Curta-SE levanta bandeira da mulher negra

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
Reparação histórica
Reparação histórica

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 07/07/2018 às 07:35:00

 

A 18ª edição do Festi-
val Iberoamericano 
de Cinema de Sergipe (Curta-SE) traz consigo a responsabilidade de dar visibilidade a negros e mulheres que, por muitas décadas, não tiveram protagonismo no audiovisual. Este ano, completando 18 anos de existência, sob o tema 'Afrodite', o Curta-SE demonstra a maturidade inerente à temática.
O tema carrega o "afro" do negro e compõe "Afrodite", uma deusa da mitologia grega que remete ao feminino e faz alusão ao cinema feminino negro. O objetivo desta edição é contribuir para que os grupos menos representados no audiovisual adquira o protagonismo merecido.
A diretora executiva do festival, Rosângela Rocha, afirma que o Curta-SE segue uma tendência do setor audiovisual. "É uma percepção que está sendo seguida pela classe. Queremos dar visibilidade ao tema e ao empoderamento do cinema feminino. Não apenas tratando a respeito da participação das mulheres e buscando equiparar quem está à frente do cinema, mas também de quem está falando do cinema feminino. Isso não é só feito por mulheres, mas também, por homens. É uma reparação histórica do setor frente à ações afirmativas negras femininas no audiovisual", explica.
Sempre despertando curiosidade, não é a primeira vez que o Festival estimula a conscientização do público através do tema e aborda a mulher em sua realização. Em 2016, por exemplo, trouxe a bandeira 'Lugar de mulher é no cinema' para o evento, com a intenção de favorecer a visibilidade feminina. Para 2018, o Curta-SE apresenta um discussão que vai além da participação das mulheres no audiovisual e inclui a população negra. Nesta edição, o Festival conta com o patrocínio bronze da Seguros Unimed, que compreende a importância da democratização do acesso à cultura.
Na oportunidade, o Curta-SE enaltece ainda a Década Internacional de Afrodescendentes (2015-2024) proclamada pela resolução 68/237 da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Nesta década específica, a comunidade internacional reconhece que povos de ascendência africana representam um grupo distinto, cujos direitos humanos precisam ser promovidos e protegidos, reafirmando como uma prioridade para as Nações Unidas.
O Curta-SE 18será realizado entre os dias 23 e 27 de julho.

A 18ª edição do Festi- val Iberoamericano  de Cinema de Sergipe (Curta-SE) traz consigo a responsabilidade de dar visibilidade a negros e mulheres que, por muitas décadas, não tiveram protagonismo no audiovisual. Este ano, completando 18 anos de existência, sob o tema 'Afrodite', o Curta-SE demonstra a maturidade inerente à temática.
O tema carrega o "afro" do negro e compõe "Afrodite", uma deusa da mitologia grega que remete ao feminino e faz alusão ao cinema feminino negro. O objetivo desta edição é contribuir para que os grupos menos representados no audiovisual adquira o protagonismo merecido.
A diretora executiva do festival, Rosângela Rocha, afirma que o Curta-SE segue uma tendência do setor audiovisual. "É uma percepção que está sendo seguida pela classe. Queremos dar visibilidade ao tema e ao empoderamento do cinema feminino. Não apenas tratando a respeito da participação das mulheres e buscando equiparar quem está à frente do cinema, mas também de quem está falando do cinema feminino. Isso não é só feito por mulheres, mas também, por homens. É uma reparação histórica do setor frente à ações afirmativas negras femininas no audiovisual", explica.
Sempre despertando curiosidade, não é a primeira vez que o Festival estimula a conscientização do público através do tema e aborda a mulher em sua realização. Em 2016, por exemplo, trouxe a bandeira 'Lugar de mulher é no cinema' para o evento, com a intenção de favorecer a visibilidade feminina. Para 2018, o Curta-SE apresenta um discussão que vai além da participação das mulheres no audiovisual e inclui a população negra. Nesta edição, o Festival conta com o patrocínio bronze da Seguros Unimed, que compreende a importância da democratização do acesso à cultura.
Na oportunidade, o Curta-SE enaltece ainda a Década Internacional de Afrodescendentes (2015-2024) proclamada pela resolução 68/237 da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Nesta década específica, a comunidade internacional reconhece que povos de ascendência africana representam um grupo distinto, cujos direitos humanos precisam ser promovidos e protegidos, reafirmando como uma prioridade para as Nações Unidas.
O Curta-SE 18será realizado entre os dias 23 e 27 de julho.