta da poliomieli- te (paralisia infantil) na América, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Aracaju emitiu nesta quarta-feira, 4, uma nota de orientação aos profissionais de Saúde das redes pública e privada sobre os cuidados que devem ser tomados para se evitar o contágio e a propagação da doença, além da imediata notificação dos casos. O alerta foi causado pela surgimento de um caso que está sob investigação na Venezuela.
No Brasil, o último caso foi registrado em 1990, mas apenas em 1994 a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu o certificado de eliminação do poliovírus nas Américas. "Mas como a Venezuela é um país que faz fronteira com o Brasil, um único caso já é considerado motivo de alerta. Por isso, a Vigilância Epidemiológica da SMS está orientando os profissionais de saúde a estarem atentos aos possíveis casos de paralisia flácida aguda, e para a importância de sua adequada investigação", afirmou responsável pela área técnica das doenças imunopreveníveis do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS), Ilziney Simões.
Além desse caso, o vírus ainda circula no Afeganistão e Paquistão. "E precisamos mobilizar a população para que vacinem seus filhos a fim de impedir a reintrodução do vírus no Brasil. Em nossas unidades básicas de Saúde, ofertamos as vacinas para as crianças menores de um ano. Elas recebem três doses da vacina injetável da poliomielite [VIP], sendo a primeira aos dois meses; a segunda aos quatro meses e a terceira aos seis meses de vida. Aos 15 meses, damos o primeiro reforço com a vacina oral da poliomielite [VOP], famosa 'vacina da gotinha', e aos 4 anos, o segundo reforço da VOP. Só após o recebimento de todas essas doses, a criança pode ser considerada protegida", detalhou.